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Imóveis para alugar – DF

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Distrito Federal é um Estado brasileiro, as cidades onde temos mais opções de imóveis à Venda são: Águas Claras, Brasília, Taguatinga, Samambaia, Vicente Pires, Ceilândia, Guará, Riacho Fundo, Núcleo Bandeirante, Sobradinho, Gama.

Brasília é a capital da República Federativa do Brasil e do Distrito Federal brasileiro.

Inaugurada em 21 de abril de 1960, pelo então presidente Juscelino Kubitschek, sendo a 3ªcapítal do Brasil.

A partir desta data iniciou-se a transferência dos principais órgãos da Administração Federal para a nova capital com a mudança das sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário federais.

Localiza-se no Distrito Federal.

No último censo realizado pelo IBGE (2000) foi indicada uma população de 2,05 milhões de habitantes, sendo 1,96 milhão na área urbana e cerca de 90 mil na área rural. As últimas projeções (IBGE 2004) indicam que a população total já esteja em cerca de 2,36 milhões de habitantes. Está situada na Região Centro-Oeste.

Seu Plano Piloto foi feito por Lúcio Costa e muitas de suas construções foram projetadas pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer

Brasília é formada pela Asa Norte, Asa Sul, Setor Militar Urbano, Setor de Garagens e Oficinas, Setor de Indústrias Gráficas, Área de Camping, Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios, Setor de Embaixadas Sul e Norte, Vila Planalto, Granja do Torto, Vila Telebrasília, Setor de áreas Isoladas Norte e sedia os três poderes da República Federativa do Brasil: Executivo, Legislativo e Judiciário.

Segundo o geógrafo Aldo Paviani, Brasília é constituída por toda a área urbana do Distrito Federal, e não apenas a parte tombada pela UNESCO ou a região central, pois a cidade é poli nucleada, constituída pelas várias regiões administrativas, sendo uma delas o Plano Piloto, de modo que as regiões periféricas, como Ceilândia e Gama, entre outras, estão articuladas às centrais, especialmente na questão do emprego, e não podem ser entendidas como cidades autônomas.

Naturalidade:

Brasiliense é o nome que se dá a quem nasceu em Brasília. Candango é o termo dado a quem vive em Brasília, mas não nasceu na cidade. Atualmente também tem sido utilizado por alguns brasilienses para se identificarem. De origem africana, Candango significa “ordinário”, “ruim”, e era a denominação que se dava aos trabalhadores que participaram da construção de Brasília.

Turismo:

Palácio do Planalto (ao fundo) no mundo inteiro, Brasília é a única cidade construída no Século XX classificada como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. Tem belos prédios, construções magnificas e a arte está presente em todos os lugares. Entre suas atrações mais visitadas estão o Congresso Nacional, a Praça dos Três Poderes, a Catedral, o Catetinho, a Torre de TV, o Memorial JK e o Santuário Dom Bosco. A cidade ainda conta com várias áreas verdes, como o Parque da Cidade Sarah Kubitscheck, o Parque Nacional de Brasília, mais conhecido como Água Mineral e o Jardim Botânico.

Brasília ainda é conhecida por suas comunidades religiosas, localizadas na cidade (como o Templo da Boa Vontade da LBV) ou nos seus arredores, como o Vale do Amanhecer, a Cidade Eclética e a Cidade da Paz.

História de Brasília

Geografia:

Brasília se localiza a oeste a uma altura de 1050 a 1200 metros acima do nível do mar. Seu relevo é na maior parte plano, apresentando algumas leves ondulações. O clima é tropical de altitude de alternância e altitude, com um verão úmido e chuvoso e um inverno seco.

A temperatura média anual é de 19ºC, podendo chegar aos 28ºC no verão e a menos de 07ºC nas madrugadas de inverno, a noite mais fria do ano de 2006 foi no dia 09 de junho, as 3 e 55 da manhã fez 7.8 graus. Porém a temperatura pode variar no Distrito Federal, pois infelizmente o inmet só possui bases registradoras na região do plano-piloto e aeroporto. é muito normal durante os meses de inverno e outono, no Pico do Roncador, na serra do Sobradinho, registrar temperaturas negativas, pois o pico é o mais alto dentro do Distrito Federal. Ele fica a mais de 2.200 metros acima do nível do mar.

