67 Imóveis com Quadra poliesportiva à venda - MG

Rua B, 155 - Condomínio Gran Royalle, Lagoa Santa - MG

Casa à Venda com 3 Quartos, 200m²

Casa em construção em um dos melhores condomínios fechado de Lagoa Santa, Gran Royalle! De alto padrão, o condomínio conta com infraestrutura completa, portaria 24 horas, CFTV, ronda motorizada, controle de acesso e lazer completo com quadras de tênis, quadra poliesportiva, campo de futebol gramado, piscina, sauna, academia, quiosques, espaço gourmet e cercado de área verde para quem busca qualidade de vida e contato com a natureza. Em seus 200m² de área construída e 100% funcional, a casa conta com sala ampla para 2 ambientes, com pé direito alto e rebaixamento de teto em gesso, luxuoso lavabo, 03 quartos sendo 01 suíte master com closet, cozinha com bancadas em granito, área de serviço totalmente separada e vaga de garagem para 04 carros, sendo 2 cobertas. Na área externa, um maravilhoso espaço gourmet com piscina com prainha e hidromassagem, além de amplo quintal gramado. Previsão de conclusão da obra: setembro/2021.

3 Quartos
1 Suite
3 Banheiros
4 Vagas
200m2
525m2 Totais
Endereço Não Informado - Engenho Nogueira, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 2 Quartos, 52m²

Ótimo Apartamento com dois quartos, sala para dois ambientes, cozinha estilo americana, área de serviço, banho social e uma vaga de estacionamento. Localizado em um conjunto fechado com porteiro físico, área de lazer, quadra de esportes, piscina, duas churrasqueiras. Oportunidade! Agende sua visita! Pet Place Portaria 24h Sol da tarde Vazio Portão Eletrônico Piscina Para Crianças Cerâmica Sala

2 Quartos
1 Banheiro
1 Vaga
52m2
Avenida Silva Lobo, 2280 - Nova Granada, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 3 Quartos, 59m²

Sabe aquele apê gostosinho e aconchegante? É o que você vai encontrar nesse imóvel com quase 60m². São 3 quartos, sendo 2 com armários planejados e uma suíte. A sala é clara e arejada para 2 ambientes com banho social. A cozinha também é bem completa, onde você encontrará armários planejados e a bancada em granito. Área de serviço também com armários planejados e 1 vaga de garagem coberta. O apartamento encontra-se no primeiro andar, possui uma excelente iluminação natural, além de piso laminado nos quartos e sala, cerâmica nos banhos, cozinha e área de serviço, parede acústica no quarto de casal, grades em todas as janelas e espelho nos banheiros. O gás canalizado e água estão inclusos na taxa do condomínio. A área comum possui sistema de CFTV, além de ser bem espaçosa contando com bicicletário, quadra poliesportiva, playground, área de piscina adulto e infantil e ainda tem uma churrasqueira externa para você aproveitar um bom dia de sol! O condomínio tem a entrada pela Av. Silva Lobo, em uma área tranquilíssima e com acesso fácil a tudo o que você precisa! Você estará a apenas 200 metros da Universidade Newton de Paiva e vai encontrar posto de saúde, posto policial, supermercados, farmácias, padarias, academia, diversas linhas de ônibus (2101, 2150 e 9201) e um vasto comércio. Para quem tem interesse em investir, o imóvel tem potencial para locação com valor de R$ 1.600,00. Agende uma visita e conheça seu novo apê.

3 Quartos
1 Suite
1 Banheiro
1 Vaga
59m2
Endereço Não Informado - Jardim das Alterosas - 2ª Seção, Betim - MG

Apartamento à Venda com 2 Quartos, 47m²

APARTAMENTO 2 QUARTOS, SALA, COZINHA, BANHEIRO SOCIAL COM ELEVADOR PARA LOCAÇÃO, EM RESIDENCIAL BUENOS AIRES, SÃO 4 TORRES, GUARITA, VAGA DE GARAGEM,ELEVADOR, ILHA DE CHURRASQUEIRA, ILHA DE PIZZA E QUADRA, NA CIDADE DE BETIM. SUA VIDA NO VILLE BUENOS AIRES VAI SER ÓTIMA DENTRO E FORA DE CASA. PARA QUEM GOSTA DE RECEBER CONVIDADOS E DE UMA BELA PIZZA, TEM ILHA DE PIZZA, ONDE VOCÊ MESMO PODE FAZER SUA PIZZA E CHAMAR SEUS AMIGOS. E AINDA VOCÊS VÃO PODER APROVEITAR A ILHA DE CHURRASQUEIRA, O PLAYGROUND E A QUADRA.A PREOCUPAÇÃO COM O SEU BEM-ESTAR E A SUA SEGURANÇA VEM DESDE A LOCALIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO. COM FÁCIL ACESSO À CONTAGEM, À VIA EXPRESSA, À BR381 E AO CENTRO DE BETIM. CADA DETALHE FOI PENSADO PARA OFERECER TODO O CONFORTO E PRATICIDADE. AQUI, VOCÊ VAI ESTAR A APENAS ALGUNS MINUTOS DA PUC CONTAGEM, DO SHOPPING MONTE CARMO E DO SHOPPING PARTAGE, DO CARREFOUR CONTAGEM, DAS AV. CAMPOS DE OURIQUE E AV. DAS ACÁCIAS. A DOIS QUARTEIRÕES DO EMPREENDIMENTO VOCÊ ENCONTRA DIVERSAS OPÇÕES DE COMÉRCIO, BANCOS E ESCOLAS, ALÉM DE VÁRIAS OPÇÕES DE LINHAS DE ÔNIBUS. SAIBA UM POUCO MAIS SOBRE BETIM É UM MUNICÍPIO BRASILEIRO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, REGIÃO SUDESTE DO PAÍS. PERTENCE À REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE E É O QUINTO MUNICÍPIO MAIS POPULOSO DO ESTADO, REUNINDO 450 024 HABITANTES SEGUNDO ESTIMATIVA DE 2021. HÁ POUCOS REGISTROS SOBRE A OCUPAÇÃO DA REGIÃO DE BETIM ANTES DA CHEGADA DOS LUSO-BRASILEIROS NO SÉCULO XVIII. NO SEU TERRITÓRIO, FORAM ENCONTRADOS VESTÍGIOS LÍTICOS LASCADOS (ÁREA DE IMPLANTAÇÃO DA ALÇA VIÁRIA QUE INTERLIGA AS RODOVIAS FEDERAIS BR 381 E BR 262). O MUSEU DA CIDADE ABRIGA TAMBÉM VESTÍGIOS LÍTICOS POLIDOS (LÂMINAS DE MACHADO) ENCONTRADOS NOS BAIRROS CAPELINHA E AÇUDE. A REGIÃO ONDE HOJE SE SITUA BETIM FOI OCUPADA POR LUSO-BRASILEIROS A PARTIR DO FINAL DO SÉCULO XVII, QUANDO SERTANISTAS E AVENTUREIROS PAULISTAS DESCOBRIRAM METAIS E PEDRAS PRECIOSAS EM MINAS. TRÊS CARTAS DE SESMARIA FORA...

