81 Casas para alugar Alphaville, Barueri

Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 555m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 2 4 555 560
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 690m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 6 6 690 600
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Aluguel com 4 Quartos, 780m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 4 2 780 1480
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 600m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 7 3 600 600
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 595m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 1 6 595 600
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 700m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 5 3 700 980
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 400m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 1 4 400 960
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 540m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 6 4 540 590
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 5 Quartos, 520m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 5 5 4 520 900
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 5 Quartos, 850m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 5 5 4 850 1300
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 450m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 1 4 450 625
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 800m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 6 4 800 1123
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Aluguel com 5 Quartos, 750m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 5 7 6 750 1000
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 450m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 6 4 450 450
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 540m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 6 4 540 590
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Aluguel com 4 Quartos, 400m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 0 1 6 400 572
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Aluguel com 4 Quartos, 450m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 6 3 450 600
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Aluguel com 4 Quartos, 450m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 6 3 450 560
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 500m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 6 4 500 560
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 650m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 1 3 650 950
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 3 Quartos, 330m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
3 1 5 4 330 560
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 433m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 1 3 433 582
Alphaville, Barueri - SP

Sobrado para Aluguel com 4 Quartos, 560m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 2 4 4 560 572
Alameda Mar Adriático, 159 - Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 520m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 2 4 4 520 520
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Aluguel com 4 Quartos, 650m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 6 4 650 860
Alphaville, Barueri - SP

Casa para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 640m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 5 6 640 840

Conheça o bairro Alphaville, Barueri e as oportunidades imobiliárias na região

Alphaville está situado na cidade de Barueri, as ruas na área onde temos mais opções de imóveis para Aluguel, são: Alameda Michelangelo,, Alameda Bilbão,, Alameda Pegasus,, Al. Bolonha, Alameda Guaiba,, Alameda Hidra,, Alameda Traira,, Alameda Brasil, Alameda Marilia,, Alameda Luxemburgo,, Alameda Argentina,, Alameda Pinot,, Alameda Ubatuba,, Alameda Cravos,, Alameda Mar Jônico. Os distritos mais próximos onde temos mais propriedades para Aluguel são Tamboré, Tambore I, Jardim Audir, Jardim Alberto, Residencial das Estrelas, Morada dos Pássaros, Jardim Iracema.

Veja também outros tipos de imóveis para alugar em Alphaville, Barueri:

Casas para alugar Alphaville, Barueri

Comprar uma casa, investir na bolsa... 

Quando o assunto é ganhar dinheiro, a opinião é unânime: aumentar os rendimentos é uma vontade de toda e qualquer pessoa, independentemente de quais forem os objetivos traçados. Por isso, é essencial escolher um investimento seguro para direcionar o curso do seu dinheiro.

Se você deseja atingir a tão sonhada independência financeira, juntar uma reserva para dar entrada no apartamento ideal ou planejar aquela viagem ao exterior, saiba que existem diversos tipos de investimentos seguros que podem funcionar como a chave que faltava para os seus planos.

Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto. O seu bolso mais cheio ao final do mês agradece. Vamos lá!

1. O que é um investimento seguro?

A poupança é o primeiro nome que deve surgir em sua mente quando o tópico investimento seguro é mencionado, não é mesmo? Pois bem, saiba que existe um universo de possibilidades para ganhar dinheiro de forma segura.

Um investimento seguro, basicamente, é aquele que apresenta baixo risco. Importante ressaltar que não existe aplicação sem risco, considerando as operações financeiras envolvidas, a economia que ora cresce, ora diminui, bem como a variação das taxas de juros — mas, entre a caderneta de possibilidades, há opções que agradam aos mais conservadores.

O investimento seguro apresenta baixo risco de desvalorização ou calote, tem alta liquidez (é fácil de ser resgatado ou vendido, ótimo para casos de emergência), pode ter rendimento já fixado e conta com baixas taxas de administração.

Se você encontrou uma possibilidade de investimento, mas ainda está na dúvida quanto a finalizar o negócio, verifique estes pontos: se ele pode ser útil em casos de emergência, tem baixo risco de desvalorização e se você não vai precisar gastar um dinheiro desnecessário com altas taxas de manutenção. Antes de bater o martelo, é essencial pesquisar e comparar as opções no mercado!

2. Quais são as características de um investimento seguro?

Como citado acima, não existe investimento com risco zero. Porém, esse risco pode ser diminuído a depender de certas características da aplicação e, também, da disciplina e cuidado de quem deseja aumentar a renda: o investidor.

Para isso, é essencial conhecer os tipos de investimento, como eles funcionam e estar ciente de todos os trâmites, justamente para evitar imprevistos e transtornos. Quando o assunto envolve dinheiro, todo cuidado é pouco!

Além do baixo risco de desvalorização — característica muito presente no universo imobiliário — e da possibilidade de retorno rápido do dinheiro investido, estar protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) amplia o rol de características de um investimento seguro.

Isso porque, caso o banco decrete falência, o dinheiro aplicado é devolvido aos clientes, respeitando o limite de R$ 250 mil por aplicação e o teto de R$ 1 milhão por Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) ou Cadastro de Pessoa Física (CPF).

O investimento em títulos federais também é considerado seguro, justamente pelos títulos serem do Governo. Dessa forma, os credores têm garantia praticamente certa de que reaverão

suas aplicações e de que não sofrerão calote — o que já não é tão garantido em se tratando de investimentos com instituições privadas.

