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Mato Grosso, estado localizado na região Centro-Oeste, possui 141 municípios e Cuiabá é a sua capital.

Localizado no Centro-Oeste brasileiro, o Mato Grosso é o maior estado em extensão territorial da região e o terceiro maior do país. Sua área é de 903.329,700 quilômetros quadrados, e faz fronteiras com os estados de Goiás (a leste), Tocantins (a nordeste), Pará (ao norte), Amazonas (a noroeste), Rondônia (a oeste), Mato Grosso do Sul (ao sul), além do país boliviano (a oeste).

Os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, formavam uma única unidade federativa. No entanto, o governo federal decretou a divisão do estado em 1977, pois havia uma grande dificuldade de promover o desenvolvimento econômico na região em virtude de sua grande extensão. Com a fragmentação do território se originaram dois novos estados: Mato Grosso, ao norte; Mato Grosso do Sul, ao sul.

A extensão territorial do Mato Grosso é de 903.329,700 quilômetros quadrados, o que corresponde a 10,6% do território brasileiro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população mato-grossense, em 2010, totalizou 3.035.122 habitantes, sendo a maioria residente em áreas urbanas – 82%. A densidade demográfica do estado é a menor do Centro-Oeste – 3,3 habitantes por quilômetro quadrado e o crescimento demográfico é de 2,4% a ano.

O Mato Grosso possui 141 municípios, cuja capital estadual é cidade de Cuiabá, habitada por 551.098 pessoas. A população distribui-se de forma desigual, com vazios demográficos na porção norte e áreas urbanas populosas, como Cuiabá e Várzea Grande (252.596 habitantes).

O relevo é caracterizado por ser pouco acidentado, composto por planaltos e chapadas no centro, com altitudes entre 400 e 800 metros, planície com pântanos a oeste, depressões ao sul e planaltos residuais ao norte. O ponto mais elevado do Mato Grosso é a serra Monte Cristo, que apresenta 1.118 metros de altitude. A vegetação estadual compreende o cerrado na porção leste do território (40% da área estadual), floresta Amazônica a noroeste, e pantanal a oeste (10% do território).

Os principais rios do Mato Grosso são: Araguaia, Cuiabá, das Mortes, Jurema, Paraguai, São Lourenço, Teles Pires, Xingu. No que se refere ao clima, este representa-se pelo tropical.

A economia estadual está vinculada à agropecuária. Tal atividade é responsável por 28,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado; o setor de serviços, que representa 55,5% é extremamente dependente da agropecuária. O Mato Grosso é o maior produtor nacional de algodão – Dos 35 maiores produtores de algodão do país, 20 municípios são mato-grossenses. Destaca-se também a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas.

No entanto, a expansão da agropecuária, principalmente para o cultivo da soja e a criação de gado, é a grande responsável pela destruição do meio ambiente. Conforme pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), no período de 2001 a 2004, foram desmatados 38 mil quilômetros quadrados de floresta Amazônica.

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Mato Grosso é de 0,796, ocupando a 11° posição no ranking nacional. A taxa de alfabetização é de 89,8%; a rede de esgoto beneficia apenas 53,4% das residências; 74% das mesmas possuem água tratada.

A taxa de mortalidade infantil é a maior do Centro-Oeste – 19,2 óbitos a cada mil crianças nascidas vivas.

As principais manifestações culturais são: Cururu, Siriri, Rasqueado Cuiabano, o Boi, a Serra, a Dança de São Gonçalo, a Dança dos Mascarados, o Chorado e Congo.

O estado do Mato Grosso está localizado na Região Centro-Oeste do Brasil, faz fronteira com os estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Amazonas, Rondônia, Tocantins e com a Bolívia. É o terceiro maior estado do país em extensão territorial. Mato Grosso apresenta a menor densidade demográfica dos três estados do Centro-Oeste.

Os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul compunham um único estado brasileiro. No entanto, em 1977 o governo federal decretou a divisão do mesmo, alegando dificuldade em desenvolver a região diante de sua grande extensão e diversidade. O norte, menos populoso e mais pobre, permaneceu como Mato Grosso. O sul do território, mais próspero e populoso, passou a ser Mato Grosso do Sul.