2 Quartos
1 Banheiro
1 Vaga
47m2
Luz Interior, 105 - Estrela Sul, Juiz de Fora - MG

Apartamento à Venda com 2 Quartos, 120m²

Condomínio Bossa Nova!!! O melhor condomínio no bairro Estrela Sul. Venha morar neste excelente apartamento com 2 suítes, ampla cozinha integrada ,área de serviço, área externa, sala 2 ambientes, lavabo ,varanda espaçosa, quarto de despejo e 2 vagas de garagem. Prédio com 2 elevadores e portaria 24hs O Condomínio é um charme e conta com piscina ,sauna, cozinha gourmet ,salão de festas ,quadra, brinquedoteca, parquinho, academia de ginástica completa, salão de jogos, churrasqueira ,e espaço pet! Um condomínio diferenciado, completo, seguro e perfeito para você e sua família! Marque agora mesmo a sua visita e surpreenda-se com esta belíssima oportunidade.

2 Quartos
2 Suites
3 Banheiros
2 Vagas
120m2
152m2 Totais
Rua Márciano Pinto, 1635 - Santa Efigênia, Juiz de Fora - MG

Apartamento à Venda com 2 Quartos, 51m²

Você que procura um apartamento aconchegante, arejado, bem iluminado pelo sol, em uma localização tranquila e arborizada, então encontrou! Esse imóvel possuí 2 quartos aconchegantes, uma sala bem arejada, 1 banheiro com blindex e cozinha. Localizado no 4° andar você vai encontrar uma vista interessante. Dentro das dependências do condomínio você também encontra uma quadra esportiva, salão para festas e portaria 24 horas.

2 Quartos
1 Banheiro
1 Vaga
51m2
Endereço Não Informado - Serra, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 4 Quartos, 143m²

Apartamento com área total de 143m², varanda, 2 salas, reformado, armários nos quartos, 1 suíte, banho de empregada, quarto de empregada, área de serviço independente, despensa, 2 vagas de garagem. Infraestrutura: elevadores, piscina, quadra de esportes, salão de festas, churrasqueira, câmeras de segurança, interfone, possui guarita, portão eletrônico, gás canalizado, rua plana, localização privilegiada e próximo ao comércio. Diferenciais do imóvel: Varanda, Despensa, Área de Serviço, Banho Empregada, Quarto Empregada, Box Blindex, Lavabo. Diferenciais do edifício: Guarita, Interfone, Salão de Festas, Espaço Kids, Quadra de Esportes, Piscina, Churrasqueira, Elevador. O Serra é um bairro nobre de classe média e classe média alta da Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Seu nome deriva do Córrego da Serra, com nascente no atual Parque das Mangabeiras, e atualmente canalizado. Pode-se dizer que a região da Serra foi a porta de entrada da cidade que hoje conhecemos como Belo Horizonte. A ocupação do bairro estava prevista no plano original de Aarão Reis. O local seria destinado a chácaras, o que foi a ocupação principal até a década de 1920. A maior ocupação do bairro teve como impulso a construção do Colégio Sagrado Coração de Maria, inaugurado em 1930 com o nome Sacré Coeur de Marie. Outras importantes referências foram a criação do Olympico Club, em 1948, e do Minas II, na década de 1970. As partes junto ao Mangabeiras, avenida Afonso Pena e avenida do Contorno são consideradas de classe alta, com maior presença de prédios de alto padrão, colégios particulares e comércio mais sofisticado. Já a parte mais próxima ao Aglomerado da Serra segue um padrão mais simples, de classe média, com ocupação quase exclusivamente residencial. Ainda assim, parte dessa região foi incluída como Área de Diretrizes Especiais na Lei de Uso e Ocupação do Solo de Belo Horizonte, com limites altimétricos para preservar a be...

4 Quartos
1 Suite
3 Banheiros
2 Vagas
143m2
Serra, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 4 Quartos, 184m²

More com conforto e seguraça! Condomínio do Edifício Antonello da Messina, Apartamento de 184m², 4 quartos (1 suíte) 1 por andar, reformado. Sala para 3 ambientes com lavabo, varanda integrada, ampla cozinha e área de serviço, DCE completo. 3 vagas de garagem e quartinho de despejo. Portaria 24h, câmeras de segurança, interfone, portão eletrônico, 02 elevadores. Área de lazer completo, com jardins, solarium, quadra, academia, piscina, sauna, espaço gourmet, churrasqueira, salão de festas e espaço kids. Excelente localização, rua plana, tranquila e próximo aos principais comércios, mercados, padarias, escolas, bancos, clubes, academias e praças. Atrás do TJMG. Agende uma visita!

4 Quartos
1 Suite
2 Banheiros
3 Vagas
184m2
Prado, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 4 Quartos, 106m²

Apartamento no bairro Prado na divisa com Gutierrez. São 04 quartos amplos sendo 01 suíte; sala para 03 ambientes, DCE. Excelente acabamento com piso em porcelanato, granito e laminado madeira. Projeto luminotécnico .Todo o apartamento muito rico em armários de excelente qualidade muito bem divididos. Cozinha planejada com armários, fogão COOKTOP e Coifa; Banheiros com Box. Ótima vista, bem arejado e claro. São 02 vagas de garagem fixas e demarcadas. Chuveiro a gás e água inclusos no condomínio. Prédio todo revestido e com lazer completo: Piscina, Academia, Quadra, Espaço Gourmet, Salão de Festas, Playground, Portaria 24 Horas e Monitoramento. Muito bem localizado com fácil acesso às principais vias que te levam a todos os cantos de BH. Quer saber mais detalhes? Agende sua visita. E você corretor ou imobiliária que tiver cliente para nossos imóveis exclusivos, nós FAZEMOS PARCERIA. Somos adeptos da Venda Compartilhada.