O frio também predomina na região rural e nas margens de rios e lagos. A umidade relativa do ar é de aproximadamente 70%, podendo chegar aos 30% ou menos no inverno. Fauna predominantemente típica de cerrado, em alguns lugares da cidade é possível observarmos espécies de gimnospermas (pinheiros e também outros tipos de árvores provenientes de outra flora brasileira.

A cidade foi construída estrategicamente no Planalto Central, uma vasta região sem grandes acidentes geográficos no interior do Brasil. Algumas razões para sua construção são deslocamento do centro político do país para fora do eixo Rio-São Paulo, incentivo ao povoamento do interior quase vazio do país e melhor posição estratégica e militar da capital.

Brasília cresceu muito desde que foi construída. A cidade foi projetada para comportar no máximo 500.000 habitantes, sendo que hoje o Distrito Federal, quadrilátero em meio ao planalto determinado para abrigar a cidade, já possui mais de 2,2 milhões de pessoas, com 1,5 milhão nas cidades satélites e 600.000 habitantes em Brasília. A maior razão para seu superpovoamento é o fato de sua economia estar intimamente ligada ao poder público.

Brasília é a cidade com uma das maiores rendas per-capita do Brasil. Um dos problemas crônicos causados por tudo isso é que o número de carros em Brasília tende a aumentar a níveis para os quais a cidade não foi projetada; começaram a surgir inúmeros engarrafamentos na cidade, e alguns lugares se tornam intransitáveis na hora do rush. Para tentar amenizar esse quadro, foi construído um metrô, mas devido à sua extensão limitada e ao próprio crescimento da cidade, não alterou significativamente o problema de trânsito na cidade.

A primeira sede administrativa do Brasil foi São Salvador (atualmente Salvador), onde funcionou de 1578 até 1763, transferida posteriormente para o Rio de Janeiro. Mas desde o início da colonização a ideia de uma capital no interior esteve sempre presente. Apesar da falta de evidências, credita-se a originalidade da ideia ao Marquês de Pombal (1699-1782), que desejaria, então, uma capital inexpugnável, não apenas para a colônia, mas de todo o reino português.

Os patriotas da Conjuração Mineira de 1798 pretendiam instalar a capital do país na cidade de São João del Rei, enquanto os revolucionários nordestinos de 1817 imaginaram para a capital da república que pretendiam construir, uma cidade central, a 30 ou 40 léguas do mar.

Em 1808, a corte portuguesa refugiou-se no Rio de Janeiro. Em 1809, William Pitt, primeiro-ministro do Reino Unido recomenda, por motivos de segurança, a construção de uma Nova Lisboa no Brasil central.

A partir de 1813, Hipólito José da Costa, em repetidos artigos de seu Correio Braziliense, reivindicava “a interiorização da capital do Brasil, próxima às vertentes dos caudalosos rios que se dirigem para o norte, sul e nordeste”.

Em 1821 José Bonifácio preparou a minuta de reivindicações da bancada brasileira para a parecer da comissão encarregada da redação de aditamentos à constituição. Acredita-se que tais reivindicações inspiraram a publicação em 1822 de um in-fólio sob o título de “Aditamento ao projeto de Constituição para fazê-lo aplicável ao reino do Brasil”, em que se sugere “no centro do Brasil, entre as nascentes dos confluentes do Paraguai e Amazonas, fundar-se-á a capital desse Reino, com a denominação de Brasília”.

José Bonifácio de Andrada e Silva, tão logo viu proclamada a independência do Brasil, ofereceu à assembleia constituinte, a que então presidia, uma Memória, onde demonstra as vantagens “de uma nova capital do Império no interior do Brasil, em uma das vertentes do rio São Francisco, que poderá chamar-se Petrópole ou Brasília…”.

