479 Casas à venda - PE

Rua Monsenhor Lobo, 55 - Poço da Panela, Recife - PE

Casa à Venda com 5 Quartos, 940m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 5 7 10 940 940
Rua Dez (Lot Alphaville), 6 - Curado, Jaboatão dos Guararapes - PE

Casa à Venda com 5 Quartos, 368m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 5 6 4 368 760
Avenida Amaro Lins de Andrade - Zona Rural, Gravatá - PE

Casa à Venda com 7 Quartos, 575m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
7 7 2 6 575 575
Rua Diógenes Sampaio, 102 - Várzea, Recife - PE

Casa à Venda com 4 Quartos, 235m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 1 4 4 235 564
Estrada Hotel Highlander - Vale do Ipojuca, Gravatá - PE

Casa à Venda com 3 Quartos, 103m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
3 3 4 2 103 103
Avenida A - Paiva, Cabo de Santo Agostinho - PE

Casa à Venda com 5 Quartos, 550m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 4 6 8 550 550
Rua Quinze, 1689 - Curado, Jaboatão dos Guararapes - PE

Casa à Venda com 4 Quartos, 400m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 4 6 6 400 1177
Avenida Amazonas, 99 - Universitário, Caruaru - PE

Casa à Venda com 3 Quartos, 130m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
3 1 2 4 130 180
Ulisses Guimarães, 250 - Forte Orange, Ilha de Itamaracá - PE

Casa à Venda com 10 Quartos, 300m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
10 10 12 10 300 900
Avenida Amazonas - Universitário, Caruaru - PE

Casa à Venda com 3 Quartos, 125m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
3 1 2 4 125 180
Avenida A - Paiva, Cabo de Santo Agostinho - PE

Casa à Venda com 5 Quartos, 550m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 4 6 8 550 550
Avenida A - Paiva, Cabo de Santo Agostinho - PE

Casa à Venda com 5 Quartos, 671m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 5 7 8 671 671
Rua Senador Alberto Pasqualini, 44 - Jardim São Paulo, Recife - PE

Casa à Venda com 5 Quartos, 410m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 1 3 3 410 558
Rua Vereador Severino Bezerra de Lima, Lot. Santan, 34 - Loteamento Santana, Gravatá - PE

Casa à Venda com 5 Quartos, 178m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 5 6 3 178 178
Rua Antônio Farias, 256 - Piedade, Jaboatão dos Guararapes - PE

Casa à Venda com 4 Quartos, 200m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 1 3 3 200 200
Rua Professor Severino Tolentino, 655 - Piedade, Jaboatão dos Guararapes - PE

Casa à Venda com 4 Quartos, 600m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 1 3 4 600 600
Rua Professor Mário Ramos, 215 - Candeias, Jaboatão dos Guararapes - PE

Casa à Venda com 5 Quartos, 394m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 2 4 4 394 394
Rua Aristóteles Paes de Azevedo, 837 - Nossa Senhora do Ó, Paulista - PE

Casa à Venda com 2 Quartos, 56m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
2 1 2 1 56 360
Rua Andrelina Cosme da Silva, 6 - Porta Florada, Gravatá - PE

Casa à Venda com 5 Quartos, 507m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 5 2 6 507 507
Rua Pio X - Petrópolis, Caruaru - PE

Casa à Venda com 3 Quartos, 202m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
3 1 2 2 202 160
Rua Taguara, 3 - Aldeia, Camaragibe - PE

Casa à Venda com 5 Quartos, 230m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 1 3 2 230 600
Avenida Manoel Santiago de Oliveira, 300 - Novo Gravatá, Gravatá - PE

Casa à Venda com 2 Quartos, 86m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
2 1 2 4 86 300
Estrada de Aldeia, 9 - Aldeia, Camaragibe - PE

Casa à Venda com 4 Quartos, 269m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 1 4 6 269 700
Rua Doutor Manuel Benício Fontenelle, 80 - Piedade, Jaboatão dos Guararapes - PE

Casa à Venda com 4 Quartos, 250m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
4 1 5 5 250 250
Rua da Fraternidade, 1058 - Candeias, Jaboatão dos Guararapes - PE

Casa à Venda com 5 Quartos, 370m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 3 1 4 370 1245
Alameda das Mangabas, 42 - Reserva do Paiva, Cabo de Santo Agostinho - PE

Casa à Venda com 5 Quartos, 845m²

Quartos Suites W.C. Vagas M2 M2T
5 4 3 8 845 845

Conheça o Pernambuco, Brasil e todas suas 479 oportunidades imobiliárias região.