4 Quartos
2 Suites
3 Banheiros
2 Vagas
106m2
234m2 Totais
Endereço Não Informado - Frei Leopoldo, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 2 Quartos, 49m²

Apartamento c/ 49m², com 02 quartos, 01 vaga, área de lazer, Frei Leopoldo - Belo Horizonte - MG Apto desocupado com 49,470 m². Sem elevador, três lances de escadas. Gás canalizado, medição individual. Apto: sala, varanda, 02 quartos, banho social, cozinha conjugada com área de serviço. Apto muito claro, arejado. Todo o apto tem piso em cerâmica, estado novíssimo. O Residencial Bosque dos Pinheiros está em uma região de grande crescimento, próximo à Linha Verde e ao Centro Administrativo; da Faculdade Faminas e do Hospital Risoleta Neves, que também são importantes pontos na região. Construção de conjunto residencial e infra- estrutura completa, contendo 6 blocos. Cada bloco tem 20 aptos, 04 por andar. Área comum com churrasqueira, playground, portaria, uma vaga demarcada, número 34, descoberta é um bairro da região Norte de Belo Horizonte. Possui cerca de 16 000 habitantes, e tem como seu centro comercial a Rua Geraldo Martins da Silva, com vários tipos de comércios: padarias, farmácias, supermercados, contando com três escolas públicas, posto de saúde, diversos prédios residenciais. No bairro também há indústrias como a Kannechon (indústria de cosméticos), San Marino (indústria de sapatos) além dos cemitérios Consolação e Bosque da Esperança localizado entre o bairro Jaqueline e o bairro Juliana. Tem fácil acesso à Avenida Cristiano Machado, a Rodovia MG-010 onde fica a sede do governo de Minas Gerais, o Aeroporto de Confins, a região de Venda Nova e acesso ao município de Santa Luzia. Escola Estadual Paschoal Comanducci, Escola Estadual Professora Maria Coutinho e a Escola Municipal Acadêmico Vivaldi Moreira são as escolas situadas no bairro, que são as Escolas Públicas do Bairro. Ainda temos várias escolas particulares infantis e o Instituto Educacional Jaqueline. Arborizado, o bairro Jaqueline possui vários sítios e chácaras que são freqüentados constantemente devido ao lazer e variedade de espécies d...

2 Quartos
1 Banheiro
1 Vaga
49m2
Endereço Não Informado - Prado, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 3 Quartos, 92m²

A Vida Empreendimentos é a grande novidade que nasce em Belo Horizonte. Uma forma de morar aproveitando o que a vida tem de melhor: modernidade, praticidade e conforto. É a nova referência em residenciais, planejados e projetados com a excelência e garantia Concreto de sempre. Tem como seu primeiro empreendimento o Vida Prado Residences. O Vida Prado localiza-se à 500 metros do Fórum Lafaiete, Justiça do Trabalho, Advocacia Geral da União e futura sede do Tribunal de Justiça Macrorregião Judiciária de Belo Horizonte. Em frente ao Clube dos Oficiais, em local cheio de conveniências: faculdade Estácio de Sá, hospital Felício Roxo, colégio Pio XII, colégio Piedade, farmácias, sacolões, padarias, supermercados, dentre outras. 91,58 m² e 91,91 m² 3 quartos, sendo 1 suíte; Piscina adulto com raia de 12m, área de recreação, piscina infantil e prainha; Quadra esportiva; Salão de festas com lavabo; Salão de jogos; Espaço kids; Fitness; Sauna com descanso; Espaço gourmet; Terraço. Entrega: Pronto para morar. Os pontos de referência mais populares próximos ao Vida Prado são o COPM - Clube dos Oficiais da Polícia Militar, o Tambor Mineiro, o Ambrozini, o Supermercados BH e o Drogaria Araújo. Andar Alto Portaria 24h Elevador com Gerador Armário Suíte Quarto de Serviço Armário na Área de Serviço Armário Banheiro Armário Dormitório Empregada Portão Eletrônico Piscina Aquecida Armário no Escritório Armário Cozinha Salão gourmet Elevador Privativo Piscina Para Crianças Sala Circuito Interno TV Armário no Quarto Despensa Sol da tarde Guarita Com Segurança Copa Sala de Jantar Com Sala de estar Porcelanato Armario Área de serviço

3 Quartos
1 Suite
2 Banheiros
2 Vagas
92m2
Endereço Não Informado - Santo Antônio, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 4 Quartos, 245m²

PREDIO ENTREGUE EM 2016 Área privativa com 3 suítes (suíte, suíte master com closet) sala galeria, cozinha gourmet, 4 vagas de garagem. Área total 245m² ( sendo 189 m² coberta e 56m² descoberta). sala em estilo galeria para 3 ambientes com 75m² e saída para área privativa, rebaixamento em gesso, iluminação planejada com fogão em ilha e saída para o jardim de inverno; cooktop com exautor, forno micro-ondas e geladeira , área de serviço com entrada independente e banho de empregada, área intima com 3 suítes , piso em taco todos os quartos com armários e ar condicionado. venha visitar e se encantar com apartamento privativo diferenciado Sol da tarde Alarme Elevador com Gerador Armário na Área de Serviço Armário Suíte Portaria 24h Tábua / Madeira Armário Banheiro Semimobiliado (Com armários embutidos) Armário Home Theater Armário no Quarto Armário Dormitório Empregada Copa Jardim de Inverno Armário no Escritório Armário Cozinha Portão Eletrônico Guarita Com Segurança Com Guarita Blindada Salão com Jogos Sauna Úmida Escritório Armario Circuito Interno TV Porcelanato Taco madeira Despensa Sala Sala de Academia Closet Armario Área de serviço Com Sala de estar Gourmet

4 Quartos
1 Suite
3 Banheiros
4 Vagas
245m2
Endereço Não Informado - Grajaú, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 2 Quartos, 68m²

Prédio com 2 elevadores ,piscina com raia, academia , sauna, espaço gourmet, salão de festas , churrasqueira ,espaço kids, câmera de segurança ,sistema de alarme, guarita , portão eletrônico, gás canalizado , agua individual ,apartamento de 68M² , 2 Quartos sento 1 suíte ,varanda, 2 vagas de garagem , apartamento com espelhos , armários e projeto de iluminação . Apartamento à venda, Grajaú, Belo Horizonte, MG localização privilegiada próximo ao hospital e maternidade da unimed e próximo a principais vias de acesso aos bairros . Portaria 24h Armário na Área de Serviço Armário Suíte Alarme Elevador Privativo Sol da tarde Painel Fotovoltaico Andar Alto Armário no Quarto Piscina com Raia Guarita Com Segurança Armario Área de serviço Gourmet Sala de Academia Armário Banheiro Armário Cozinha Piscina Para Crianças Sauna tipo Seca Porcelanato Sala Semimobiliado (Com armários embutidos) Com Guarita Blindada

2 Quartos
1 Suite
2 Banheiros
2 Vagas
68m2
Lourdes, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 4 Quartos, 192m²

Apartamento 4 quartos, 2 vagas, 192 m², venda R$1.300.000,00 Lourdes BH Está procurando espaço, conforto e comodidade para você e sua família? Temos um excelente apartamento, perfeito para você! Localizado na Rua Gonçalves Dias, 2162 no bairro de Lourdes. Prédio imponente, bonito e muito bem construído. Pilotis com elegante hall de entrada, salão de festas, lindos jardins e quadra de esportes. O apartamento de 192m² de área útil tem uma sala impactante, lavabo, 4 quartos, 3 banheiros (dois deles com banheira de hidromassagem), rouparia, cozinha, despensa, DCE e uma área de serviço para ninguém botar defeito. Todos os cômodos são espaçosos, possuem bons armários, grandes janelas e são naturalmente iluminados e arejados. Os elevadores são novinhos, a portaria é virtual e as duas vagas de garagem são paralelas, amplas e fáceis de estacionar. E para facilitar ainda mais a vida de toda a família, próximo desse apartamento tem tudo que é bom, como: Diamond Mall, supermercados, farmácias, bancos, escolas, praças, igrejas, salões de beleza, academias de ginástica, os melhores restaurantes da cidade e também hospitais e clínicas. A localização é tão boa que as questões do dia a dia podem ser resolvidas sem depender de carro. É com esse espaço, conforto e comodidade que está sonhando para você e para as pessoas que você ama? Então seja rápido e agende já a sua visita! Um apartamento como esse não aparece todo dia! Venha conhecer e se encantar!