Na legislatura de 1852 a questão tornou a ser ventilada, despertando a atenção do historiador Varnhagen, que defendeu ardorosamente no compêndio “A questão da capital marítima ou no interior?”. Coube-lhe a primeira verificação prática no local (1877). Apontou então como local mais apropriado “para a futura capital da União Brasílica o triangulo formado pelas lagoas Formosa, Feia e Mestre d’Armas, das quais manam águas para o Amazonas, para o São Francisco e para o Prata!”. Determinava assim, com oitenta e três anos de antecedência, o ponto onde se iria instalar a nova capital.

Com o advento da república, volta a velha questão à tona, sempre ligada à defesa e ao desenvolvimento do país, afirmando-se expressamente, no art. 3o.da constituição republicana de 1891; “Fica pertencente à União, no Planalto Central da República, uma zona de 14.000 km², que será oportunamente demarcada, para nela estabelecer-se a futura Capital Federal.” Floriano Peixoto (segundo presidente da república) deu objetividade ao texto, constituindo-se a Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892), sob a chefia do geógrafo Luís Cruls, que apresentou substancioso relatório, delimitando, na mesma zona indicada por Varnhagen, uma área retangular que ficou conhecida como Retângulo Cruls.

Durante vários anos pouco se falaria na questão, e, na verdade, para tão arrojado plano, naquela época, seria necessário vencer as distancias com razoáveis estradas de ferro até o mar, exigindo uma tecnologia de que não dispunha o Estado.

Muito embora a constituição de 1934 previsse a interiorização da capital federal e ordenasse que, “concluídos os estudos, serão apresentados à Câmara dos Deputados, a qual tomará, sem perda de tempo, as providencias necessárias à mudança”, sobreveio a carta constitucional de 1937 e foram esquecidos tais propósitos. Reapareceu o mesmo texto no art. 4 das disposições transitórias da constituição de 1946, motivando a comissão chefiada pelo engenheiro Poli Coelho, que reconheceu a excelência do local já preconizado.

Outra comissão, constituída em 1953 e presidida (em 1954) pelo general José Pessoa, completando os estudos já realizados, delineou a área de futura capital entre os rios Preto e Descoberto, e os paralelos 15o30′ e 16o03′, abrangendo parte do território de três municípios goianos (Planaltina, Luziânia e Formosa), o que foi aprovado.

Em 09 de dezembro de 1955, o presidente da República em exercício, Nereu Ramos, através do decreto n.38.261 transforma a Comissão de Localização da Nova Capital do Brasil, em Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, da qual foi presidente, de maio a setembro de 1956, o doutor Ernesto Silva, que, a 19 de setembro, lançou o concurso nacional do Plano Piloto de Brasília.

Em Jataí, no início de sua campanha eleitoral, Juscelino Kubitschek de Oliveira fora interpelado sobre o assunto da mudança da capital por um popular.

Respondera que a mudança era obrigação constitucional e daria os primeiros passos para sua efetivação. Eleito presidente da república, logo após sua posse, em janeiro de 1956, afirmou o seu empenho “de fazer descer do plano dos sonhos a realidade de Brasília”; Em 12 de março de 1957, instalou-se a Comissão julgadora do Concurso Público para a escolha do Plano Piloto da cidade de Brasília.

O arquiteto Oscar Niemeyer foi escolhido para chefia do Departamento de Urbanística e Arquitetura, sendo encarregado de abrir concurso para escolha do plano-piloto; assim, em março de 1957, uma comissão julgadora constituída por sir William Halford, Stano Papadaki, André Sive, Oscar Niemeyer, Luís Hildebrando Horta Barbosa e Paulo Antunes Ribeiro escolheu o projeto do arquiteto Lúcio Costa.

No dia 2 de outubro de 1956, em campo aberto, o presidente Kubitschek assinou o primeiro ato no local da futura capital, lançou então a seguinte proclamação: “Deste planalto central desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino.”