Pernambuco é um Estado brasileiro, as cidades onde temos mais opções de imóveis à Venda são: Recife, Cabo de Santo Agostinho, Jaboatão dos Guararapes, Gravatá, Caruaru, Paulista, Camaragibe, Olinda, Ipojuca, Ilha de Itamaracá, Igarassu, Bezerros, Goiana, Paudalho, Tamandaré, Sairé, Escada, Timbaúba, Serinhaem, Jaboatão, São José da Coroa Grande, Vitória de Santo Antão, São Lourenço da Mata. Outros opções de Estados são: SP, RJ, SC, PE, RN, ES, GO.

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Casas à venda - PE

Em 1534, a Coroa portuguesa instituiu o regime de Capitanias Hereditárias. A Capitania de Pernambuco foi entregue ao fidalgo português Duarte Coelho, que tomou posse de sua capitania desembarcando, em 9 de março de 1535, na feitoria fundada em 1516, entre Pernambuco e Itamaracá. Pouco tempo depois, ele seguiu para o sul em busca de um lugar para se instalar. Encontrou um local estrategicamente ideal, no alto de colinas, onde existia uma pequena aldeia chamada Marim, pelos índios, instalando aí o povoado que deu origem a Olinda.

Um sítio protegido pela altura descortinando o mar, com um porto natural formado pelos arrecifes, água em abundância e terras férteis, e fácil de defender, segundo os padrões militares da época. O local era tão aprazível, que, conta-se, o nome Olinda foi dado a partir de uma frase dita por Duarte Coelho:

 “Ó linda situação para se construir uma vila”. Não se sabe o dia da fundação de Olinda; sabe-se que o povoado prosperou tanto, que em 1537, já estava elevado à categoria de vila. Em 12 de março de 1537, Duarte Coelho enviou ao rei de Portugal, D.João III, o Foral, carta de doação que descrevia todos os lugares e benfeitorias existentes na Vila de Olinda. Nas praias, a vila foi fortificada para a defesa e do alto das colinas se expandiu em direção ao mar, ao porto e ao interior onde ficavam os engenhos de açúcar.

Com o extrativismo do pau-brasil e o desenvolvimento da cultura da cana-de-açúcar, Olinda tornou-se um dos mais importantes centros comerciais da colônia, enriquecendo a tal ponto que disputava com a Corte portuguesa em luxo e ostentação.

O traçado urbano da vila configurou-se, ainda no século XVI, com a definição dos caminhos e com a ocupação dos principais promontórios pelos religiosos. Com a chegada das primeiras ordens religiosas – carmelitas, em 1580, jesuítas, em 1583, franciscanos, em 1585, e beneditinos, em 1586, foi feita também a catequização dos índios, de fundamental importância para a conquista definitiva das terras.

Em 16 de fevereiro de 1630, a Holanda invadiu Olinda e conquistou Pernambuco. Tomada a cidade, os holandeses se estabeleceram no povoado e ilhas junto ao porto e abandonaram Olinda. Em 24 de novembro de 1631, os holandeses incendeiam Olinda, após retirar os materiais nobres das edificações para construir suas casas no Recife, que começa a prosperar sob a administração holandesa. Em 27 de janeiro de 1654, os holandeses foram expulsos e iniciou-se a lenta reconstrução da Vila de Olinda.

APÓS 1654 – Depois de 1654, não se pode mais mudar o destino do Recife, que passa a ocupar aquele lugar antes Olinda. Será o Recife a sede, embora não oficial, e Olinda, secundarizada, se reconstruirá lentamente, não tendo mais a importância que teve naqueles anos anteriores a 1630. Mapa de meados do século XIX revela uma cidade, título obtido em 1676, ainda com as mesmas dimensões da antiga vila.