4 Quartos
1 Suite
3 Banheiros
2 Vagas
192m2
332m2 Totais
Endereço Não Informado - Belvedere, Belo Horizonte - MG

Apartamento para Venda/Aluguel com 4 Quartos, 204m²

No Belvedere, conheça este apartamento em andar alto, com alto padrão de acabamento e linda vista panorâmica da cidade, perfeito para quem procura por uma morada em localização privilegiada. O imóvel possui 204m², 2 suítes (com possibilidade para projeto de mais um quarto), 2 salas, cozinha planejada, DCE, despensa, 4 banheiros e 4 vagas para os carros. Nele, os moradores têm, ainda, escritório, home theater, hidromassagem e uma incrível vista panorâmica. A infraestrutura do condomínio é completa com espaço gourmet, churrasqueira, piscina coletiva, playground, quadra de esportes, quadra de tênis, quiosque, sala fitness, salão de festas, além de um belo jardim. Para a segurança dos condôminos: portaria 24 horas, vigilância, zelador e circuito de TV. Hidromassagem Portaria 24h Quarto de Serviço Armário na Área de Serviço Sala de Jantar Armário no Quarto Armário Banheiro Sol da tarde Vazio Andar Alto Salão gourmet Elevador com Gerador Copa Com Guarita Blindada Alarme Com Pé Direito Duplo Armário Suíte Armário Dormitório Empregada Armário no Escritório Portão Eletrônico Armário Cozinha Elevador Privativo Entrada Lateral Circuito Interno TV Guarita Com Segurança Sala Escritório Armario Sala de Academia Com Sala de estar Aquecimento Solar Armario Área de serviço Despensa Com Piso de Mármore Closet

4 Quartos
1 Suite
4 Banheiros
4 Vagas
204m2
320m2 Totais
Cruzeiro, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 4 Quartos, 192m²

Gostaria de morar em um apartamento de 4 quartos no Anchieta? O Edifício Millennium recebeu este nome por ter sido construído no ano 2000 pela construtora Fernando Valle S/A. É um prédio imponente que está sempre atualizado, a fachada é revestida em granito e cerâmica, tem uma entrada com hall de pé direito duplo , muito elegante! O prédio é composto de 14 pavimentos , 1 apartamento por andar, são 12 apartamentos ao todo. O apartamento se localiza no segundo andar , tem área privativa 192,67 m². Sala ampla com piso em mármore branco com duas varandas , uma de frente com 3,22 m² e uma varanda lateral bem ampla de 13,11 m², quase uma área privativa! Acompanhando a sala temos um lavabo , cozinha e DCE , em granito e com armários . Os quartos estão em tábua corrida bem conservados com armários . São 4 quartos sendo 2 suítes. Suíte Master com banheiro amplo claro com hidromassagem e closet , um banheiro social e um dos quartos está em formato de escritório com armários. O apartamento é bem claro e ventilado , tem o sol da manha nos quartos. São 3 vagas de garagem ,sendo 2 livres . Box de despejo grande. O prédio tem dois elevadores, Salão de Festas amplo e claro com portas de vidro para a área externa, uma quadra poliesportiva, piscina , sauna , churrasqueira. Portaria 24 horas. Venha conhecer o apartamento, pois é encantador! Vamos agendar uma visita?

4 Quartos
2 Suites
3 Banheiros
3 Vagas
192m2
Caiçaras, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 3 Quartos, 115m²

Apartamento 03 quartos, duas excelentes vagas paralelas e uma linda vista. Prédio imponente com piscina, quadra poliesportiva e salão de festas localizado no ponto mais nobre do bairro Caiçara a poucos metros do Supernosso, da famosa Padaria Arte do Trigo, Restaurante japonês Arigatô e todo tipo de comércio. LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA! Sala ampla para 02 ambientes com linda vista definitiva; Cozinha com armários planejados e bancada para refeições rápidas, área de serviço ampla e independente; quarto de empregada com armário(pode ser usado como escritório) e banheiro de serviço; banheiro social com bancada em granito, armário e Box; 01 Suíte (armário no quarto e no banheiro com Box); 02 quartos com armários e mesas de estudo. Apartamento bem ventilado e com boa iluminação. Ligue e agende uma visita. E você corretor autônomo ou imobiliária, tem cliente para nossos imóveis exclusivos? Somos adeptos da VENDA COMPARTILHADA. FAZEMOS PARCERIA!

3 Quartos
1 Suite
3 Banheiros
2 Vagas
115m2
129m2 Totais
Endereço Não Informado - Engenho Nogueira, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 2 Quartos, 49m²

Oportunidade no bairro Engenho Nogueira! Composto por: 02 dormitórios com armário em 01 dormitório; Ampla sala para 02 ambientes, Cozinha integrada com a área de serviço com armários planejados, Banho social com box e armário, 01 vaga de garagem demarcada. Condomínio fechado com porteiro 24h, área de lazer completo com piscina adulto e infantil, 02 churrasqueiras, playground, espaço fitness, mini campo, portaria 24 horas, medidor de água individual, gás canalizado. Excelente localização, com todo tipo de comércio local, linhas de ônibus, escolas. Agende a sua visita! Sala Armário Banheiro Armário no Quarto Armario Área de serviço Armário Cozinha Armário na Área de Serviço Andar Alto Portão Eletrônico Portaria 24h Piso Laminado Piscina Para Crianças Salão gourmet Semimobiliado (Com armários embutidos)

2 Quartos
1 Banheiro
1 Vaga
49m2
Rua Márciano Pinto, 1635 - Santa Efigênia, Juiz de Fora - MG

Apartamento à Venda com 2 Quartos, 51m²

Venha viver junto à natureza com uma belíssima vista do apartamento! Condomínio amplo com grande espaço para caminhada, salão de festas, quadra poliesportiva e muito verde. esta unidade de apartamento à venda tem apenas dois pequenos lances de escadas e fica no segundo andar do Bloco. Muito ensolarado e linda vista! O apartamennto possui: 02 Quartos Sala ampla Cozinha com lavanderia anexa Banho Social Sol da tarde Segundo andar Condomínio Residencial Parque Verde em frente ao Residencial Santa Lôla em Santa Efigênia. Documentação OK para financiamento. Solicite-nos gratuitamente uma simulação para o Financiamento Bancário dentro de sua realidade financeira. Teremos prazer em ajudar!