A extensão territorial do Mato Grosso é de 903.329,700 quilômetros quadrados, conforme contagem populacional realizada em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), totaliza 3.035.122 habitantes distribuídos em 141 municípios. O crescimento demográfico é de 1,9% ao ano; a densidade demográfica é de aproximadamente 3,3 hab/km². A população mato-grossense se distribui de forma desigual, com desertos demográficos ao norte e áreas urbanas populosas, como Cuiabá e Várzea Grande.

O relevo do estado é pouco acidentado e alterna um conjunto de grandes chapadas, no planalto Mato-Grossense, com altitude entre 400 e 800 metros, e áreas de planície pantaneira, sempre inundadas pelo rio Paraguai e seus afluentes. É caracterizado por planalto e chapadas no centro, planície com pântanos a oeste e depressões e planaltos residuais a norte. O ponto mais elevado é a serra Manto Cristo, com 1.118 metros de altitude.

A cobertura vegetal é composta por cerrado na porção leste, floresta Amazônica a noroeste e pantanal a oeste. O clima é tropical.

Os principais rios do estado são: Araguaia, Cuiabá, das Mortes, Juruena, Paraguai, São Lourenço, Teles Pires, Xingu.

Bandeira do Mato Grosso:

Significado da bandeira: o azul representa o céu; o branco, a paz; e o verde, a extensão territorial. A estrela amarela simboliza o ideal republicano e as riquezas minerais do Mato Grosso.

A capital do estado é a cidade de Cuiabá, fundada em 8 de abril de 1719, começou às margens do rio Coxipó, com o surgimento do Arraial da Forquilha, povoamento que deu origem à capital. Sua população atual é de 551.098 habitantes e possui extensão territorial de 3.363 quilômetros quadrados.

Outras cidades importantes do estado são: Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Cáceres, Tangará da Serra, Barra do Garças.

O maior responsável pela economia é a agropecuária, que gera 40,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado, o setor de serviços representa 40,2% do PIB, o setor industrial corresponde a 19% do PIB.

Atualmente o estado é o maior produtor de soja do país, sendo o grão o maior produto de exportação do Mato Grosso. O polo de algodão, cujo principal centro é o município de Rondonópolis, chega a produzir 1,2 milhão de toneladas por ano. O crescimento econômico anual do estado supera a média brasileira. O rebanho bovino é um dos maiores do país.

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado é de 0,796, ocupando a 11° posição entre os estados do Brasil. Cerca de 90% dos habitantes com mais de 15 anos são alfabetizados.

Existe um grande déficit nos serviços de saneamento ambiental, visto que cerca de 50% das residências não têm coleta de esgoto e acesso a rede de água tratada. A taxa de mortalidade infantil é de19,2 para cada mil nascidas vivas.

O estado apresenta grande riqueza cultural, que é representada pelo Cururu, Siriri, Rasqueado Cuiabano, o Boi, a Serra, a Dança de São Gonçalo, a Dança dos Mascarados, o Chorado, Congo, entre outras.

Na culinária se destacam os pratos típicos: Maria Isabel, farofa de banana, pacu assado, pacu na folha de bananeira, moqueca de pintado, bolo de arroz, frango com pequi e linguiça cuiabana.

O artesanato é representado pela viola de concho, bonecas de pano, artesanato em madeira, cerâmica, trançados feitos através de fibras vegetais de taquara e as redes bordadas.

O Estado de Mato Grosso está localizado na região Centro-Oeste brasileira A capital é Cuiabá e a sigla MT.

Área: 903.378,292

Limites: ao norte com Amazonas e Pará, a leste com Tocantins e Goiás, ao sul com Mato Grosso do Sul, a oeste com Bolívia e Rondônia

Número de municípios: 141

População: 3,2 milhões de habitantes

Gentílico: mato-grossense

Principais cidades: Cuiabá, Várzea Grande, Primavera do Leste

Estado de Mato Grosso

Bandeira do Estado do Mato Grosso

História:

O processo de colonização do território hoje ocupado pelo Estado do Mato Grosso começou em 1525. O português Pedro Aleixo Garcia foi o responsável pelas primeiras expedições de exploração do local.

O próprio nome do estado remete à dificuldade encontrada pelos exploradores. Como a mata era espessa, foi denominada de Mato Grosso. O nome foi mantido quando a região foi elevada à condição de capitania, em 1748.