É bem verdade que se reconstruíram, de forma monumental, as suas casas religiosas. O mercantilismo presente no Recife e a racionalidade daquela nova relação, à luz do novo mundo dos séculos XVI e XVII venceram afinal.

Olinda tem seu futuro traçado diante do crescimento da importância do Recife. O centro histórico (atual), nesses meados do século XIX, ainda se encontrava envolvido por

propriedades rurais, as maiores, os engenhos, na maioria de fogo morto, os da várzea do Beberibe, e as menores, os sítios, nas margens do Rio Beberibe e do mar.

NOVO FLORESCER – Sendo Olinda lugar de moradias e onde estava instalada, desde 1827, a Academia de Direito, ela adquire certa importância com relação ao lugar de trabalho, o Recife. Mas é o interesse pelos salutares banhos de mar, recomendados pelos médicos, que lhe dá nova vida. Nova vida que é bem representada pelo interesse de uma ligação mais rápida, através de um trem urbano, com o Recife, esta se fez desde a Encruzilhada, por antigo caminho que existia desde o século XVI.

De princípio, os veranistas usavam casas de terceiros, alugadas para as temporadas de verão. Depois, são adquiridos imóveis e se torna hábito então morar na cidade, mesmo fora da temporada de veraneio. É o renascimento da cidade. Sente-se essa transformação naquelas casas próximas ao mar, onde elas se revestem com roupas ecléticas e, com as reformas das fachadas, são modernizadas.

O que se restringia às áreas próximas às praias vai depois caminhar para as outras ruas da cidade. Uma transformação urbana que dá novo alento ao velho burgo. A água potável, levada às casas pela Companhia Santa Teresa, e a eletrificação, denotam a importância que readquire a cidade. Logo, o trem urbano é substituído pelos bondes elétricos, no início do século XX.

A história do Cabo de Santo Agostinho se inicia bem antes da chegada dos portugueses ao Brasil. Assim como boa parte do território brasileiro, o Cabo era povoado por indígenas da etnia caeté. As primeiras povoações chamadas de Arraial do Cabo surgiram na segunda metade do século XVI.

Formado pelas Igrejas Matriz de Sto Antônio, de Sto Amaro, Nossa Senhora do Livramento e antiga Capela do Rosário dos Pretos (hoje Praça Théo Silva), e casario escasso representado por antigos prédios nas ruas da Matriz (Rua Vigário João Batista) e Dr. Antônio de Souza Leão. As fachadas são protegidas por lei municipal, porém, a maioria encontra-se descaracterizadas.

Em 1560, João Paes Barreto já instituía o Morgado de Nossa Senhora da Madre de Deus do Cabo de Stº Agostinho, vinculando o Engenho Madre de Deus, depois chamado de Engenho Velho. A escritura foi redigida em 28 de outubro de 1580.

Segundo afirma Sebastião de Vasconcelos Galvão, autor do Dicionário Iconográfico, Histórico e Estatístico de Pernambuco, o povoamento sede do Município vem de 1618; antes dessa data compunha-se de algumas casas esparsas, distantes uma das outras.

Transcorridos mais de duzentos anos de ter sido a Povoação de Sto Agostinho elevada à predicação de Paróquia é que foi criada a Vila do Cabo de Sto Agostinho, por força do alvará de 27 de julho de 1811 e Provisão Régia de 15 de fevereiro de 1812, enviada ao então governador da Província, o General Caetano Pinto de Miranda Montenegro.

Sua instalação, no entanto, ocorreu em 18 de fevereiro de 1812, pelo ouvidor e corregedor-geral da Comarca de Recife, o Doutor Clemente Ferreira de França. Foi elevada a categoria de cidade a então Vila do Cabo de Sto Agostinho em 09 de julho de 1877, pela lei provincial nº. 1.269, para a denominação de Cidade de Santo Agostinho do Cabo.