3. Qual a importância de fazer investimentos seguros?

A principal importância de fazer investimentos seguros é contar com o retorno certo, ou seja, sem perder dinheiro. Por isso, se você deseja aumentar sua reserva financeira, independentemente dos baixos juros que uma aplicação segura pode gerar, a aplicação de forma conservadora é a opção mais adequada.

A poupança, por exemplo, é um grande exemplo de investimento seguro. Porém, apesar de ser amplamente utilizada pelos brasileiros, ela garante baixo rendimento e não é recomendada por especialistas do ramo nos dias atuais. Hoje, com um rendimento de 4,20% ao ano, uma aplicação de R$ 100 vai garantir apenas R$ 4,20 a mais no período de 12 meses — muito abaixo dos tipos de investimentos que serão citados neste post.

O investimento seguro sempre garante dinheiro a mais, mesmo que seja em pouca quantia: a taxa de retorno responde de forma proporcional ao risco do tipo de investimento. Para quem nunca aplicou dinheiro ou para quem deseja comprar o primeiro apartamento, a dica é buscar aplicações de baixo risco como forma de se inteirar nesse universo e entender como ocorre o aumento da renda.

Em resumo, a importância de fazer aplicações seguras é garantir o controle financeiro e o controle de gastos pessoais para manter as rédeas do orçamento mensal e, claro, para contar com uma renda maior ao final do mês.

4. Quais são os benefícios dos investimentos seguros?

Os benefícios dos investimentos seguros podem ser resumidos na tríade:

-Segurança;

-Rentabilidade;

-Tranquilidade.

Segurança surge em primeiro lugar pela garantia em não perder dinheiro. Mesmo que o rendimento seja baixo ou com um período curto de investimento, é praticamente certo que o investidor consiga recuperar todo o dinheiro aplicado — ou seja, não há dinheiro perdido.

A rentabilidade é o valor de retorno da aplicação, geralmente definido por um percentual. Como já citado neste artigo, a rentabilidade atual da poupança é de 4,20% ao ano, ou seja, um investimento de R$ 100 gera R$ 4,20 a mais no período de 12 meses.

Vale ressaltar que rentabilidade e lucratividade são conceitos diferentes: enquanto o primeiro é o percentual de remuneração obtida, a lucratividade é o ganho efetivo da aplicação. Para chegar ao lucro, é necessário descontar possíveis descontos de tributos e taxas administrativas.

Por fim, um investimento seguro gera tranquilidade. Caso você invista uma quantia e se arrependa ou precise recuperar o dinheiro em casos de emergências financeiras, é possível contar com a moeda de volta de forma rápida e garantida. Com todas essas características, só perde tempo (e dinheiro) quem opta por não investir!

5. Você sabe quais são os principais tipos de investimentos seguros?

Depois de alguns conceitos teóricos, é momento de conhecer exemplos práticos dos chamados investimentos seguros. Continue a leitura e veja por que transferir o dinheiro da poupança ainda hoje! Vamos lá.

Imóveis:

O mercado imobiliário é uma das melhores opções de investimento, justamente porque a busca por uma moradia — seja em imóveis alugados ou não — é necessidade de toda e qualquer família. Por isso, o ramo imobiliário é pautado pelo grande giro de negociações de casas, apartamentos, salas comerciais e terrenos.

A chamada valorização dos imóveis também merece destaque: com o crescimento das cidades, os bairros têm se tornado cada vez mais desenvolvidos e, como consequência, os imóveis da região tendem a ter um aumento em seu preço.

Assim, se você comprar um apartamento em um bairro com potencial, pode ser que, em 5 anos, a vizinhança esteja repleta de padarias, farmácias, hospitais e parques. Toda essa composição chama a atenção de famílias e pessoas que buscam por conforto e praticidade, aumentando a procura pelo lugar. Ao final, o imóvel que você pagou um preço X, passa a valer o dobro do dinheiro investido.

Para quem deseja ter propriedades por um longo prazo em sua cartela de investimentos, também é possível viver da renda do aluguel. Como existe um reajuste anual do valor mensal do aluguel, o proprietário não fica no prejuízo.

Em questão de diferencial, o investimento em imóveis se destaca pela possibilidade de aplicação com pouco dinheiro. Apele ao chamado financiamento imobiliário ou conheça as formas de pagamento e concretize a compra do imóvel dos sonhos! É simples e utilizado por muitos brasileiros.

Tesouro Direto:

Para pessoa física, o Tesouro Direto é considerado uma das melhores opções de investimento. Por ser um título federal, a aplicação no Tesouro Direto é extremamente segura — embora ela não esteja protegida pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). O Tesouro Direto funciona como se você emprestasse dinheiro ao Governo que, em contrapartida, paga os juros necessários sobre a quantia emprestada.

Como é um título de renda fixa e com rentabilidade diária, é possível vendê-lo antes da data de vencimento, o que garante ainda mais tranquilidade ao investidor. O único, porém, da retirada antes do vencimento é que pode haver menor rentabilidade, valendo a observação constante do valor investido e a escolha do melhor plano de aplicação.

Em relação ao percentual de rendimento, existem 2 tipos de títulos: os prefixados e os pós-fixados. Os primeiros já apresentam a rentabilidade definida no momento da compra, em que o investidor já sabe exatamente quanto o seu dinheiro vai render.