O povoamento na região foi impulsionado com a descoberta de ouro. O destaque ficou para os portugueses que não respeitaram o Tratado de Tordesilhas, cujo acordo mantinha o território em posse dos espanhóis.

As fronteiras foram redefinidas pelo Tratado de Madri, assinado em 1750, e Santo Ildefonso, em 1777. Pelos acordos, a região passou à posse da Coroa portuguesa.

Divisão do Mato Grosso:

O território do Mato Grosso foi dividido em 1977, com a criação do Estado do Mato Grosso, cuja capital é Campo Grande e a sigla MS.

Os movimentos separatistas, porém, são antigos. O primeiro levante separatista ocorreu em 1892, ainda no governo de Floriano Peixoto, mas não teve sucesso.

As disputas entre a porção sul e norte eram tão intensas que o governo federal precisou intervir em 1917. O desmembramento, porém, ocorreu após uma série de acordos e considerou a extensão do Mato Grosso, muito elevada e de difícil administração para acontecer.

Aspectos Econômicos:

O estado está entre os principais produtores de gado bovino de corte do Brasil. Sua produção se alterna com São Paulo e o Mato Grosso do Sul. A região também é um imponente centro de agronegócio, com destaque no plantio de soja, milho, algodão, cana-de-açúcar e insumos para a transformação em biodiesel.

A economia mato-grossense também é alimentada pelo turismo. Milhares de pessoas são atraídas ao Pantanal e à região da Chapada dos Guimarães. Nesse local, pelo menos 200 quedas d'água estão disponíveis para visitação.

Aspectos Culturais:

A cultura do Mato Grosso é um misto de influências indígenas, negras, bem como os imigrantes portugueses e espanhóis.

A mistura é percebida na música, como o caruru, dançado ao som da viola de cocho, ganzá e mocho. São típicos do estado o siriri e o rasqueado. Todos os ritmos resultam de uma mistura de sons indígenas, africanos e ibéricos.

O mesmo padrão de influência é seguido pela gastronomia. São típicos do estado o pacu assado com farofa e couve, a farofa de banana-da-terra e o arroz com carne seca.

Índios do Mato Grosso:

No Mato Grosso vivem representantes de 59 povos indígenas. São representantes dos troncos linguísticos Tupi e Macro-Jê.

Fica no Mato Grosso o maior parque indígena do País, o Parque Indígena do Xingu, com 2,6 mil hectares. O local foi criado em 1961 e abrange dez municípios.

Aspectos Geográficos:

Relevo

O relevo mato-grossense é dominado por planaltos, planícies e chapadas. A composição integra uma das mais belas paisagens da América do Sul.

Grande parte do Pantanal, a maior planície alagada do mundo, está no Mato Grosso.

Clima

O clima mato-grossense é tropical semi-úmido. As temperaturas variam entre 23º e 26º C ao longo do ano, mas podem atingir os 40º C no Verão. Os invernos são secos, com a umidade relativa do ar ficando na casa dos 10%.

Hidrografia

Duas bacias hidrográficas estão localizadas no estado. A bacia Amazônica e a bacia do Tocantins. Os principais rios são: Juruena, Teles Pires, Xingu, Araguaia, Paraguai, São Lourenço, Piquiri, Cuiabá e rio das Mortes.

01 - CANARANA E SUA HISTÓRIA

Canarana surgiu em função dos problemas fundiários do sul do pais. Em 1970 viviam em Tenente Portela 4.077 famílias de agricultores em uma área de apenas 34.000 hectares. Mais da metade dessas famílias não tinham terra suficiente para viver e criar seus filhos. Cada ano se formavam cerca de 450 novas famílias. Muitas acabavam indo para as favelas das cidades da região.

O trabalho que deu origem ao projeto Canarana iniciou com a criação da Rádio Municipal de Tenente Portela, inaugurada no dia 11 de outubro de 1970. Além do trabalho da equipe da emissora, liderada pelo então Pastor Norberto Schwantes, foram feitas reuniões onde o problema de falta de terra era diretamente debatido com os agricultores, por que falar abertamente sobre problemas fundiários era visto como subversão, pois na época estava vigente o regime militar em nosso país.