O Cabo teve sua economia centrada no desenvolvimento da monocultura da cana-de-açúcar, a partir de 1570, com a doação de sesmarias ao longo do Rio Pirapama. Tendo João Paes ocupado as terras a ele concedida em 1571, ao sul do Rio Araçuagipe (Pirapama), funda o

primeiro engenho bangue que denominou Madre de Deus (hoje, Engenho Velho), o mais antigo centro açucareiro da Região. Mais tarde, com a criação de novos engenhos, o Cabo passa a representar o poderio econômico de Província de Pernambuco, época em que a cana-de-açúcar representava a força de crescimento do país.

Nomes Importantes:

O Cabo de Santo Agostinho foi palco de momentos decisivos para a construção da identidade política, econômica e cultural do Brasil. Dentre as personalidades importantes que passaram pelo Cabo, homenageamos dois homens que escreveram o nome da cidade para sempre na história.

Joaquim Nabuco – Um abolicionista que mudou conceitos

Nasceu no ceio de uma família ilustre em 19 de Agosto de 1849, às 8:30 da manhã, na Rua do Aterro da Boa Vista, no Recife. Joaquim Nabuco foi batizado no Cabo de Santo Agostinho, tendo como padrinhos os senhores do Engenho Massangana. Ainda muito criança ficou sob os cuidados da madrinha, que teria uma grande influência na sua criação, pois permaneceu no Engenho quando seus pais viajaram para a corte, no Rio de Janeiro.

Nabuco viveu a infância no engenho, em contato com a escravidão, até a morte da sua madrinha D. Ana Rosa. Então transferiu-se para a residência dos pais, onde realizou os estudos de nível primário e secundário, este último feito na cidade de Nova Friburgo. Iniciou os estudos de Direito na Faculdade de São Paulo, destacando-se entre os colegas como orador. Transferiu-se para a Faculdade de Direito do Recife, onde se aproximou dos seus parentes maternos e de amigos.

Escreveu A escravidão, que permaneceu inédito até 1988, quando foi publicado pela Fundação Joaquim Nabuco, no Recife, e escandalizou a elite local, por defender, em um júri, um escravo negro que assassinara o seu senhor.

 Após este, Nabuco escreveu vários outros sucessos. Em 1872, Camões e os Lusíadas, O gigante da Polônia, em 1864, O abolicionismo em 1884. Já os seus discursos e conferências foram reunidos em A campanha abolicionista, publicado em 1885, onde defendeu ideias bastante avançadas para a época. Em 28 de abril de 1889, casou-se com D. Evelina Torres Soares Ribeiro, filha do barão de Inhoã e fazendeiro em Maricá, na então província do Rio de Janeiro.

A partir daí começa um período de intensa atividade intelectual. Diplomata, político, jornalista, reformador social, historiador, literato e, sobretudo, pensador, Joaquim Nabuco deixou uma grande bagagem histórica para o Brasil e para Pernambuco, que conta com uma fundação em seu nome, além de um acervo iconográfico no Engenho Massangana.

Vicente Pinzón – O Brasil Descoberto no Cabo de Santo Agostinho

Era um grande navegador que, na sua juventude, chegou a praticar a pirataria em águas mediterrâneas, na perspectiva de roubar açúcar para distribui-lo entre os moradores da pequena Palos de la Frontera, sua cidade natal.

Nascido em 1461, era filho de Mayor e Martin Alonso Pinzón. Adulto, navegava com seus irmãos Martin Alonso, mais velho e o mais abastado e Francisco, comercializava sardinhas pelo Mediterrâneo e norte da Europa, como também por portos do norte da África.

O descobrimento oficial do Brasil está datado de 1500, pelo navegador português Pedro Álvares Cabral e registrado, através de uma carta enviada a Dom Manuel, Rei de Portugal, pelo escrivão Pero Vaz de Caminha. Cabral comandava a maior e mais bem equipada frota a zarpar dos portos ibéricos até então.

Com dez naus e três caravelas, levava cerca de 1.500 homens. Porém, existem registros e opiniões de estudiosos que não foi nesta expedição que o Brasil foi descoberto, mas sim em 1498, quando o navegador Vicente Yañes Pinzón chegou ao Brasil, tendo aportado em Pernambuco, mais precisamente no Cabo de Santo Agostinho, batizado na época por Santa Maria de La Consolacion.