Já os títulos pós-fixados estão relacionados ao chamado indexador, ou seja, uma taxa de reajuste. Por isso, eles variam e não é possível, no momento da compra, já saber qual será o valor final de rendimento. Atualmente, o Tesouro Direto pós-fixado pode variar a partir do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ou da taxa chamada Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic).

Em resumo, o Tesouro Direto pode ser encontrado nas seguintes maneiras:

-Tesouro Prefixado;

-Tesouro Prefixado com juros semestrais;

-Tesouro Pós-fixado com taxa IPCA;

-Tesouro Pós-fixado com taxa IPCA e juros semestrais;

-Tesouro Selic.

CDB e CDI:

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) e o Certificado de Depósito Interbancário (CDI) são tipos de investimentos de renda fixa que, embora apresentem nomes semelhantes, têm suas particularidades e definições.

O CDB é, basicamente, um empréstimo de dinheiro para o banco, em que ele recebe a quantia e a utiliza em operações financeiras com outras pessoas. Em contrapartida, a devolução desse empréstimo é acrescida dos juros, já estabelecidos no momento da aquisição da CDB.

Da mesma forma que o Tesouro Direto, o CDB pode ser prefixado ou pós-fixado. No segundo caso, a taxa de referência pode ser a IPCA ou a SELIC, bem como pode utilizar o próprio CDI: como resultado, se o CDB pagar 110% do CDI e ele tiver um percentual de rentabilidade de 8% ao ano, o total dos rendimentos do Certificado de Depósito Bancário será 110% da taxa de 8%.

Já o Certificado de Depósito Interbancário define as operações entre os próprios bancos. Como as instituições financeiras retiram e repõem dinheiro diariamente e em alto volume, é possível que, ao final do dia, a conta termine no vermelho — momento em que entra em cena o CDI. Por isso, diferentemente do CDB, o depósito interbancário não está disponível para pessoa física.

O CDI também funciona como um indexador para remuneração de outros tipos de investimentos no mercado, como é o caso do próprio Certificado de Depósito Bancário.

LCI e LCA:

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são considerados investimentos seguros por serem de renda fixa, ou seja, por terem as suas condições e regras de remuneração já previamente estabelecidas no momento da aplicação.

Ambas são emitidas pelos bancos e apresentam uma data de vencimento já definida, o que torna possível verificar a quantia final que poderá ser resgatada. Elas também são isentas do Imposto de Renda, significando ótimos tipos de investimento.

Porém, existem duas desvantagens em relação às letras de crédito: elas apresentam um período de carência e baixa liquidez. A primeira característica só permite a retirada do dinheiro depois de determinado período e a baixa liquidez significa que, se for necessário retirar o dinheiro antes da data de vencimento, haverá pouca rentabilidade. Por isso, a LCI e a LCA não devem ser usadas em caso de emergências financeiras.

No que se refere ao setor investido, a LCI tem foco no mercado imobiliário e a LCA, como já diz o seu próprio nome, na área do agronegócio. Se, para você, o ramo de investimento não tem valor significativo, opte pela letra de crédito com as melhores condições de aplicação.

Debêntures:

As debêntures são muito semelhantes ao investimento no Tesouro Direto, com a diferença de que, em vez de emprestar dinheiro ao Governo, o investidor se tornará credor de uma empresa privada. Por isso, as debêntures são títulos de dívidas de empresas privadas.

As empresas utilizam as debêntures para cobrir possíveis rombos no orçamento, principalmente em períodos próximos ao fechamento. Depois, retornam o investimento com juros sobre o valor que foi aplicado: é essa a transação nesse tipo de aplicação. Elas podem ser prefixadas, pós-fixadas ou híbridas — nesse terceiro caso, as debêntures apresentam uma taxa prefixada e se somam à correção pelo IPCA.

Em relação ao Imposto de Renda, apenas as debêntures denominadas incentivadas apresentam a isenção desse tributo. Por isso, tenha em mente que os outros tipos de debêntures terão IR regressivo apenas sobre o rendimento: quanto maior o período de investimento, menor a incidência do imposto.

Também vale ressaltar que não existe proteção do Fundo Garantidor de Crédito para essa aplicação e que é possível, sim, tomar um calote da empresa emissora dos títulos. Isso significa que a segurança em investir em debêntures é um pouco menor em relação aos outros investimentos mencionados, mas as oscilações do mercado financeiro podem influenciar em um ótimo retorno da aplicação em debêntures.

6. Como escolher a melhor opção de investimento?

Diante de tantos tipos de investimentos existentes no mercado, a dúvida no momento de bater o martelo pode surgir, não é mesmo? Como forma de auxiliar investidores iniciantes, confira, agora, 4 sugestões que podem fazer a diferença. Vamos lá!

Entenda que não há o melhor investimento:

Quando o assunto é aplicações, investimentos e dinheiro, existem inúmeros fatores que podem influenciar em uma melhor tomada de decisão. Por isso, fuja de receitas milagrosas ou de corretores que dizem ter encontrado a mina de ouro do mercado das aplicações.

Há pessoas que preferem investir baixas quantias, mas a longo prazo; outros têm a intenção de fazer o dinheiro render por pouco tempo, considerando que desejam dar a entrada do financiamento imobiliário; e por aí vai.

É essencial entender que não há o melhor investimento e que essa decisão é baseada em diversos aspectos da vida de quem deseja aplicar, justamente para facilitar os próximos passos e tornar essa aventura muito mais prazerosa e segura.