Segundo Norberto Schwantes, a meta inicial era viabilizar uma lavoura com maior produtividade, à exemplo da agricultura centro-europeia, mas logo foi constatado que esse projeto era insuficiente. O agrônomo Orlando Roewer apresentou uma idéia que já era tradicional, a emigração para outros lugares do país.

Três membros da Rádio Municipal foram ver o Mato Grosso e voltaram entusiasmados. Descobriram um imenso vazio demográfico com muita terra boa e barata. Para os agricultores dispostos a emigrar a equipe sugeriu a criação de uma cooperativa e para os que queriam ficar um programa de remembramento mini fundiário.

A Coopercol, Cooperativa de Colonização 31 de Março Ltda, teve sua assembléia de criação no dia 31 de março de 1971. Ela entrou para a história como a primeira cooperativa colonizadora do país.

O sonho dos agricultores era ir para Dourados, Mato Grosso do Sul, mas lá as terras já estavam inflacionadas. A diretoria da cooperativa, em 15 de fevereiro de 1972, viajou para o Mato Grosso a fim de ver as terras no então Município de Barra do Garças. Na altura da localidade conhecida como Váo, o ônibus atolou e muitos queriam voltar atrás. Os persistentes levaram a viagem até o fim, mas ao voltarem para Tenente Portela o agrônomo alemão Diter Fomford pintou um quadro muito negativo das terras do Mato Grosso causando uma debandada: dos 400 sócios iniciais restaram apenas 36.

A esse grupo juntaram-se mais 44 totalizando 80 famílias. Foi então que a Coopercol adquiriu uma área de 39.981 hectares, que era da viúva Fontoura, proprietária do Laboratório fabricante do Biotônico Fontoura.

No dia 14 de julho de 1972 começaram chegar na região as primeiras das 80 famílias de pioneiros dando início ao Projeto Canarana I. As primeiras duas famílias foram trazidas por Luiz Cancian e foram as de Siegfried Bruno Geib e Ervino Teixeira Berft. Inicialmente se alojaram num acampamento conhecido como “Vila Sucuri”. Cada pioneiro recebeu um lote de 480 hectares, ficando uma parte como área de reserva e instalações urbanas. Antes do surgimento da cidade foram criadas três agrovilas, cada uma numa distância de seis quilômetros do perímetro urbano.

O nome “Canarana” foi escolhido a partir de uma pesquisa feita pelo Agrônomo Orlando Roewer. Entre as espécies de fauna e flora existentes na região, chamou a atenção o nome de um capim chamado de canarana. Norberto Schwantes e seus companheiros de trabalho optaram por esse nome por ser bonito e por ser semelhante a Canaã, a terra prometida aos hebreus cuja história lemos no Antigo Testamento da Bíblia.

Depois do projeto Canarana I, uma série de outros projetos de colonização foram sendo implantados, dando origem ao atual município de Canarana: Projeto Canarana II, Canarana III, Projeto Garapu I, Garapu II, Garapu III, Projeto Serra Dourada, Projeto Tanguro I, Tanguro II e Projeto Kuluene. Se somaram aos projetos diversas fazendas que já tinham sido adquiridas por particulares.

Além da Coopercol-Cooperativa de Colonização 31 de Março Ltda, foi criada a Coopercana-Cooperativa Agropecuária Mista Canarana Ltda, em 05 de julho de 1975, que durante 18 anos atuou na região dando suporte a produção, assistência técnica, comercialização e melhorias na infra-estrutura.

No início as famílias viveram uma experiência de lavouras comunitárias e de uso comunitário das máquinas agrícolas. Com a vinda do financiamento do Banco do Brasil, cada família passou a ter a sua própria plantação.

O povoado de Canarana, que desde o início se firmou como núcleo central dos projetos de colonização foi inaugurado em 1º de maio de 1975.

Canarana tornou-se distrito de Barra do Garças pela Lei Estadual 3.762 de 29 de junho de 1976 abrangendo as áreas dos atuais municípios de Água Boa, Ribeirão Cascalheira e Querência. O Sr. Marino Schaeffer foi o primeiro sub-prefeito nomeado pelo então Prefeito Wilmar Peres de Farias.