O fato não foi tão divulgado, pois existia o Tratado de Tordesilhas, onde, a partir dele, as terras visitadas por Pinzón faziam parte do território português.

Hoje, o Cabo de Santo Agostinho homenageia o seu descobridor batizando com o seu nome vários eventos e lugares do município. Por Vicente Pinzón ser tão importante historicamente para o Cabo, foi colocado um monumento na entrada da cidade, retratando a sua chegada, com intuito de dar as boas-vindas aos visitantes.

Conde da Boa Vista:

O Conde da Boa Vista tinha o nome civil de Francisco do Rego Barros, recebendo o título de Barão, Visconde e depois de Conde da Boa Vista. Nasceu no dia 3 de fevereiro de 1802, na cidade do Cabo de Santo Agostinho, no Engenho Trapiche, de propriedade de seus pais Francisco do Rego Barros, Coronel de Milícias e Mariana Francisca de Paula do Rego Barros. Estudou com professores particulares no engenho onde nasceu e desde muito cedo interessou-se pela carreira militar.

Em 1817, com apenas quinze anos de idade, alistou-se no Regimento de Artilharia do Recife. Em 1821, já como cadete do Exército do mesmo Batalhão, participou do movimento conhecido como a Revolução de Goiana, encerrada com a Convenção do Beberibe, em outubro do mesmo ano. Foi preso e enviado para a fortaleza de São João da Barra, em Lisboa, Portugal, onde foi mantido até 1823. Posto em liberdade, viajou para Paris, bacharelando-se em Matemática.

De volta a Pernambuco, dedicou-se à política. Com apenas 35 anos de idade, em 1837, foi designado presidente da Província de Pernambuco, ficando no cargo até 1844. Tendo sido educado em Paris, estava decidido a modernizar e higienizar o Recife. Seu governo operou transformações materiais e culturais importantes para a Província.

A vida da cidade ganhou em animação e teve um progresso até então nunca vistos. Francisco do Rego Barros mandou buscar engenheiros franceses de renome, incentivou as artes e as ciências, levando o Recife ao conceito das grandes cidades modernas da época.

Foram construídas estradas ligando a capital às áreas produtoras de açúcar do interior; a ponte pênsil de Caxangá, sobre o rio Capibaribe; o Teatro de Santa Isabel; o edifício da Penitenciária Nova, depois chamada de Casa de Detenção do Recife, onde funciona hoje a Casa da Cultura; o edifício da Alfândega; canais; estradas urbanas; um sistema de abastecimento d`água potável para o Recife; reconstrução das pontes Santa Isabel, Maurício de Nassau e Boa Vista.

Mandou construir aterros para a expansão da cidade, sendo o mais importante deles o da Boa Vista que partia da Rua da Aurora rumo à Várzea, chamada de Rua Formosa, continuada pelo

Caminho Novo que a partir de 1870 recebeu o nome de Av. Conde da Boa Vista. Em 1842, foi agraciado com o título de Barão, promovido a Visconde, em 1860 e elevado a Conde da Boa Vista, em 1866. Foi eleito senador, em 1850 e, em 1865, designado presidente da Província do Rio Grande do Sul, acumulando as funções de Comandantes das Armas, estando aquela província já envolvida na Guerra do Paraguai.

Sentindo-se doente e sofrendo com problemas hepáticos, retornou ao Recife no início de 1870, onde morreu no dia 4 de outubro, na sua residência, situada no número 405 da Rua da Aurora, onde está localizada, hoje, a Secretaria de Segurança Pública de Pernambuco.

Santo Agostinho:

Agostinho (do latim, Aurelius Augustinus), Agostinho de Hipona ou Santo Agostinho foi um bispo católico, teólogo e filósofo que nasceu em 13 de Novembro de 354 na Argélia. Morreu em 28 de Agosto de 430, também na Argélia.