Defina o seu objetivo:

Qual é o seu objetivo? Você vai se casar, a viagem de lua de mel já está planejada, mas falta dinheiro? O apartamento dos sonhos está na planta, mas não foi possível dar entrada no imóvel? A aposentadoria está passando por mudanças, mas você deseja fazer um pé de meia para o futuro? Pois bem, são inúmeras as possibilidades do que fazer com o dinheiro e de como um investimento seguro pode ser a chave para etapas importantes da vida.

Pensando nisso, a definição de objetivos — a curto, médio e longo prazo — deve ser prioridade na vida de todo e qualquer cidadão organizado que deseja manter uma vida

financeiramente segura. Para quem não sabe o destino, qualquer caminho serve: então defina suas metas para que o melhor percurso seja traçado.

Avalie os riscos:

A partir dos 5 tópicos de tipos de investimentos citados neste artigo, é possível perceber que cada um apresenta suas particularidades. Da mesma forma que os investimentos têm vantagens, as desvantagens também podem surgir e, claro, precisam ser levadas em conta.

Por isso, avalie os riscos de investir e os diferentes tipos de investimento. Por exemplo, se você tem receio de certa parte do salário fazer falta na renda do mês, a dica é não aplicar seu dinheiro em uma das letras de crédito, considerando a carência para retirada do dinheiro.

Também pode ser interessante, nesse primeiro momento, buscar investimentos que estejam protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito, e aplicar quantias baixas para conhecer melhor esse universo.

Pesquise o tipo de investimento mais adequado ao seu perfil:

Você prefere manter um investimento com baixo rendimento e saber que vai ter retorno em determinado período? Ou gostaria de arriscar em um tipo de aplicação que pode render mais do que o CDI, mas sabendo, também, que pode vir a perder dinheiro? Você quer o dinheiro em sua mão em 6 meses ou quer retirar a aplicação em 6 anos?

Pois bem, são perguntas importantes para traçar o seu perfil de investidor. Saber determinados detalhes auxilia em uma melhor tomada de decisões e na escolha da aplicação mais adequada aos seus objetivos.

7. Quais são as vantagens de investir em imóveis?

Conheça, agora, 3 vantagens de investir especificamente em imóveis. Além de ser uma das áreas mais interessantes do mercado, o ramo imobiliário tem constantes operações por atuar com um bem extremamente necessário aos cidadãos. Confira!

Valorização do imóvel:

Diferentemente de aparelhos eletrônicos ou automóveis, os imóveis tendem a ser valorizados com o passar do tempo a partir do desenvolvimento dos bairros e pelo crescimento das cidades. Por isso, adquirir um bem imóvel garante retorno certo do dinheiro utilizado.

Caso o imóvel seja bem cuidado pelos moradores, simples e pequenos reparos em seu interior já são suficientes para garantir um bom estado. Como consequência, a valorização da casa ou do apartamento torna-se ainda maior.

Facilidade de revenda:

A ideia é mudar de cidade ou país? Pois bem, revender um imóvel não é um bicho de sete cabeças — pelo contrário! Com a valorização desse imóvel, já citada acima, o resultado prático de uma revenda significa dinheiro na mão e de forma rápida.

Como o mercado imobiliário está aquecido, as operações de compra e venda tiveram um aumento significativo: os números de fevereiro de 2019 demonstram um aumento de 30% na compra e construções de imóveis, em comparação ao mês de fevereiro de 2018. Por isso, saiba que o seu apartamento não ficará estagnado caso seja necessário revendê-lo.

Possibilidade de viver de renda:

A possibilidade de comprar um imóvel e colocá-lo para alugar funciona como uma medida extremamente segura, considerando que isso significa um dinheiro fixo entrando por mês. Esse valor pode ser um complemento à renda da família, bem como pode ser a renda principal para garantir a estabilidade financeira de todos.

Se você deseja ter uma vida tranquila e sem surpresas no âmbito financeiro, a dica é investir em imóveis e garantir os rendimentos mensais do aluguel diretamente em sua conta.

Entender como funciona o mercado de aplicações, saber como escolher o investimento seguro mais adequado ao seu perfil e compreender o funcionamento dos mais diferentes tipos de investimentos pode significar o alcance do tão sonhado objetivo: seja a compra da casa própria, a manutenção de uma aposentadoria confortável ou a realização da viagem de lua de mel. Por isso, anote as dicas trazidas em nosso post e comece a investir sem medo.

SUBSÍDIO DA CAIXA PARA COMPRAR UM IMÓVEL: O QUE É E COMO FUNCIONA?

Para quem deseja comprar um imóvel, o primeiro passo é listar todas as possibilidades de realizar esse sonho. Uma boa opção para facilitar o processo é aproveitando os financiamentos da casa própria disponibilizados pelo Governo: o mais procurado é o subsídio da Caixa Econômica Federal.

Pensado para famílias de baixa renda, esse benefício é de grande interesse das pessoas que querem sair do aluguel, mas ainda têm medo de contrair parcelas que não caibam no orçamento doméstico.

Acompanhe nosso post para entender como esse benefício funciona e quem tem direito a ele. Conhecer todos os caminhos e as vantagens oferecidas para facilitar a aquisição da casa própria é essencial para quem deseja ter seu imóvel!

O que é o subsídio da Caixa?