Em 30 de dezembro de l978 foi constituída a Comissão Pró-Emancipação tendo como membros: Luiz Cancian, Elói Ernesto Rabuske, Luiz Palma, Guido Afonso Rauber, Mário Mazureck e Nilvo Vicente Colling, de saudosa memória.

O plebiscito foi realizado dia 11 de novembro de 1979 e Canarana tornou-se município através da Lei nº 4.165, de 26 de dezembro de 1979. O projeto foi de autoria do deputado Ricardo Corrêa e sancionado pelo Governador Frederico Campos. A instalação do município ocorreu em 15 de fevereiro de 1981 com a nomeação do Sr. Luiz Cancian como primeiro dirigente municipal.

O primeiro prefeito eleito foi o Sr. Francisco de Assis dos Santos e seu vice foi Eugênio Juventino Tonial. Seu mandato teve início em 01 de fevereiro de 1983 e término em 01 de janeiro de 1989. A 1ª Legislatura teve como vereadores: Avelino Simioni, Asildo Ari Weirich, Assis Simon, Jairo Groff, Antônio Bonfim dos Santos, Jandir Pezzini, José Carlos de Souza, Antônio Valadares, Carlos Mazureck e Bertholdo Grubert.

O segundo prefeito eleito do Município de Canarana foi o Sr. Darci Jesus Romio com o Vice Guido Afonso Rauber. Seu mandato foi de 01 de janeiro de 1989 a 01 de janeiro de 1993. A 2ª legislatura teve como vereadores: Naudi Rohr, Madelaine Terezinha Stragliotto, Elídio Corbari, Daniel Saggin, Raimundo Ribeiro da Silva, Saul Girelli, Juraci Ponsi Fabrício, Ivo Dalpizzol, Antônio Giacomini e Arnildo Franz.

O Sr. Luiz Cancian foi o terceiro prefeito eleito com mandato de 1993 a 1997, tendo como vice Walter Lopes Faria. Neste quadriênio a câmara de vereadores foi assim constituída: Madelaine Terezinha Stragliotto, Elias Oliveira dos Anjos, Laurindo Schwartz, Gilmar Antônio Kerber, Colmar da Costa e Silva, Odila Bandeira, Raimundo Ribeiro da Silva, Juracy Ponsi Fabrício e Ivani Terezinha de Castro.

O 4º prefeito eleito foi o Sr. Darci Jesus Romio tendo como vice Evaldo Osvaldo Diehl. Seu mandato foi de 1997 a 2000. A câmara na 4ª Legislatura foi assim constituída: Joá Jose Porto dos Santos, Solange Colossi, Sadi Antônio Turra, Madelaine Terezinha Stragliotto, Elias Oliveira dos Anjos, Raimundo Ribeiro da Silva, Manoel José Alves, José Roberto Siqueira Trovo, Elói Hetzel e Gilmar Antonio Fiorentin.

O Sr. Evaldo Osvaldo Diehl foi o 5º prefeito eleito de Canarana e seu mandato foi de 01 de janeiro 2001 a 01 de janeiro de 2005. O vice-prefeito foi Sadi Antônio Turra. A Câmara Municipal de Vereadores ficou assim constituída: Ênio Heinche Hass, Renilton Gomes de Souza, Ismar Grubet, Mauro de Souza Vieira, Joá José Porto dos Santos, Mauro Luiz Mrojinski, Carlito Barbosa Silva, Traudi Dalice Becker, Solange Colossi e Beatriz Irber.

O sexto prefeito eleito de Canarana é Walter Lopes Faria e sua vice é Marilei Bier. Seu mandado vai de 1º de janeiro de 2005 a 1º de janeiro de 2008. A Câmara Municipal conta com os vereadores: Joá José Porto dos Santos, Orlando Francisco Dourado, Márcia Graziela Luft, Pedro Lauri Kuhn, Manoel Jesus de Freitas, Mauro de Souza Vieira, Renilton Gomes de Souza, Paulo José Gonçalves e Ênio Henche Haas.

O setimo prefeito eleito de Canarana é Walter Lopes Faria e sua vice é Marilei Bier. Seu mandado vai de 1º de janeiro de 2009 a 1º de janeiro de 2012. A Câmara Municipal conta com os vereadores: Joá José Porto dos Santos, Orlando Francisco Dourado, Mauro de Souza Vieira, Paulo José Gonçalves, Airton Braz da Rosa, Gema Favreto Colling, Madelaine Stragliotto, Francisco Cavalcanti e Ênio Henche Haas.