2 Quartos
1 Banheiro
1 Vaga
51m2
22525m2 Totais
Endereço Não Informado - Novo Progresso, Contagem - MG

Casa à Venda com 3 Quartos, 200m²

Casa constituída por 3 quartos amplos, sendo 1 com suíte, sala de TV, sala de jantar, banhos com box e armários, cozinha com armários, lavanderia, quadra de esportes e 3 vagas de garagem. Nos fundos um barracão com 2 quartos, banho e cozinha. A casa está em localização privilegiada, próximo a Escolas (Centro Educacional Paulo Freire e outras) e comércio variado como: padaria, sacolão, supermercado. Ônibus na porta que vai para o Shopping Del Rey e mais 2 linhas de ônibus pro centro de BH que ficam na esquina. Um pouquinho sobre o novo progresso; O bairro Novo Progresso foi fundado em meados de 1960, quando trabalhadores vieram para a cidade prestar serviço no Ceasa. O bairro Novo Progresso foi fundado há mais ou menos 56 anos e de lá pra cá sua história realmente vem progredido e superado muitos obstáculos. Conhecendo um pouco sobre contagem ; '' O arraial de São Gonçalo do Ribeirão das Abóboras '' A história de Contagem apresenta versões diversificadas sobre sua origem. Uma dessas versões, fala da existência de uma família com o sobrenome "Abóboras" que teria construído a igreja em torno da qual o município viria a surgir. Essa versão, e outras similares, não contam documentação suficiente para ser comprovadas. Assim, a versão mais aceita refere-se aos chamados registros, criados pela Coroa Portuguesa. Em 1701, a Coroa portuguesa mandou instalar um posto fiscal às margens do Ribeirão das Abóboras, nas terras da sesmaria do capitão João de Souza Souto Maior, com o objetivo de fazer a contagem do gado que vinha da região do Rio São Francisco em direção à região das minas (Ouro Preto e Mariana).Como acontecia em todos os pontos que ofereciam boas oportunidades de lucro, a partir de 1716, no entorno do posto de registro, uma grande diversidade de pessoas foi dando vida à população: senhores de escravos; proprietários de datas minerais à procura de braços e do gado para...

3 Quartos
1 Suite
1 Banheiro
3 Vagas
200m2
Endereço Não Informado - Jaraguá, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 2 Quartos, 10m²

Localizado no coração do bairro Jaraguá, tem como vizinhos Jaraguá Country Clube, Shopping Pampulha Mall, Lagoa da Pampulha, além da proximidade de toda estrutura comercial, de serviços e de transportes do bairro. Ao lado do empreendimento será entregue à população, pela Construtora, uma praça pública, com 2.744,50 m². Prédio construído em um terreno de 14.448 m², elevadores, 4 torres de 11 pavimentos, área de lazer entregue montada e decorada, wi-fi nas áreas comuns, vagas para visitantes, atenuação acústica e previsão de ar condicionado nos quartos, tomadas USB na sala e quartos, medição individualizada de água, condomínio virtual, port cochére, placas fotovoltaicas, recarga para carros elétricos, aproveitamento de águas pluviais, coleta seletiva, antecâmara de segurança, portaria 24 horas, circuito fechado de TV. Lazer: Bosque com 2.958 m², gestão esportiva ³Gota D?Água´, bicicletário e bicicletas compartilhadas, pet place e pet care, oficina compartilhada, piscina climatizada com raia, piscina adulto e infantil, deck molhado, prainha, solarium, gazebos, sauna, espaço gourmet com churrasqueira, salões de festa com varanda, quadra poliesportiva, academia, playground, espaços kids, massagem e mulher, coworking, quadra de futebol gramada, redário, praça de jogos, pista de caminhada, espaço piquenique. Apartamentos de 1, 2 e 3 quartos, com sala para dois ambientes com janelões, suíte, banho social, cozinha e área de serviço, 1 a 2 vagas de garagem, área de 54 a 117 m². Opções de unidades com área privativa. Temos outras unidades disponíveis. Condições de pagamento facilitadas. Proximidades: Jaraguá Country Clube, Shopping Pampulha Mall, Lagoa da Pampulha Características: Área de lazer entregue montada e decorada, wi-fi nas áreas comuns, vagas para visitantes, atenuação acústica e previsão de ar condicionado nos quartos, tomadas USB na sala e quartos, medição individualizada de água, condomínio v...

2 Quartos
1 Suite
1 Banheiro
2 Vagas
10m2
54m2 Totais
Endereço Não Informado - Jardim Guanabara, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 3 Quartos, 83m²

Apartamento à venda 3 quartos, 2 banheiros, Bairro Jardim Guanabara Região Norte Imóvel composto de sala para dois ambientes, piso reformado, sintecado, banheiro social com box em blindex e armário, cozinha com armários, área de serviço separada, um banheiro no anexo de empregada e uma vaga de garagem livre e demarcada, coberta por toldo. Condomínio o completo com portaria 24h, 2 elevadores, extensa área verde para atividades ao ar livre, a maior da região Norte, um verdadeiro clube, possui: Quadra de Futebol, 2 Quadras de Peteca, Piscina, 2 Espaços Gourmet, Salão de Festas, Gás Canalizado, Água, imenso espaço verde em todo o condomínio, monitoramento por câmeras, conta com uma localização privilegiada próximo a principal avenida do bairro paralela a Avenida Cristiano Machado, vasto comércio no bairro como Restaurantes, Lotérica, Padarias, são quatro quarteirões até o Apoio Mineiro na Avenida Cristiano Machado e um novo supermercado de renome na cidade, está em fase final de construção, Laboratório, escolas, entre outras opções e diversas linhas de ônibus. Possui também fácil acesso as Estações do MOVE e estação do metrô Floramar fica a uma distância, de apenas 10 minutos caminhando. O shopping Estação fica a 600 metros, bem como a nova catedral de BH. A Catedral Cristo Rei é um templo religioso católico, atualmente em construção, localizado em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. O templo é o último projeto do arquiteto Oscar Niemeyer para a cidade e será a sede da Arquidiocese de Belo Horizonte. O arquiteto projetou a obra em estilo de arquitetura moderna para um terreno de 24 mil metros quadrados. A estrutura terá três pavimentos e a nave ficará sobre o terceiro pavimento, sob uma estrutura de 100 metros de altura, que são os pórticos da verdade e da justiça que simbolizam mãos em posição de oração. A catedral terá capacidade para cinco mil pessoas sentadas. Em eventos maiores, o templo poderá receb...