O subsídio da Caixa, benefício do Programa Minha Casa, Minha Vida (do Governo Federal), facilita a vida de quem tem baixa renda e o sonho de comprar a casa própria. É liberada uma quantia para o comprador — que será abatida no valor total do imóvel, diminuindo as parcelas do financiamento e deixando-o mais acessível à população.

Ou seja: o subsídio nada mais é do que um desconto oferecido na forma de isenção de imposto para as construtoras. O comprador que faz o financiamento e solicita o incentivo não tem acesso ao dinheiro, pois é abatido diretamente dos tributos devidos pela empresa, abaixando o valor da compra.

Se você tem direito a um subsídio de R$ 20 mil e pretende comprar um imóvel que vale R$ 100 mil, por exemplo, financiará apenas o restante, que nesse caso seria de R$ 80 mil. Os R$ 20 mil descontados serão quitados pelo programa governamental, por meio do abatimento de impostos devidos pela empresa que está vendendo o imóvel.

É importante ressaltar que, além do fato de o beneficiário ser pessoa de baixa renda, há muitos outros requisitos a serem preenchidos para a aquisição do primeiro imóvel.

Qual é seu valor?

Não existe uma quantia fixa para esse benefício. São inúmeros os elementos analisados para determinar o valor do subsídio, dependendo das características de cada beneficiário, sendo que o principal é a renda familiar (levando em conta dependentes, preço do imóvel escolhido e a localização).

Basicamente, quanto menor for a renda familiar, maior será o subsídio aprovado. O programa habitacional tem três faixas de rendas para a compra do primeiro imóvel em localizações urbanas. São elas:

faixa 1: famílias com rendas de até R$ 1,8 mil mensais podem financiar o imóvel em no máximo 120 vezes. As parcelas a serem pagas variam entre R$ 80 e R$ 270 mensais, sendo possível ter até 90% do valor do imóvel subsidiado sem juros;

faixa 1.5: famílias com renda de até R$ 2,6 mil mensais podem financiar imóveis com taxas de juros de 5% ao ano e dividir em prestações que durem até 30 anos. Os subsídios chegam a R$ 47,5 mil;

faixa 2: famílias com renda de até R$ 4 mil têm a possibilidade de financiar imóveis no mesmo prazo do grupo anterior, mas com direito a subsídios menores (de até R$ 29 mil).

Você pode estimar o valor do subsídio a ser requerido, das parcelas a serem pagas e mesmo de possíveis entradas de forma online. Para isso, basta preencher alguns dados no simulador, como a média da renda bruta familiar e o preço do imóvel escolhido.

Quem tem direito ao serviço?

Como o incentivo é concedido apenas para a compra do primeiro imóvel, o beneficiário não pode ter outra propriedade residencial em seu nome, ainda que não esteja totalmente quitada e haja financiamento sobre ela.

Além disso, para conseguir o benefício, a pessoa não pode ter participado de outro programa de habitação promovido pelo Governo. Exige-se também que o beneficiário seja maior de idade e brasileiro nato (ou legalmente naturalizado brasileiro).

Além dos requisitos pessoais a serem preenchidos pelo beneficiário, o imóvel deve se enquadrar nos moldes do programa. Assim, não é qualquer casa ou apartamento que pode ser escolhido pelo interessado. A Caixa Econômica Federal vai avaliar, vistoriar e fazer uma visita técnica ao local. Vale lembrar que o valor do imóvel a ser financiado também tem limite.

Como requerer?

Antes de solicitar o benefício, é importante fazer a simulação online. Peça ajuda a seu consultor e verifique todas as possibilidades. Em seguida, você pode dar entrada ao programa e pedir a adesão. Nesse início, será preciso estar com os documentos pessoais (RG e CPF), o comprovante de renda e a última declaração do Imposto de Renda.

Caso seus ganhos não sejam superiores a R$ 1.800,00, a pessoa é considerada de baixa renda. Ela terá apenas que se cadastrar na prefeitura ou no órgão municipal responsável pelo programa habitacional para participar do cadastro e esperar sua escolha para efetivar a assinatura do contrato.

Para as famílias com renda superior a esse valor, a entrada no programa é feita por meio da construtora ou imobiliária, de forma individual. Nesse caso, você pode fazer a simulação do

valor do subsídio com seu consultor imobiliário, verificando as taxas de juros, o valor total do imóvel e da entrada, além das parcelas mensais.

É muito comum pessoas que trabalham de forma autônoma e sem carteira assinada usufruírem desse benefício. Não há qualquer impedimento para isso, pois basta comprovar a renda com outros documentos, como extratos bancários dos últimos seis meses.

O subsídio da Caixa é mais do que uma vantagem: trata-se de uma oportunidade para quem quer realizar o sonho de ter a casa própria e não pode gastar com altas parcelas de financiamento do imóvel. Isso porque os valores mensais parcelados ficam menores com o benefício, aliviando o orçamento familiar.

Agora que você já conhece o subsídio da Caixa e sabe que pode ter um grande desconto ao comprar a casa própria, não deixe para depois. Planeje-se para sair do aluguel e comece a investir na criação do seu próprio patrimônio.

Vai comprar um Imóvel? Veja aqui tudo o que você precisa saber antes…

Quem nunca sonhou com a casa própria? Sair da casa dos pais, casar-se ou simplesmente fugir do aluguel são as principais razões que levam os brasileiros a lutar pela compra de seu próprio imóvel.