O oitavo prefeito eleito foi Evaldo Osvaldo Diehl e seu vice Olenir Bernardo Bernardi. Seu mandato foi de 1º de janeiro de 2013 a 31 de dezembro de 2016.

Os Vereadores da 8ª Legislatura são os seguintes: Francisco Cavalcanti, Paulo José Gonçalves, Ivete Vaniz Romio, Laudemiro Alves Vieira, Márcia Graciela Luft, Gilmar Miranda de Almeida, Ederson Pörsch, Claudir Sonemann Feijó e Renato Locatelli dos Santos.

O nono prefeito eleito de Canarana é Fábio Faria, com o vice Vilson Bigueline. Seu mandato vai de 1º de janeiro de 2017 a 31 de dezembro de 2020.

Os Vereadores da 9ª Legislatura são os seguintes: Ederson Porsch (Soni), Claudir Feijó (Dile), Rafael Govari, Emmanuel Luis Magni (Manu), Gilmar Miranda, Laudemiro Alves (Miro), Jeremias Rodrigues de Souza (Jere), Moacir Ataide, Pedro Teixeira de Macedo (Pedrinho) Robson Wainer dos Santos Barbosa e Paulo José Gonçalves (Paulinho).

O Município de Canarana conta com uma área de 10.870 Km² e sua população estimada em 20.000 habitantes.

Sua economia se destaca como maior produtor de grãos do Vale do Araguaia, sendo a soja a principal cultura. O rebanho de gado conta com cerca de 450.000 cabeças numa área de 600.000 hectares de pastagens.

Em 22 de junho de 1982 foi fundado em Canarana o Banco do Brasil, que foi um grande alavancador de progresso na  cidade e região, pois com sua vasta  linha de financiamento ajudou a desenvolver Canarana e todo o Vale do Araguaia. Sr. José Guim foi o primeiro gerente  e  junto vieram funcionários de várias partes do país e construiram  aqui a familia Banco do Brasil.

Em seguida foi criado a AABB, Associação Atlética do Banco do Brasil, onde  funcionários e clientes se confraternizavam e realizavam praticas esportivas. Banco do Brasil foi o responsável pelo projeto fundiário de criação de Canarana.

Canarana apresenta um grande potencial turístico com suas pousadas situadas às margens dos rios Sete de Setembro e Culuene. Os monumentos do Avião e da Cuia são os pontos mais visitados em seu perímetro urbano.

Na área da Educação Canarana conta com duas escolas estaduais, duas particulares e 20 escolas municipais. O número de alunos é superior a sete mil.

Canarana se destaca como Pólo Regional de Educação no Ensino Superior mantendo cursos da UAB, UNOPAR, ESCOLA TÉCNICA E IFMT.

Na área de serviços públicos Canarana conta com diversos órgãos de abrangência regional. A construção do Fórum inaugurado no dia 14 de julho de 1990 e a instalação da Comarca foi uma das conquistas mais comemoradas pela comunidade.

Na Saúde Canarana conta com dois hospitais particulares, um hospital municipal, uma Policlínica Municipal e 10 Postos de Saúde nos bairros e interior. O atendimento por parte do Município é totalmente gratuito, inclusive com exames de laboratório

02 - HISTÓRIA DO BRASÃO DE CANARANA

O Brasão do Município de Canarana, Mato Grosso, foi idealizado e desenhado no ano de 1989 pelo então vice-prefeito Guido Afonso Rauber, gestão que tinha como prefeito Darci Jesus Romio (1989 a 1992). Para aperfeiçoar o desenho, Guido contou com a colaboração do Assessor Legislativo Arlindo Schwantes e da 1ª Dama Ivete Vaniz Romio.

A primeira vez que o Brasão de Canarana foi utilizado foi por ocasião da inauguração da Escola Estadual Norberto Schwantes em 19 de março de 1989, oportunidade que esteve presente o então governador do Estado Carlos Bezerra.

