Financiamento Imobiliário - Saiba o que mudou de forma simplificada 07 Nov 2019

O ano iniciou-se instável devido as questões econômicas do país e conforme o passar dos meses voltou, em alguns setores, a retomar uma estabilidade para buscar crescer.
No mercado imobiliário foi assim e compreendendo a situação atual do Brasil houve mudanças nesse ramo em relação a financiamento de imóveis pela Caixa Econômica Federal, tendo então novas regras e juros.
Por isso, veja abaixo mais algumas informações sobre o que ocorreu com essa modificação.
Deve-se saber que todas essas mudanças são visando que o mercado imobiliário em relação a vendas/locação, lançamento de imóveis e iniciação de empreendimentos tome um rumo para o crescimento.
Essas ações estão ajudando a população que busca novos reajuste, facilidade e novas possibilidades de se conseguir o que deseja.
Ou seja, para uma melhora geral e obter números melhores no ramo de imóveis.
Vale relembrar que o financiamento imobiliário é o processo em que o público pode pagar o imóvel financiado em diversas parcelas que se estendem por anos, conforme for solicitado pelo perfil do cliente que deseja o crédito do financiamento.
Tudo isso após avaliado os detalhes como valor mínimo de compra, taxas de juros, prazo mínimo e máximo para pagamento, qual tipo do imóvel, qual limite de crédito e quais são os custos adicionais.
As mudanças do Financiamento Imobiliário:

Entre as mudanças, uma delas foi referente a Taxa Referencial (TR) que agora terá um teto de 4,95%, podendo chegar a até 2,95%, segundo a Caixa Econômica Federal, continuando então disponível para contratação.
Outra mudança é que agora será preciso avaliar a forma de reajuste do saldo devedor que será realizada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).
A TR Taxa é uma taxa de juros de referência decretada por Lei n° 8.177 no dia 1º de março do ano de 1991 que buscam medidas de política econômica visando a desindexação da economia e o combate à inflação.

Tem o objetivo de servir como referência para os juros vigentes no país, estando em variação diária e sendo divulgada todos os dias.
Com essas mudanças os bancos privados decidiram mudar as linhas de crédito imobiliário devido a esse saldo que será realizado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo.
Os bancos que aderiram são o Itaú Unibanco e o Bradesco que agora serão concorrentes nesse setor de financiamento que era apenas destinado a Caixa Econômica Federal.
Esses bancos privados vêm oferecer ao público prestações iniciais de 30% a 50% menor que as linhas tradicionais.

Por exemplo, o Bradesco pretende lançar uma linha de crédito imobiliário com IPCA que variam entre prazos de cinco e dez anos.
Já o Itaú também usa do IPCA e busca oferecer uma modalidade com prazo menor, mas os detalhes do novo produto ainda estão em análise.
O IPCA (Índice de preços no consumidor) é uma avaliação feita por método de estatística para avaliar o preço médio necessário para comprar bens de consumo e serviços e assim prever tendências de inflação.
A variação porcentual do preço num determinado período é uma das métricas da inflação.

Essas mudanças visam fazer financiamentos de imóveis nos valores de até R$ 250 mil e R$ 300 mil que é o perfil da maioria das pessoas que procuram pelo credito e isso trará um impacto grande principalmente destinado aos que buscam o programa Minha Casa Minha Vida.
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Confirma-se a assertividade das mudanças com os resultados que a Caixa Econômica Federal já obteve, pois já gerou empréstimos que ultrapassam juntos R$ 200 milhões em menos de um mês da aplicação dessa nova modalidade tendo também R$ 600 milhões encaminhados para contratação.
A Caixa Econômica Federal já registrou 2,5 milhões de simulações para crédito imobiliário com IPCA e quase R$ 5 bilhões em limites pré-aprovados, isso até esse mês.
E é de extremo benefício ao público pois tanto a Caixa como os bancos privados Itaú e Bradesco trabalham com o porcentual de até 20%, abaixo dos 30% dos financiamentos com base na TR.
E isso representa mais uma opção de financiamento para o público e atrairá mais pessoas a buscar empréstimos devido a inadimplência e reajustes mudados, facilitando o valor e pagamento das parcelas.
A regra antiga ainda permanece, mas se você deseja buscar por um financiamento imobiliário nessas novas regras saiba que deve estar atento sobre a inflação permanecer baixa, sobre as taxas de juros dos financiamentos também estarem baixas próximas a 2,95%, assim como o teto estar próximo a 9,75% e sobre as questões da conta em relação a manutenção corrente e cartão de crédito.
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Caso o contrário reflita sobre a possibilidade do financiamento com as regras antigas e veja qual o melhor para seu caso.
Assim conseguirá um crédito de qualidade, justo e que esteja adequada as suas condições de pagamento conforme as parcelas.
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By: Michele Carvalho