Não é uma tarefa fácil encontrar e pagar por um bem tão caro e importante como o imóvel. Além das questões financeiras, é preciso levar em consideração outros pontos igualmente importantes, como a localização do imóvel, se é casa ou apartamento, o número de dormitórios, as medidas gerais (terreno e área construída), a vizinhança, o tempo de construção (na planta, novo ou usado), e até mesmo se é melhor construir ou comprar pronto para morar.

Casal se mudando:

Veja também ofertas de compra e venda de imóveis.

Como pagar por um imóvel:

Antes de pensar no tipo e local do imóvel, é preciso ter certeza de que este é o momento certo para fazer a compra.

Se você tem em mãos o valor completo de um imóvel, tudo fica mais fácil, principalmente a negociação de preços. Mas sabemos que são poucas as pessoas que podem comprar um imóvel à vista, sem o auxílio de empréstimo, consórcio ou financiamento.

Para quem pretende comprar um imóvel através de crédito bancário, é preciso estar ciente de pelo menos duas exigências dos bancos:

Nome limpo – Nenhum banco libera crédito, seja empréstimo ou crédito de habitação, se o nome do comprador (e do vendedor também, em caso de crédito para habitação) estiver com alguma restrição no SPC ou Serasa. Portanto, antes de solicitar a aprovação de crédito no seu banco, negocie todas as dívidas pendentes.

Comprovação de Renda – Os bancos precisam ter certeza de que o valor emprestado será devolvido dentro do prazo. Para isso, eles exigem a comprovação de renda, seja de trabalhador assalariado ou autônomo, pessoas aposentadas ou pensionistas.

Veja as opções oferecidas pelos bancos:

Empréstimo para Casa Própria

Tanto o empréstimo bancário como o financiamento oferecem a você a possibilidade de receber uma quantia “x” e pagá-la em parcelas com juros.

A diferença é que no caso do empréstimo, esse dinheiro pode ser utilizado para qualquer compra, pois o valor é entregue diretamente a você, sem um destino específico. Já o financiamento é uma carta de crédito que o banco transfere diretamente para a conta do vendedor do imóvel quando o comprador assina o contrato com o banco, ou seja, a relação não é apenas entre você e o banco, mas sim entre você (comprador), o banco e o vendedor do imóvel.

 Será que estou trabalhando demais?

Comprando um imóvel:

O empréstimo geralmente possui taxas de juros bem maiores que as taxas de financiamento, por isso é aconselhável tomar emprestado do banco apenas quantias pequenas.

Financiamento de Imóveis:

É possível financiar até 100% do valor do imóvel para quem possui renda familiar de até 7 salários mínimos aproximadamente, dependendo da região. Já quem possui uma renda familiar superior, poderá conseguir um financiamento de no máximo 90% do valor do imóvel. O restante do valor que não é financiado (neste caso, os 10% que faltaram) deve ser pago diretamente ao banco como entrada.

É preciso fazer uma simulação nos bancos para saber qual o valor máximo de uma carta de crédito que você poderá obter de acordo com a sua renda e idade. A simulação mostrará o valor mínimo de entrada que irá depender também do valor total do imóvel. Na Caixa Econômica Federal é possível utilizar o seu saldo de FGTS para pagar o valor de entrada.

Consórcio de imóveis:

Diferente das opções acima, o consórcio não cobra juros, e sim uma taxa administrativa. Se você deseja fugir dos juros, essa é a melhor opção, desde que não tenha pressa em receber a carta de crédito. Para quem não sabe, o consórcio funciona como uma espécie de poupança (forçada, já que se trata de um contrato), onde o comprador vai pagando parcelas baixas (sem juros) enquanto aguarda ser contemplado com a carta de crédito do valor total que ele solicitou para comprar o imóvel.

O comprador pode ser contemplado através dos sorteios periódicos (geralmente mensais) ou se der um lance mais alto do que os outros participantes. Sendo contemplado no início ou não, o comprador deverá pagar todas as parcelas. Se não for contemplado durante este tempo, receberá a carta de crédito ao final de tudo.

A vantagem é que a taxa administrativa é baixa e não há nenhuma cobrança de juros. Por outro lado, é preciso ter paciência para esperar ou sorte para ser contemplado logo nos primeiros meses.

Outras despesas – Impostos, Escritura e Registro:

Seja qual for a sua escolha para o pagamento, é necessário saber que além do valor da casa ou apartamento em si, você terá outras despesas para que o imóvel seja finalmente seu. O percentual de gastos com os impostos, escritura e registro será 3% a 10% do valor total do imóvel. Será preciso fazer uma reserva antes de comprá-lo.

ITBI – Imposto de Transmissão de Bens Imóveis: Logo que o contrato de compra e venda é assinado, o comprador precisa ir à prefeitura de sua cidade para transferir o novo imóvel para o seu nome. Será cobrado o ITBI que corresponde a aproximadamente 3% do valor total do imóvel (esse percentual varia de acordo com a região).

Escritura Pública: Para registrar a escritura do imóvel é necessário pagar uma taxa pré-estabelecida de acordo com o valor do imóvel. Cada estado possui a sua própria tabela de preços. Porém, quem financia um imóvel não precisa, pois o contrato feito com o banco serve como Escritura Pública.

Registro: Baseado numa tabela de preços estadual, o comprador também deverá pagar pelo registro do imóvel. Para esta etapa será necessário levar o comprovante de pagamento do ITBI e a Escritura (ou contrato de financiamento) ao cartório.