3 Quartos
2 Banheiros
1 Vaga
83m2
Endereço Não Informado - Heliópolis, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 2 Quartos, 10m²

Ótimo Apartamento a venda no bairro Heliópolis em Belo Horizonte - Minas Gerais, no Condomínio Rossi Mais Solares,Localizado a um quarteirão da Av. Cristiano Machado e Estação do Metrô. Possibilidade de locação do imóvel na região na faixa de 1.700 reais. Está ao lado (literalmente ao lado) da Drogaria Araújo e supermercado DIA. Encontra-se a 100 metros da Pizzaria do Guarani II, Padaria Mix Pão (funcionamento 24 horas), sacolões, açaís, agências de automóveis, lotéricas e supermercado EPA. Apartamento à venda em torre de 11 andares, localizado no 2° andar. Possui 68,96 m², 2 quartos, 1 vaga demarcada coberta com toldo (ótimo posicionamento), composto por: Sala ampla para dois ambientes, com varanda incorporada a sala, - 02 quartos, sendo 01 com suíte , 01 banho social, cozinha estilo americana com armários embutidos abaixo e acima da bancada de granito, piso em cerâmica, área de serviço separada com piso em cerâmica. Piscina para adultos e crianças, salão de festas com decoração arrojada contendo mesas, fogão, forno elétrico, geladeira e freezer. Quadra, academia, 01 elevadores social e 01 elevador de carga portaria 24hs. - Curiosidades sobre o bairro Heliopolis: Heliópolis é um bairro da região administrativa do Norte, no município de Belo Horizonte, em Minas Gerais, no Brasil.1 Seu principal acesso é feito através da Avenida Cristiano Machado. Em dezembro de 2007, o bairro foi prestigiado com a praça Padre Laje através do Orçamento Participativo da Prefeitura. A praça é um local de lazer e ponto de encontro de namorados. Tranquilo, Heliópolis é considerado bairro dormitório e seus moradores trabalham em outros pontos da cidade. Os pequenos comércios são concentrados na rua Nair Pentagna, que é a principal rua do bairro. Portão Eletrônico Granito Varanda Freezer Sala Guarita Sala de Academia Geladeira Armário Cozinha Piscina Para Crianças Fogão Aquecimento Eletrico Portaria 24h Cerâmica

2 Quartos
1 Suite
1 Banheiro
1 Vaga
10m2
68m2 Totais
Endereço Não Informado - Santa Amélia, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 3 Quartos, 65m²

Oportunidade! Apartamento aconchegante de 3 quartos, sendo, dois com armários e um com linda suíte, corredor, sala ampla bem iluminada, cozinha com armários e área de serviço totalmente independente. Uma vaga de estacionamento livre. Prédio com 4 andares, apartamento está localizado no 3° andar, não tem elevador. Condomínio com duas quadras esportivas, vários jardins para contemplação, Porteiro 24 horas. E se você tem animais de estimação, fique tranquilo, é permitido animais. O residencial está em ótima localização no bairro Santa Amélia, ponto de ônibus na porta, próximo a padarias, farmácia, varejão, restaurante, bares, sorveteria e hamburgueria. Localizado na Avenida Deputado Anuar Menhem, número 1212, condomínio São Judas Tadeu. É próximo a pontos de interesse, além do privilégio de estar próximo ao Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado com lindo espaço com área verde, próximo à comércio, ponto de ônibus, escolas, padarias, farmácias, supermercados e de fácil acesso à Avenida Dom Pedro I. Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado fica nessa região. No final do século XIX, uma intensa movimentação de tropeiros e mercadores originários da Bahia e do Norte de Minas utilizavam o distrito de Venda Nova como entreposto comercial em suas rotas rumo ao Curral Del Rey, Sabará e Rio de Janeiro. Aproveitando a parada, descansavam, lavavam suas roupas e banhavam-se às margens de um riacho de águas límpidas da redondeza. A ele deram o nome de córrego do Nado. A área hoje ocupada pelo Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado era, até na década de 60, uma parte da Fazenda Engenho Córrego do Nado, de propriedade da família do ex-prefeito de BH, Américo René Giannetti. Nesta época, o uso da área era restrito à família e aos seus amigos. Com a ocupação dos bairros e a chegada da urbanização na década de 60, a Fazendinha Janete, como era chamada localmente, foi caindo no abandono até que, no início dos anos 70, c...

3 Quartos
1 Suite
2 Banheiros
1 Vaga
65m2
Endereço Não Informado - Santa Amélia, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 3 Quartos, 65m²

Apto no 1º andar com ampla sala, rebaixamento de gesso e parede em gesso 3D, Apto 3 quartos, sendo 2 já com guarda-roupas novos e embutidos, banheiros com box blindex e armários, cozinha planejada, área de serviço separada da cozinha, vaga de estacionamento livre, portaria 24 horas, quadra de esportes. O Condomínio Residencial São Judas Tadeu fica em excelente localização do bairro Santa Mônica em Belo Horizonte. É próximo a pontos de interesse de Santa Mônica, tais como Hospital Santa Mônica e Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado com lindo espaço com área verde, próximo à comércio, ponto de ônibus, escolas, padarias, farmácias, supermercados e de fácil acesso à Avenida Dom Pedro I. Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado fica nessa região. No final do século XIX, uma intensa movimentação de tropeiros e mercadores originários da Bahia e do Norte de Minas utilizavam o distrito de Venda Nova como entreposto comercial em suas rotas rumo ao Curral Del Rey, Sabará e Rio de Janeiro. Aproveitando a parada, descansavam, lavavam suas roupas e banhavam-se às margens de um riacho de águas límpidas da redondeza. A ele deram o nome de córrego do Nado. A área hoje ocupada pelo Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado era, até na década de 60, uma parte da Fazenda Engenho Córrego do Nado, de propriedade da família do ex-prefeito de BH, Américo René Giannetti. Nesta época, o uso da área era restrito à família e aos seus amigos. Com a ocupação dos bairros e a chegada da urbanização na década de 60, a Fazendinha Janete, como era chamada localmente, foi caindo no abandono até que, no início dos anos 70, crianças e jovens da região começaram a utilizá-la como área para recreação e lazer. A primeira vez que se falou na construção de um parque foi em 1973, por meio de um decreto, que indicava a desapropriação da área e previa a destinação do espaço para a "construção de um parque ou qualquer obra de interesse público"...

3 Quartos
1 Suite
2 Banheiros
1 Vaga
65m2
Endereço Não Informado - Sobradinho, Lagoa Santa - MG

Terreno à Venda , 1000m²

Lote plano medindo 20 x 50m totalizando uma área de 1000m² na rua principal do Condomínio Versailles Ville de France, que é um condomínio fechado, localizado a 5 minutos da orla da lagoa. Toda documentação regularizada, permitindo financiamento. O condomínio possui infraestrutura completa, todo asfaltado e murado, além de contar com rondas de monitoramento 24h, garantindo a segurança (Portaria 24h, sistema de segurança, piscina, bar molhado) quadra de tênis, praças temáticas, espaço gourmet, playground. O condomínio está pronto com casas sendo construídas. Qualidade de Vida O Versailles está no Vetor Norte, região que mais cresce na Grande Belo Horizonte. O condomínio é mais uma fonte de desenvolvimento para o local, elevando o nível dos empreendimentos imobiliários na região. Viva em contato com a natureza: Lagoa Santa é conhecida também pela peculiaridade de sua flora e fauna, pertencentes ao bioma do Cerrado. As grutas e as montanhas ocupam a região, formando pontos turísticos naturais conhecidos: a Lagoa Central, a Gruta da Lapinha, a Serra do Cipó e o Morro do Cruzeiro são alguns exemplos de pontos turísticos próximos ao condomínio. MELHOR LOCALIZAÇÃO DO VETOR NORTE A pouco mais de 5 minutos de carro da lagoa e do centro da cidade! A 30 minutos do Minas Shopping A 20 minutos da cidade administrativa A 15 minutos do Aeroporto de Confins A 40 minutos da Serra do Cipó A CIDADE DE LAGOA SANTA: Lagoa Santa é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Lagoa Santa encontra-se a 800 metros de altitude, possui 231,9 km² de área e uma população de 61 752 habitantes em julho de 2017. Está localizado a 35 km de Belo Horizonte. Lagoa Santa se situa em uma região de relevo cárstico, apresentando notório patrimônio natural, espeleológico, paleontológico, arqueológico, histórico e cultural. A cidade conta com diversas descobertas e pesquisas científicas empr...