No mesmo ano iniciaram-se os trabalhos de construção. Formou-se o Núcleo Bandeirante, onde se permitia maior liberdade à iniciativa particular e foi batizado com o nome de “Cidade Livre”. Especialmente do Nordeste, Minas Gerais e Goiás, principiaram chegar levas de trabalhadores. Os primeiros candangos.

Brasília foi inaugurada oficialmente em 22 de abril de 1960, mas os preparativos começaram há mais de dois séculos atrás.

As duas primeiras capitais brasileiras, Salvador e Rio de Janeiro, foram construídas pela costa.

Desde a segunda metade do século 18, os governantes (o Rei Português, os imperadores brasileiros e os presidentes da República do Brasil) tinha interesse em mudar a capital para uma área mais interior, menos expostos a ataques marítimos.

Em 1823, José Bonifácio de Andrade e Silva, um dos mentores da Independência do Brasil (conquistada em 1822), é uma de propor o movimento, já sugerindo o nome de Brasília.

Em 1891, a primeira Constituição da República do Brasil (proclamada em 1889) determinou que uma nova capital seria construída, em 1894, uma área de 14.400 quilômetros quadrados foi reservado para a capital.

Em 7 de setembro de 1922, a primeira pedra de Brasília está posto, em um local que hoje é administrada por Planaltina , uma das cidades satélites de Brasília.

No mandato do presidente Eurico Gaspar Dutra (1946-1950), o Brasil estava vivendo um período próspero (a guerra tinha se aproximado Brasil e EUA), e a mudança de capital saiu do papel para se tornar realidade. Em 1955, a comissão para a nova capital federal escolheu o local em que Brasília seria construída.

Em 1956, Juscelino Kubitschek de Oliveira é eleito presidente e cria a Companhia de Urbanização da Nova Capital ( Novacap ).

Kubitschek convida um jovem arquiteto, Oscar Niemeyer, para comandar o projeto. No mesmo ano de 1956, o trabalho no local começa.

Em 1957, um concurso público é ganho pelo urbanista Lúcio Costa, que apresentou as ideias inovadores para o projeto da nova capital, em seu trabalho que ficou conhecido como Plano Piloto (Plano Piloto).

Juscelino Kubitschek, ou JK, teve o lema “cinquenta anos em cinco”, seu plano era fazer o Brasil crescer durante o seu mandato de cinco anos, tanto quanto os anteriores 50 anos; JK convidou os fabricantes de automóveis (como a Ford, GM e Volkswagen) para vir para o Brasil, e abriu várias estradas (em detrimento de ferrovias) para estimular a venda de carros. No entanto, querida JK era Brasília; ter a cidade terminou ainda durante seu mandato, ele não hesitou em alocar recursos humanos e financeiros para as obras; Boeings vários foram alugados para voar cimento, areia e outros suprimentos nos locais.

Juscelino estava tão obcecado com a ideia de ser o fundador de Brasília, que abriu oficialmente a cidade em 22 de abril de 1960, antes de ser concluída.

Desde o início, o crescimento de Brasília foi superior aos planejamentos.

De acordo com os planos originais, Brasília seria uma cidade para as autoridades governamentais e funcionários. No entanto, durante o período de construção, muitos brasileiros de todo o país (mas sobretudo das regiões Norte e Nordeste) migrou para Brasília; esses imigrantes eram chamados de “candangos”.

Os candangos era para voltar para casa quando Brasília foi concluída, mas a maioria não, muitos simplesmente não podia sair, e mais Brasília viu uma oportunidade para uma vida melhor.

Para acomodar os candangos, pequenas aldeias foram construídas no entorno do Plano Piloto. Como mais e mais migrantes foram atraídos pelas oportunidades de crescimento da capital, estas aldeias cresceu e tornou-se o Satélites Cidades (cidades satélites) de Brasília.

Até os anos 1980, o prefeito de Brasília foi nomeado pelo Governo Federal, e as leis de Brasília foram emitidos pelo Senado Federal.