Localização e Tipo do Imóvel:

Se depois de saber sobre os custos e formas de pagamento do imóvel, você está convicta de que este é o momento de comprar o seu, vamos para o próximo passo.

Localização: Não se engane com beleza. A localização do imóvel também é um quesito muito importante a ser analisado. Não foque apenas na bela arquitetura do imóvel, observe também se há comércio por perto. Coisas essenciais para o dia a dia devem ser de fácil acesso como: padaria, supermercado, farmácia, academia, escola etc. Veja quem são os vizinhos. Note se há bares ou salões de festa que causam barulho por perto, se há bagunça na rua ou se é deserta demais. Para quem usa transporte público, também é fundamental ver se existe algum ponto de ônibus por perto, e quais as linhas que passam por lá.

Saiba como mudar de hábitos de forma efetiva:

Tipo de Imóvel: Casa ou apartamento? Se você possui família grande e animais de estimação acostumados com um quintal espaçoso, esqueça apartamento. Quem mora em prédios precisa estar disposto a conviver com regras coletivas, limite de barulho e padronização de tudo (portas, janelas etc).

Quem mora em casa tem mais liberdade para fazer um churrasco com os amigos, reformar o que quiser no imóvel e criar animais maiores, porém os preços de casas costumam ser mais elevados do que os de apartamento, e o investimento em segurança se torna ainda mais necessário, já que, com exceção de condomínios fechados, as casas não possuem guaritas, nem porteiros.

Imóvel:

Também é necessário escolher se você deseja comprar um imóvel na planta, novo (construído) ou usado. As vantagens e desvantagens de cada um são muito particulares, mas podemos destacar que comprar imóveis na planta ou em construção implica em ter um pouco de paciência, já que raramente as construtoras cumprem o prazo de entrega.

6 dicas para quem quer comprar o primeiro apartamento comprar o primeiro apartamento:

Para conseguir juntar o dinheiro e comprar o primeiro apartamento é preciso muito planejamento e disciplina. Por isso, no post de hoje, vamos listar algumas dicas que podem te ajudar a conquistar seu primeiro lar e facilitar esse processo! Veja mais:

1. Planeje bem os custos

Comprar um apartamento não é nada barato, por esse motivo, muitas pessoas que possuem dificuldades em poupar optam pelo financiamento, como forma de obrigar o pagamento mensal das parcelas. Porém, um financiamento é a contração de uma dívida, que impõe o pagamento de juros, enquanto, se o mesmo valor fosse investido, em vez de pagar juros, você receberia rendimentos.

2. Aprenda a se tornar um poupador

O primeiro passo para se tornar um poupador é começar a controlar suas finanças. Saber quanto gasta com comida, moradia (caso pague aluguel), saídas, etc. é o diferencial para poder enxergar aquelas brechas onde os gastos podem ser cortados ou reduzidos. Alguns aplicativos online podem facilitar esse processo, oferecendo inúmeras vantagens.

3. Faça a grana render para comprar o primeiro apartamento

Evite gastos com cartões de crédito e crediários, faça seus pagamentos sempre à vista evitando a contração de dívidas futuras. Quando estiver conseguindo juntar um montante mensal, movimente o dinheiro! Dinheiro parado não rende nada, e investir em algumas aplicações podem fazer com que a quantia cresça mais rápido e o sonho do primeiro imóvel se concretize com mais agilidade.

Aprenda de uma vez por todas como começar um investimento

4. Se for financiar…

Nem sempre conseguimos juntar a grana total para comprar o apartamento, visto que imóveis são onerosos. Porém, caso precise realizar o financiamento, sempre dê uma entrada, financiando o mínimo possível para que as parcelas sejam mais suaves e quitadas em menos tempo. Usar o FGTS também pode ser uma boa, mas lembre-se sempre de pesquisar bem as taxas e condições de banco e negociar para conseguir as melhores condições.

5. Procure o imóvel ideal

Só você pode dizer o que é o imóvel ideal no seu caso, pois cada um tem suas necessidades específicas. Por exemplo: se você trabalha em casa, não precisa de localidades com fácil acesso ao transporte público ou vias de trânsito rápido; caso goste de espaço, pode optar por apartamentos mais antigos, que possuem plantas maiores; se é uma pessoa mais reservada, pode procurar prédios sem salão de festas, diminuindo o valor do condomínio.

6. Verifique as condições do apartamento

As opções são muitas, mas algumas dicas na hora de escolher o imóvel também são válidas para evitar futuras dores de cabeça:

Verifique a vizinhança: visite o imóvel em vários momentos do dia para ver o nível de segurança e de barulho;

Observe a orientação do sol: caso o apartamento receba muita incidência de luz solar durante todo o dia, isso pode causar desconfortos nas épocas mais quentes;

Cheque as instalações tubulares de água (abra as torneiras do imóvel e veja se água sai limpa) e a rede elétrica (veja se as tomadas já estão no novo padrão ou se a rede é muito antiga). Isso pode evitar transtornos com futuras manutenções.

COMPRA E VENDA:

O mercado imobiliário é cada vez mais exigente e está em constante mudança. Por isso, vender seu imóvel requer alguns cuidados. Vale a pena observar algumas dicas valiosas para fazer uma venda bem-sucedida e não ter problemas para fechar negócio.

Planeje seu tempo para a venda:

Para vender uma casa ou um apartamento, você precisa ter calma e planejar para fechar negócio. Analise algumas questões antes de começar: por que quero vender o imóvel agora? Vale a pena vender neste momento? Quanto tempo é preciso esperar para encontrar um bom comprador?