É considerado pelos católicos santo e doutor da doutrina da Igreja. Santo Agostinho cresceu no norte da África colonizado por Roma, educado em Cartago. Foi professor de retórica em Milão em 383. Seguiu o Maniqueísmo nos seus dias de estudante e se converteu ao cristianismo pela pregação de Ambrósio de Milão.

Foi batizado na Páscoa de 387 e retornou ao norte da África, estabelecendo em Tagaste uma fundação monástica junto com alguns amigos. Em 391 foi ordenado sacerdote em Hipona. Tornou-se um pregador famoso (há mais de 350 sermões dele preservados, e crê-se que são autênticos) e notado pelo seu combate à heresia do Maniqueísmo.

Defendeu também o uso de força contra os Donatistas, perguntando “Por que . . . a Igreja não deveria usar de força para compelir seus filhos perdidos a retornar, se os filhos perdidos compelem outros à sua própria destruição?” (A Correção dos Donatistas, 22-24) Em 396 foi nomeado bispo assistente de Hipona (com o direito de sucessão em caso de morte do bispo corrente), e permaneceu como bispo de Hipona até sua morte em 430.

Deixou seu monastério, mas manteve vida monástica em sua residência episcopal. Deixou a Regula para seu monastério que o levou a ser designado o “santo Patrono do Clero Regular”, que é uma paróquia de clérigos que vivem sob uma regra monástica. Agostinho morreu em 430 durante o cerco de Hipona pelos Vândalos.

Diz-se que ele encorajou seus cidadãos a resistirem aos ataques, principalmente porque os Vândalos haviam aderido ao cristianismo ariano, que Agostinho considerava uma heresia.

Dados Geográficos:

Agostinho fica localizado na Mesorregião Metropolitana do Recife, Microrregião de Suape. Sua distância é de 33 km do Marco Zero de Pernambuco, e 20 km do Aeroporto, sendo o acesso mais utilizado o rodoviário, pelas rodovias BR-101 sul e PE-60, seguido da PE-28 (Rodovia Vicente Pinzón) e pela Via Parque/Paiva que dá acesso às praias do Município, tais como Gaibú, Itapuama, Paraíso e Suape.

Os rios mais importantes são: Rios Pirapama, Jaboatão e Gurjaú. Suas coordenadas geográficas são 8° 17´15“S / 35° 02´00” W. O Cabo é o principal distrito industrial do estado e nele está instalado um dos mais importantes complexos industriais e portuários do país, o de Suape.

O município possui uma boa infraestrutura turística, representada pelo rico patrimônio natural cultural, pelas dezenas de engenhos, pelo Parque metropolitano Histórico cultural Arquiteto Armando de Holanda Cavalcanti e, sobretudo, pelo seu litoral, de cerca de 24 Km, abrigando belíssimas praias. Além disso, a área rural também tem uma função ambiental importante, pois abriga mananciais, para abastecimento de água da RMR, possuindo inúmeras barragens como as de Utinga, Pirapama e Gurjaú.

História de Porto de Galinhas:

No século XV, em plena descoberta do Brasil, o lugar era habitado pelos índios Caetés, onde predominou o tráfico do pau-brasil. Daí em diante, até o final do século XVI, o lugar foi abandonado porque os índios não deixavam sair madeira nem açúcar do lugar, mas retornou no século XVIII com o desembarque clandestino de escravos.

Uma das primeiras áreas do Brasil ocupada pelos portugueses, Pernambuco tornou-se um grande produtor de açúcar e durante muitos anos foi responsável por mais da metade das exportações brasileiras. Essa riqueza atraiu novos colonos europeus que construíram no estado um dos mais ricos patrimônios arquitetônicos da América Colonial.

Antigamente, Porto de Galinhas era chamada Porto Rico, devido à extração de Pau Brasil. Quando os escravos chegavam para serem vendidos, contrabandeados, vinham escondidos embaixo de engradados de galinhas d'angola. A chegada dos escravos na beira mar era anunciada pela senha "Tem galinha nova no Porto!". Por causa disso, Porto Rico ficou conhecida como Porto das "galinhas". Daí surgiu o nome Porto de Galinhas.

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