Depois da Constituição de 1998, Brasília ganhou o direito de eleger seu governador, e uma Assembleia Distrital foi eleito para exercício do Poder Legislativo (ainda existem algumas diferenças entre Brasília e outras cidades brasileiras).

Brasília capital da esperança

21 de abril de 1960, Brasília tornou-se oficialmente a capital do Brasil . Provavelmente não é coincidência que o evento ocorre no dia do aniversário da fundação de Roma …

Quatro anos antes, o presidente brasileiro Juscelino Kubitschek decidiu construir uma nova capital no centro do país, nas estepes do Estado de Goiás, para reorientar o desenvolvimento do Brasil para dentro.

O trabalho do planejador Lúcio Costa e o arquiteto Oscar Niemeyer é fiel ao “estilo internacional” inventado por Le Corbusier. Ela encanta estetas, mas não convenceu os seus habitantes ou aqueles nostálgicos da antiga capital, Rio de Janeiro.

Por que uma nova cidade?

A primeira capital colonial do Brasil, Salvador da Bahia foi fundada em 1549 no extremo oriental do país. Ele manteve seu status de dois séculos antes de ser substituído por Rio de Janeiro em 1763.

Logo fica evidente que os líderes do país com a altamente desenvolvida sul de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, no coração de áreas de mineração e do café, poderia engolir o resto do Brasil. Como unificar a nação e explorar suas possibilidades, se o capital está situada à margem desta área? A Constituição republicana de 1891, inspirado pelos Estados Unidos, prevê, no seu artigo terceiro, assim, a construção de uma nova capital no planalto central.

Este texto é uma letra morta até a posse do presidente Juscelino Kubitschek em 1956! Este último, que sucedeu Getúlio Vargas em condições muito difíceis, decidiu criar uma nova capital, de acordo com a Constituição, a fim de consolidar a sua legitimidade.

Este grande projeto irá proporcionar-lhe novos adeptos no país. É, portanto, um argumento para a campanha e, em 1957, por decreto fixou a data de abertura da nova capital, 21 de abril de 1960, duplo aniversário da fundação de Roma, por um lado, a execução do primeiro herói independência do Brasil, Tiradentes, em 1792, por outro lado.

O símbolo do novo Brasil:

É o planejador Lúcio Costa, que desenhou os planos para a nova capital, com a ideia de que ela deveria simbolizar muito assertiva modernidade extrema no Brasil. Ele chama dois eixos, o eixo monumental (Leste-Oeste), que estão localizados ao longo dos edifícios dos ministérios e oficial, mas também o negócio, e um segundo eixo, curva (norte-sul), que estão localizados bairros habitação, superquadras. Tudo na forma de uma cruz ou um símbolo do avião da cidade e longe de todos dependentes de ligações aéreas. No cruzamento dos eixos, a estação de ônibus.

O arquiteto Oscar Niemeyer é responsável por edifícios principais, o mais importante é, sem dúvida, a catedral estrutura, hiperboloide com uma base circular de 70 metros de diâmetro, cujos pilares convergir antes de partir novamente no topo.

Tudo está longe de terminar quando a capital foi aberto no dia marcado (a catedral em si vai ser consagrado em 1970). Qualquer que seja. O Cardeal Arcebispo de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, oferece a missa inaugural da cidade, com a cruz de ferro Cabral, descobridor do Brasil, que havia servido na primeira missa celebrada no Brasil, símbolo da renovação na continuidade.

Um misto:

A fundação de Brasília, sem dúvida, dado um novo impulso no Brasil, que é voltado para o interior e para a exploração da Amazônia para o melhor … ou pior, um ponto de vista ecológico.

No entanto, algumas ambições urbanas não poderiam ser realizadas.

O ala sistema independente, superquadras, com suas lojas e escolas, tende a isolar o seu povo e faz uso essencial do carro, porque a rua não é mais pensada como um lugar de interação social: Brasília é uma cidade projetada para automóveis.