Você pode ter seus motivos, mas procure observar os outros imóveis de sua região. Se eles não são procurados e vendidos com facilidade, talvez seja uma boa ideia aguardar para iniciar a venda.

Encontrar um comprador não é uma tarefa fácil e aliar os seus interesses aos dele é uma negociação delicada.

Analise bem o mercado:

O mercado imobiliário funciona em grande sazonalidade. Na última década, casas e apartamentos passaram a valer mais e o poder de compra ficou maior com mais possibilidades de financiamento.

Mas o cenário agora mudou. A diminuição do poder aquisitivo trouxe novas regras para financiamentos, que foram dificultados. Diante do panorama, é essencial não errar na precificação do seu imóvel — não cobrar alto demais, nem tão abaixo do mercado. Faça uma pesquisa adequada: visite, ligue e vá a leilões para se informar sobre os preços e condições de imóveis semelhantes ao seu.

Verifique sua documentação:

Manter a documentação em dia é um diferencial na hora da venda. Despesas com inventários e escrituras costumam ficar por conta do vendedor, mas tudo é negociável. Os impostos, como IPTU, e as contas periódicas (energia elétrica e água) devem ser quitados e regularizados assim que o comprador fechar o negócio.

Nunca deixe pendências de serviços, como a internet e TV a cabo. Todos os serviços devem ser cancelados, para que o comprador (ou você) não tenha problemas futuros.

Prepare o imóvel para quem vai chegar:

Procure valorizar o que seu imóvel tem de melhor. Se for possível, faça uma reforma e deixe tudo funcionando de forma correta. Infiltrações, vazamentos, rachaduras, pintura mal feita, pisos soltos e outras inadequações trazem uma impressão negativa a um possível interessado.

Procure conservar as paredes e pisos com a pintura em dia, limpos e organizados. Lembre-se de que seu imóvel passou a ser um produto negociável e, a partir de agora, qualquer detalhe pode ajudar a fechar a compra — ou servir para o oposto.

Contrate profissionais qualificados:

Caso você recorra a uma imobiliária ou a um corretor imobiliário, faça a devida pesquisa no CRECI, para verificar se é tudo regular e ativo. Esse tipo de serviço deve ter todas as referências positivas. Afinal, colocar um imóvel a venda é algo complexo e exige grande dedicação de quem vende. Faça uma experiência com um possível comprador para checar se o perfil do profissional é o que você deseja adotar.

Ter um advogado de sua confiança também é algo fundamental. Para que a compra seja devidamente realizada, as transações financeiras e documentação devem ser acompanhadas perante a justiça, para que não haja nenhum transtorno futuro, principalmente se o imóvel é resultado de alguma partilha familiar ou algo do tipo.

Mas, se você não deseja ter nenhuma dor de cabeça com qualquer dos fatores acima, aposte na ideia de ter a ajuda de uma imobiliária conceituada e bastante experiente no mercado.

Comprar um apartamento é um momento único. Essa aquisição pode ter vários significados diferentes: um investimento, o início de uma nova família ou até mesmo outra etapa profissional.

No entanto, seja por qual razão for, atentar-se a algumas questões é essencial para fazer uma aquisição assertiva. Antes de mais nada, vale frisar que um bom negócio no ramo imobiliário vai muito além de preço.

É preciso considerar muitas outras coisas, como localização, estado de conservação e documentação, por exemplo. Em outras palavras, é preciso fazer um diagnóstico prévio.

Você é casado, tem filhos pequenos e prioriza privacidade? Prefira, nesse caso, uma rua que não fique perto da agitação. Mas, se o objetivo for investir para alugar, o público jovem é um bom nicho para focar-se. Nesse caso, opte por endereços de acesso fácil a bares e universidades como um diferencial.

A DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA

No caso dos apartamentos usados, a documentação é mais extensa. Matrícula atualizada no cartório, certificado de débitos com o condomínio e a certidão negativa de tributos, por exemplo, serão necessários.

Para empreendimentos novos, tudo fica mais fácil! É preciso apenas o memorial descritivo — documento em que constam todas as informações sobre a construção, bem como a certidão negativa de débitos com o condomínio.

COMPRAR DIRETO COM CONSTRUTORAS É UM BOM NEGÓCIO

Quando a compra do apartamento é feita diretamente com incorporadoras, a garantia é maior — principalmente nas que são conhecidas, confiáveis e que têm tradição. Antes de comprar um apartamento direto com a construtora, solicite o memorial descritivo do prédio.

Nele estarão as informações detalhadas da construção: acabamentos, tipos de materiais, equipamentos de áreas comuns — como o salão de festas e piscina. Outra dica é assinar a entrega das chaves só depois de conferir o empreendimento, com o documento em mãos, para ver se tudo está certo.

Peça também a convenção do condomínio. É uma certidão que existe antes das unidades estarem à venda, a qual você tem acesso antecipado. Esse documento trata de assuntos importantes, como regras de convívio entre moradores, reforma de garagem, instalação dos aparelhos de ar-condicionado, etc.

Você que está a procura de um imóvel aqui, considere aluguel casas em Alphaville, Barueri não só como uma moradia, mas também como potencial investimento para o futuro. Sobre investimento, fique atento ao mercado de imóveis e suas centenas de oportunidades. Utilize os filtros de busca do Dreamcasa e encontre o imóvel que deseja na medida certa para você.