O Brasão possui o formato de cuia, numa alusão aos colonizadores vindos do Sul do País, cuja chegada iniciou no dia 14 de julho de 1972, por meio do projeto de colonização denominado Canarana I, viabilizado pela Coopercol (Cooperativa de Colonização 31 de Março

Ltda). O projeto foi idealizado e liderado por Norberto Schwantes com assessoria técnica do Engenheiro Agrônomo Orlando Roewer.

A cuia, que é utilizada para servir o chimarrão, bebida típica do Rio Grande do Sul, simboliza também a hospitalidade, a amizade e a convivência fraterna entre as pessoas que se reúnem nas chamadas rodas de chimarrão.

Na parte superior o Brasão apresenta uma Coroa Mural forrada de amarelo cujas torres representam a sede do município onde se localiza a cidade de Canarana composta por casas residenciais, comerciais, industriais, prestadoras de serviços, órgãos públicos e entidades.

Na parte interna o Brasão identifica o nome do Município, a sua economia com destaque a agropecuária, e um aperto de mão, simbolizando a população formada por migrantes de diversas partes do Brasil e do Mundo com traços culturais e étnicos diversificados.

Na parte inferior o Brasão traz a frase: UNIDOS VENCEREMOS, traduzindo os valores e a filosofia que deve nortear a vida da população de Canarana.

Cada morador do Município de Canarana é convidado a apertar a mão do seu semelhante, sem nenhuma espécie de discriminação, para uma convivência harmônica possibilitando que todos tenham a mesma oportunidade de aqui construir a sua vida e alcançar a felicidade. O Brasão de Canarana foi instituído através da Lei Municipal nº 1.295 assinada pelo Prefeito Municipal Sr. Fabio Faria, no dia 12 de Junho de 2017.

Canarana surgiu nos anos 70. Nesta época, se instalaram na região os primeiros agricultores recrutados no município gaúcho de Tenente Portela. O nome da cidade de Canarana (um capim da região) foi escolhido por ocasião da elaboração do anteprojeto, criando-se o núcleo de colonização. Schwantes foi um idealizador e muito se deve ao seu trabalho de pioneiro.

Os moradores mais antigos da cidade, afirmam que o nome de Canarana foi escolhido por lembrar "Canaã" - a terra prometida. Este nome foi escolhido como um tipo de propaganda, para atrair os agricultores para a região. Canarana tem um fuso horário diferente do usado no estado de Mato Grosso. Em Canarana, é usado o mesmo fuso horário de Brasília, porém sem o horário de verão.

Cuiabá:

Cuiabá  é a capital do estado brasileiro de Mato Grosso. Ele serve como o Centro Geográfico da América do Sul e forma a área metropolitana do estado, junto com a cidade vizinha de Várzea Grande.

A cidade foi fundada em 1719, durante a corrida do ouro, tem sido a capital do estado desde 1818. A cidade é um centro comercial para uma extensa área pecuária e agrícola. A capital é uma das cidades de mais rápido crescimento no Brasil, seguida pelo crescimento do agronegócio em Mato Grosso, apesar da recessão que está afetando as indústrias brasileiras.

Cuiabá é o coração de uma área urbana que também inclui a segunda maior cidade do estado, Várzea Grande. As usinas termelétricas e hidrelétricas localizadas na área foram ampliadas desde a conclusão de um gasoduto de Bolívia em 2000. A cidade é sede da Universidade Federal de Mato Grosso e do maior estádio de futebol do estado, Arena Pantanal.

A cidade é uma mistura rica de influências européias, africanas e nativas americanas e numerosos museus refletem isso. Cuiabá também é notável por sua gastronomia, dança ,

música e artesanato. Conhecido como o “portão do sul da Amazônia” , Cuiabá experimenta um clima tropical quente e úmido.

Cuiabá foi fundada em 1 de janeiro de 1727 por Rodrigo César de Menezes, então o “capitão” da capitania de São Paulo no rescaldo da descoberta de minas de ouro.  A igreja do Rosário construída na época no centro da pequena cidade marcou a localização de uma rica costura de ouro. No entanto, em 1746 grande parte da cidade foi destruída por um terremoto.

Foi dado o status de município em 1818 e se tornou a capital do estado em 1835.

A partir do final do século XVIII, até a época da Guerra do Paraguai (1864-1870), a cidade permaneceu pequena e estava em declínio. A guerra, no entanto, trouxe algumas infra-estruturas e um breve período de crescimento econômico, com Cuiabá fornecendo açúcar, alimentos e madeira às tropas brasileiras.