Não ter os meios para aceder a estes superquadras, em que casa No total, 300.000 habitantes, migrantes de regiões mais pobres do Nordeste, atraídos pela capital, amontoados em cidades satélites caóticas, separado centro por um “cinturão verde” que preserva o ecossistema e fornece um espaço relaxante para os moradores da cidade. Um total de dois milhões de pessoas.

Brasília permanece quase exclusivamente como um centro administrativo e não tem nenhuma oferta de emprego, a taxa de desemprego é muito elevado.

Politicamente, a construção da nova capital, tem permitido a curto prazo poder estabilizador, mas não evitou o golpe militar de 1964.

 “Deste Planalto Central, desta solidão em que breve se transformará em cérebro das mais altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada, com uma fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino”. Juscelino Kubistchek

Brasília, a capital do Brasil, inaugurada em 21 de abril de 1960, continua sendo uma das mais belas e a mais moderna cidade do país. Mas a sua história começa há mais tempo do que a maioria das pessoas imaginam.

O Começo do Sonho:

Desde a época do Brasil Colônia já se pensava em construir uma nova capital. O Brasil tinha um imenso território e além das escaramuças de piratas e contrabando de pau-brasil, muitas nações europeias foram tornando constantes os seus ataques à costa brasileira, desafiando a Coroa Portuguesa.

De nada valeram os esforços de D. João III em tentar criar um sistema de policiamento da costa do Brasil. Os ataques estrangeiros foram ficando cada vez mais frequentes e revelavam a intenção de algumas nações em ocupar partes do território brasileiro. Basta lembrar que Salvador, a primeira capital do Brasil, sofreu diversos ataques de piratas ingleses e foi tomada pelos holandeses liderados pelo almirante Willenkens.

Os invasores só foram expulsos da capital brasileira um ano depois. Aos poucos, alguns brasileiros começaram a perceber que o Brasil estava de costas para o Brasil. Era um povo agrupado no litoral, lançando um olhar nostálgico para o continente europeu. Surgiriam então as primeiras vozes a defender a interiorização do país. Longe do litoral e dos ataques de canhões das naus inimigas, uma nova capital no interior do Brasil teria muito mais segurança.

Essa ideia foi defendida pelo Marquês de Pombal, em 1761. A Inconfidência Mineira, em 1789, já demonstrava a insatisfação dos brasileiros com a Coroa portuguesa e um anseio latente por um processo de interiorização do Brasil. Entre os planos dos inconfidentes estava a

transferência da capital do Rio de Janeiro para São João Del Rei. Em 1808, o jornalista Hipólito José da Costa defendia a independência política do Brasil e fundou, no exílio em Londres, o jornal “Correio Braziliense”.

Hipólito José da Costa pregava a mudança da capital para o interior do país, que ele chamava de “paraíso terreal”.

A Independência do Brasil, em 1822, trouxe mais ânimo para os defensores da interiorização. Na Assembleia Constituinte de 1823, José Bonifácio defendeu a construção de uma nova capital que, segundo ele, seria uma grande chance de estimular a economia e o comércio. Essa foi a tese que José Bonifácio apresentou no documento que se intitulou “Memória sobre a necessidade e meios de edificar no interior do Brasil uma nova capital”.

José Bonifácio chegou a sugerir dois nomes para a nova cidade, que ele imaginou no Planalto Central: Petrópolis e Brasília. O diplomata e historiador Francisco Adolfo de Varnhagem, Visconde de Porto Seguro, também foi outro importante defensor da mudança da capital. Ele chegou a realizar estudos e também concluiu que a região do Planalto Central seria o local ideal para a nova capital.

Em 1891, na elaboração da primeira constituição republicana, a transferência da capital voltou a ser discutida. Foi aprovada a emenda do deputado catarinense Lauro Müller, que estabeleceu a demarcação de uma área no Planalto Central de 14 mil quilômetros para a construção da nova capital da República. Esse foi o primeiro passo constitucional para a mudança. Mas, se você acompanhar os próximos capítulos, verá que essa foi uma longa jornada, cheia de acidentes políticos, que percorreram a Primeira e a Segunda República.