10m2
1000m2 Totais
Endereço Não Informado - Monte Azul, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 2 Quartos, 47m²

ENTRADA FINANCIADA EM ATÉ 20 vezes. O APARTAMENTO MAIS TOP DENTRO DE BH! Apartamentos 2 quartos , com varanda, banheiro amplo, cozinha americana grande conjugada com área de serviço, portas com vão maiores (vão de 80cm), piso laminado e a melhor planta do mercado. Faixa 2,0 do Minha Casa Minha Vida. Condomínio com Vaga demarcada, Playground, e Salão de Festas. E a localização? Excelente! Em Belo Horizonte, à 10 minutos da estação São Gabriel, na Via 240, com rápido acesso ao centro de BH. O seu próprio Bairro planejado com vias internas urbanizadas e centro comercial com supermercado BH e mais 16 lojas de conveniência. Áreas doadas à prefeitura de BH para construção, pelo município, de posto policial, posto de saúde, escola, CRAS (centro de referência de assistência social), BH Cidadania e áreas de socialização. A região tem seu setor de transportes desenvolvido, contando com estações de metrô e dezenas de linhas de ônibus. ORIGEM: A ocupação da região Norte aconteceu de forma gradativa, tendo sido iniciada por volta de 1930 através de áreas públicas que hoje são representadas pelos bairros Primeiro de Maio e São Bernardo. O bairro Primeiro de Maio ocupava áreas de antigas fazendas do início do século XX. Posteriormente, estas fazendas dariam origem a outros povoados. Antes da instalação do Matadouro Municipal, um dos mais importantes povoados assim surgidos, era o povoado do Onça, onde hoje se localiza o bairro Aarão Reis, à margem esquerda do ribeirão de mesmo nome. O Onça era o único povoado que aparecia em destaque em mapas da região. Daí, talvez, sua importância, pois, já em 1856, haviam estradas que o ligavam ao Arraial de Embiras, e, em 1923, ao Arraial de Venda Nova e ao Centro de BH. De acordo com o Inventário do Patrimônio Urbano de BH: " No mapa de 1937 foi possível identificar a Rua Jacuí como único acesso à região norte da cidade e, conseqüentemente, ao povoado do Onça...

2 Quartos
1 Banheiro
1 Vaga
47m2
Endereço Não Informado - Serrano, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 3 Quartos, 55m²

Apartamento todo reformado, composto por 3 dormitórios sendo 1 com armário planejado, sala para dois ambientes com teto rebaixado, cozinha 100% revestida, bancadas em granito, piso em porcelanato, armários planejados, banho social 100% revestido, piso em porcelanato, armários planejados e box frontal em vidro temperado. 1 vaga de estacionamento. Localização privilegiada com fácil acesso para o Centro de Belo Horizonte e Contagem! Condomínio esta localizado na esquina da Avenida Serrana, com todo tipo de comércio local, linhas de ônibus, escolas públicas e privadas, UMEI. Fique por dentro do bairro Serrano do ponto de vista imobiliário! Serrano é um bairro da cidade de Belo Horizonte,MG. Serrano tem comos seus pontos de referência mais populares Padaria Oliveira, Escola Educar, Escola Estadual do Bairro Sarandi e Escola Estadual Doutor Euzébio Dias Bicalho. Normalmente quem busca imóveis no Serrano também procura imóveis nos bairros Castelo, Ouro Preto, Alípio de Melo, Manacás e Paquetá. ORIGEM DO NOME: Referência à Sociedade Serrana Ltda., antiga proprietária de parte da área do bairro. OUTROS NOMES: Bairro Serrana, bairro Imperial, bairro Saramenha, Vila Santo Antônio. ORIGEM DO BAIRRO: Em 1954, foi proposto o loteamento da área atualmente ocupada pelo bairro. REFERÊNCIAS URBANAS DO PRESENTE: Paróquia São Dimas Granito Esquina Teto Rebaixado Armário Embutido Armário Cozinha Aquecimento Eletrico Armário no Quarto Semimobiliado (Com armários embutidos) Armário Banheiro Sala Sol da manhã Portão Eletrônico Decorado Armario Área de serviço Armário na Área de Serviço Porcelanato

3 Quartos
1 Banheiro
1 Vaga
55m2
Endereço Não Informado - Bom Jesus, Contagem - MG

Apartamento à Venda com 2 Quartos, 45m²

Apartamento aceita financiamento bancário constituído por 2 quartos com piso em laminado, sala para 2 ambientes, banho social com bancada esculpida em mármore, cozinha americana com bancadas em granito, área de tanque com bancada em granito e 1 vaga de garagem demarcada. ESPECIFICAÇÕES DO CONDOMÍNIO Lazer: Piscina, Quadra Poliesportiva e Espaço Gourmet com Churrasqueira. Área do terreno: 6.087,70 m² Nº de blocos: 6 Nº de unidades: 96 Nº de pavimentos: 4 pavimentos Unidades por pavimento: 4 unidades/ pavimento O Bela Vida Residencial fica próximo à Lagoa da Pampulha. Em apenas 10 minutos é possível chegar a Toca da Raposa e no Zoológico, pontos referenciais em Belo Horizonte. Além disso, próximo ao empreendimento, encontra-se a 200m o Supermercado BH, casa lotérica, farmácias, sacolão e dentre outros comércios variados e linhas de ônibus passam na porta. O apartamento aceita financiamento da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Santander, Itaú. Bairro Bom Jesus esta na região do Nacional que é praticamente uma cidade dentro de Contagem, a região conta com Dorgaria Araújo, agencia dos Correios, várias linhas de ônibus e variado comércio. Várias construtoras tem investido na região, sendo algumas delas, MRV, Tenda, CELTA Engenharia, VIC Engenharia. Andar Alto Vazio Salão gourmet Piso Laminado Sala Gourmet Cerâmica Portão Eletrônico Guarita Com Segurança

2 Quartos
1 Banheiro
1 Vaga
45m2
Vale do Sereno, Nova Lima - MG

Cobertura à Venda com 4 Quartos, 188m²

Primavera Home, lindo lançamento com cobertura de 4 quartos de alto luxo, sendo 2 suíte e 2 semi-suítes. Com localização super privilegiada, no coração do Vale do Sereno, menina dos olhos do mercado imobiliário de alto luxo da região metropolitana, agrega natureza e ocupação urbana planejada. Ao lado do Primavera Home teremos o Primavera Business, o primeiro complexo comercial do Vale do Sereno, atualmente o comercio da região está todo centralizado a beira da rodovia de acesso a Nova Lima ou no alto na Alameda. O Prédio terá ótima estrutura de lazer. O Preço e a facilidade de pagamento estão imperdíveis; seja para morar ou investir, o Primavera é garantia de um bom negócio. É mais um Projeto do renomado arquiteto Gustavo Penna. Reserve já sua unidade, mais de 50% já foram reservadas; apenas 2 coberturas disponíveis. Entre em contato e obtenha todas as informações.