Após a guerra, a cidade foi mais uma vez esquecida pelo resto do país, de tal forma que o governo imperial e depois os governos republicanos do Brasil costumavam usá-lo como um local de exílio para políticos problemáticos. O isolamento permitiu preservar muitos dos mais antigos modos de vida brasileiros até o século XX.

A partir de 1930, o isolamento foi diminuído, com a construção de estradas e, mais tarde, com o advento da aviação. A cidade tornou-se uma cidade e cresceu bastante rapidamente a partir de 1960, após o estabelecimento da recém-construída capital brasileira em Brasília.

Nas décadas de 1970 e 1980, o ritmo de crescimento continuaria aumentando à medida que a agricultura se comercializasse, usando as estradas para transportar soja e arroz produzido no estado para serem vendidos no exterior. O crescimento foi tal que, de 1960 a 1980, a pequena cidade de 50 mil habitantes cresceu em um gigante, com mais de um quarto de milhão de habitantes (incluindo os da área circundante e das cidades).

Desde 1990, a taxa de crescimento populacional diminuiu, já que outras cidades do estado começaram a atrair mais imigração do que a capital. O turismo emergiu como uma fonte de renda e as questões ambientais tornaram-se uma preocupação pela primeira vez.

Cultura:

Existe uma cultura local muito rica baseada em influências portuguesas, africanas e ameríndias. Cuiabá é o lar de uma interessante cozinha indígena (nativa americana) influenciada, danças nativas, artesanato e música.

Uma interessante mistura no Centro-Oeste brasileiro

Pegue a cultura dos pantaneiros, adicione um pouquinho de costumes paraguaios, bolivianos e indígenas e mexa bem, no alegre ritmo do rasqueado, dança típica da região. Junte agora uma boa quantia de história de grandes fazendeiros e seus escravos, de bandeirantes em busca de ouro e de cidades praticamente abandonadas no passado. Salpique com muita beleza natural, tranquilidade e um clima deliciosamente quente. Essa é mais ou menos a receita que resultou no que hoje é a capital do Mato Grosso, Cuiabá.

Pantanal Mato Grossense:

Cuiabá consegue ser uma capital de estado sem perder o seu charme. Só pra se ter uma idéia, a cidade faz divisa com a chapada dos Guimarães e suas belas cachoeiras, com o Pantanal e

toda sua rica fauna e flora, com o cerrado do interior do Brasil, e com a Amazônia, que dispensa qualquer tipo de comentário.

Seu povoamento se deu pelos bandeirantes, que iam para a região em busca de ouro, levando consigo seus escravos, além dos muitos imigrantes de países vizinhos ajudaram a colonizar a cidade, o que faz com que a diversidade do seu povo seja muito grandiosa.

Para entender melhor a história da cidade, visite a Fundação Cultural, que conta com 4 museus: o Museu de História Natural, o de Antropologia, o de Arte Sacra e o Museu Histórico, além de um ateliê livre.

Outros 2 bons museus são o Museu Rondon e o Museu de Pedras Ramis Bucair, que tem belos acervos de trabalhos indígenas e pedras das mais diversas, incluindo um meteorito e um fóssil de dinossauro, respectivamente.

Já a cultura, o misticismo e a fé do povo podem ser observados na Catedral Metropolitana, na Igreja de São Gonçalo, do Rosário, de Nossa Senhora do Bom Despacho, e na de Nossa Sra. Auxiliadora. Toda tem uma história muito interessante para contar sobre sua construção, ou mesmo sobre as peças e obras que elas abrigam.

A cidade também é ótima para as compras: de artesanato indígena à doces típicos e licores caseiros. Além de tudo isso, os fãs de comidas regionais sairão muito satisfeitos com os deliciosos pratos servidos nos restaurantes, a grande maioria à base dos peixes da região, como a piraputanga.

Não se pode esquecer das interessantes danças típicas, como o Rasqueado, o Cururu e o Siriri, que apesar de já não tão presentes no dia-a-dia dos moradores, nunca são esquecidas, bem como todas as outras tradições e costumes desse belo povo que mora no Coração da América do Sul.

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