A Assembleia Constituinte de 1891 aprovou a emenda do deputado Lauro Müller, que propunha a mudança da capital para o interior do país. Coube então ao novo governo republicano organizar uma missão de reconhecimento e demarcação da área do futuro Distrito Federal. O diretor do Observatório Astronômico do Rio de Janeiro, Luís Cruls, foi encarregado de chefiar a missão.

Primeiras Concretizações:

Em 9 de Junho de 1892, os vinte e dois membros da missão Cruls partiram de trem, com destino a Uberaba, Minas Gerais. Eles levavam quase dez toneladas de equipamentos, como lunetas, teodolitos, sextantes, barômetros e material fotográfico para demarcar a área da futura capital no Planalto Central.

A partir de Uberaba, a expedição seguiu em cavalos e mulas, passando por Catalão, Pirenópolis e Formosa. A missão formada por biólogos, botânicos, astrônomos, geólogos, médicos e militares percorreu mais de quatro mil quilômetros.

Foram sete meses de muitas caminhadas e trilhas percorridas a pé ou em mulas, descobrindo a imensidão do Planalto Central do país. Através dos relatórios da Missão Cruls, o Brasil pôde, pela primeira vez, conhecer em detalhes o clima, o solo, os recursos hídricos, minerais, a topografia, a fauna e a flora do Planalto Central.

Cruls destacou a qualidade do solo pesquisado, suas possibilidades para a agricultura e fruticultura e também o clima da região. “É inegável que até hoje o desenvolvimento do Brasil tem-se sobretudo localizado na estreita zona de seu extenso litoral, salvo, porém, em alguns dos seus Estados do sul, e que uma área imensa de seu território pouco ou nada tem se beneficiado com este desenvolvimento. Existe

no interior do Brasil uma zona gozando de excelente clima com riquezas naturais, que só pedem braços para serem exploradas.”

O Arquivo Público do Distrito Federal mantem os documentos originais da expedição. É emocionante verificar os diários, as anotações e dados científicos misturados a pequenos bilhetes de amor dos integrantes da missão endereçados às suas esposas e namoradas.

Pedra fundamental da nova capital do Brasil, em Planaltina, no estado de Goiás

O Presidente Epitácio Pessoa, amparado na constituição de 1891, lança a pedra fundamental da nova capital do Brasil, no morro do Centenário, em Planaltina, no estado de Goiás.

O Presidente atendia ao pedido de alguns deputados, entre eles um de nome bastante curioso: Americano Brazil, que disse: “a pedra fundamental, em Planaltina, é um alento para a fibra adormecida do ideal nacional.” Americano Brazil seguiu sua cruzada, discursando no Congresso Nacional em defesa da mudança da capital. Ele até lançou um título para a dura caminhada “rumo ao Planalto.” Mas nada aconteceu durante um longo tempo.

No dia 2 de outubro de 1956, pousou numa pista improvisada no Planalto Central um avião da FAB trazendo o Presidente Juscelino Kubitscheck. Na comitiva presidencial estavam o Ministro da Guerra, General Lott, o Governador da Bahia, Antonio Balbino, o Ministro da Viação, Almirante Lúcio Meira, o arquiteto Oscar Niemeyer, a diretoria da Novacap e ajudantes do presidente. Eles foram recepcionados pelo Governador de Goiás, Juca Ludovico e por Bernardo Sayão.

Olhando as fotografias daquele ensolarado dia, dá para imaginar o desafio que se apresentava aos olhos do Presidente: o vasto e imenso horizonte de um cerrado virgem, longe de tudo e de todos, sem estradas, sem energia ou sistemas de comunicação.

Juscelino, em seu livro “Por que construí Brasília”, conta que “de todos os presentes, o General Lott era o que se mostrava mais desconcertado. Distanciando-se dos presentes, deixou-se ficar à beira da pista.

O presidente lembra em sua obra: ” Ao me aproximar dele, não se conteve e perguntou: O senhor vai mesmo construir Brasília, Presidente ?”

Juscelino escreveu no livro de ouro de Brasília: “Deste Planalto Central, desta solidão em que breve se transformará em cérebro das mais altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada, com uma fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino”.

A primeira visita do Presidente Juscelino Kubitschek ao sítio castanho, escolhido para sediar a futura Capital, não foi apenas simbólica. Na ocasião, foram determinados o local para construção do aeroporto de Brasília, restauração e melhoria das estradas para Goiânia e Anápolis, construção das estradas entre os canteiros de obras, dos prédios provisórios para os operários e a elaboração do projeto do Palácio da Alvorada.

Mas antes da conclusão do projeto do Alvorada, um grupo de amigos de Juscelino resolveu presentear o Presidente com uma residência provisória no Planalto.

Nascia, assim, o “Catetinho”, primeiro prédio de Brasília, um palácio de tábuas projetado por Oscar Niemeyer.

O nome veio do diminutivo do palácio presidencial no Rio, Palácio do Catete. Niemeyer elaborou um projeto simples, apenas com o uso da madeira e que pudesse ser executado em dez dias. Apesar da simplicidade de seu projeto, o Catetinho traz os traços da arquitetura moderna brasileira.

É como se Niemeyer tivesse criado uma maquete de sua futura e imensa obra na Capital. O Catetinho é um símbolo dos pioneiros, um palácio de tábuas, mas que serviu como a primeira residência de Kubitschek e foi também a primeira sede do Governo na Capital. Foi construído próximo à sede da antiga Fazenda do Gama, onde Juscelino descansou e tomou o seu primeiro cafezinho no Planalto.

Houve quem acreditasse em Brasília e, tão logo a notícia se espalhou, surgiria na poeira do cerrado um herói anônimo: o candango.

A expressão candango, que no início teve um tom pejorativo, aos poucos, passou a ser a marca dos pioneiros que se engajaram na aventura de construir Brasília.

A nova capital abria a chance de uma vida melhor. Os candangos foram chegando e erguendo barracos e casas de madeira na cidade provisória. Em dezembro de 1956 eram apenas mil habitantes; em maio de 1958 já havia mais de trinta e cinco mil.

O movimento era frenético, jipes e tratores cortando o cerrado. Um trabalho duro, sem domingo nem feriado. Israel Pinheiro organizou suas equipes de trabalho com uma disciplina de guerra. Dia e noite, sol ou chuva, Brasília não parava.

No dia 19 de setembro de 1956, foi lançado o edital para o concurso do plano piloto, que estabelecia o prêmio de um milhão de cruzeiros para o autor do projeto vencedor.

A nova capital nascia sob o signo de uma grande aventura e havia a expectativa de se encontrar um projeto que imprimisse a contemporaneidade e a ousadia esperada de Brasília.

Sonho realizado

Cabe lembrar que a arquitetura moderna brasileira despontara a partir de 1927 com a construção da primeira casa modernista de Warchavchik, em São Paulo.

Rino Levi, Lúcio Costa, Álvaro Vital Brazil, o polêmico Flávio de Carvalho e Oscar Niemeyer deram grande impulso à criação da arquitetura moderna no país.

Era grande a influência das ideias de arquitetos como Mies Van der Rohe, Frank Loyd Wright, Gropius e, sobretudo, o grande mestre Le Corbusier, que teve imensa importância na formação e avanço da moderna arquitetura no Brasil.

Até o dia 11 de março de 1957, a comissão julgadora do concurso tinha recebido 26 projetos, num total de 63 inscritos. Dentre os jurados estavam o arquiteto Oscar Niemeyer, um representante do Instituto de Arquitetos do Brasil, outro do Clube de Engenharia do Brasil, bem como o urbanista inglês William Holford, o francês André Sive e o americano Stamo Papadaki. Havia projetos ousados e até mesmo curiosos como o de M.M.M Roberto, que previa uma cidade construída em sete módulos circulares com 72.000 habitantes em cada módulo.

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