4 Quartos
2 Suites
5 Banheiros
3 Vagas
188m2
Sion, Belo Horizonte - MG

Apartamento à Venda com 3 Quartos, 112m²

Apartamento 3 quartos, sendo 1 suíte, todos com armários. Ampla cozinha com armários e DCE. Armário no corredor. Banho suíte com piso e bancada em granito, armário, box de vidro temperado, espelho. Banho social modernizado, piso em cerâmica, bancada em granito, box de vidro temperado, espelho. Elevador codificado. Prédio com 13 pavimentos, 1 apartamento por andar, na Rua Nicarágua, 39, Sion, num dos melhores pontos do bairro, quase esquina de Rua Peru, a 200 metros do Colégio Santa Doroteia,. Acesso pela Av. N. S. do Carmo ou Rua Grão Mogol. Conta com zelador no horário comercial, de segunda-feira a sábado. Quadra esportiva, churrasqueira, área gourmet, salão de festas. Ótima vista para o oeste e norte da cidade. 2 vagas de garagem em linha, de ótimo acesso,

3 Quartos
1 Suite
3 Banheiros
2 Vagas
112m2
Rua João Teixeira Lopes Filho, 190 - Santa Luzia, Juiz de Fora - MG

Cobertura à Venda com 3 Quartos, 125m²

Excelente cobertura, moderna, reformada, localizada no Condomínio Jardim das Violetas. Está posicionada entre os bairros Estrela Sul e Santa Luzia, em uma rua tranquila, silenciosa e muito segura. Conta com toda infraestrutura de lazer e segurança: Portaria 24 horas, salão de festas, sauna, piscina, quadra e parquinhos.

3 Quartos
1 Suite
3 Banheiros
2 Vagas
125m2
151m2 Totais
Avenida Bandeirante Felipe Rodrigues, 300 - Vila Rica, Lagoa Santa - MG

Apartamento à Venda com 2 Quartos, 48m²

Excelente Apartamento em Lagoa Santa! Novo e pronto para morar, 48 m² de área construída em bairro de grande ascensão e valorização, a apenas 5 km do centro de Lagoa Santa. São 02 quartos com armários, banho social com box blindex, sala para 02 ambientes, cozinha com armários planejados, área de serviço e 01 vaga de garagem coberta com sistema anti-esmagamento. Água e gás encanados , inclusos na taxa de condomínio .Fazem parte do apartamento , armários de banheiro com espelho, armários de cozinha, armários aéreos, guarda roupa, sofá e fogão, cortinas blackout. O prédio conta com elevador, portaria 24 horas, área de lazer completa com piscina, sauna, ilha de pizza, ilha gourmet, ilha de churrasco, deck, quadra e playground, além de 4.000m² de área verde. Acesso fácil e ônibus na porta.Pista de cooper e comércio a 550 m. Oportunidade , apartamento super novo.

2 Quartos
1 Banheiro
1 Vaga
48m2
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Conheça o Minas Gerais, Brasil e todas suas 66 oportunidades imobiliárias região.

Minas Gerais é um Estado brasileiro, as cidades onde temos mais opções de imóveis à Venda são: Belo Horizonte, Juiz de Fora, Contagem, Lagoa Santa, Jaboticatubas, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Esmeraldas, Ribeirão das Neves, São José da Lapa, Santa Luzia, Venda Nova, Vespasiano, Betim, Itatiaiuçu, Matozinhos, Capim Branco, Matias Barbosa, Mateus Leme, Ouro Fino, Poços de Caldas, Paraisópolis, Juatuba, Jacutinga, Capitólio, Ibirité, Funilândia, Barbacena, São José da Barra, Carmo do Rio Claro, Antônio Carlos, Munhoz, São Sebastião do Paraíso, Itaguara, Três Corações. Outros opções de Estados são: SP, RJ, PR, SC, RS, PE, MG.

Imóveis à venda – MG

O desbravamento na região que hoje compreende o estado de Minas Gerais se iniciou no século XVI, por meio do trabalho dos bandeirantes, em busca de ouro e pedras preciosas. Em 1709, foi criada a Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, que, em 1720, foi desmembrada em São Paulo e Minas Gerais.

No início do século XVIII, a região tornou-se um importante centro econômico da colônia, com rápido povoamento. No entanto, a produção de ouro começou a cair por volta de 1750, levando a Metrópole – Portugal - a criar formas cada vez mais rígidas de arrecadação de impostos, o que resultou no mais conhecido movimento político e histórico de Minas Gerais – A Inconfidência Mineira.

A absoluta influência da mineração na economia do estado inibiu, de certa forma, o desenvolvimento de outras atividades econômicas de exportação. Por muitos anos, apesar dos avanços advindos da produção de açúcar, fumo e algodão, Minas Gerais continuou baseando sua economia nas grandes fazendas. O lento avanço da economia de Minas, como o de toda colônia, foi acelerado com o advento da produção e exportação de café.

A introdução da cafeicultura em Minas Gerais ocorreu no início do século XIX e logo se transformou na principal atividade da província e no agente indutor do povoamento e desenvolvimento da infraestrutura de transportes. A prosperidade trazida pelo café ensejou um primeiro surto de industrialização, reforçado, mais tarde, pela política protecionista implementada pelo Governo Federal após a Proclamação da República.

As indústrias daí originárias eram de pequeno e médio portes, concentradas, principalmente, nos ramos de produtos alimentícios (laticínios e açúcar), têxteis e siderúrgicos. No setor agrícola, em menor escala, outras culturas se desenvolveram, como o algodão, a cana-de-açúcar e cereais.

O predomínio da cafeicultura se alterou, gradualmente, a partir da década de 1930, com a afirmação da natural tendência do Estado para a produção siderúrgica e com o crescente aproveitamento dos recursos minerais. Ainda na década de 1950, no processo de substituição de importações, a indústria ampliou consideravelmente sua participação na economia brasileira.

Na década de 1970, a economia mineira passou por mudanças estruturais graças a um grande volume de investimento. Nesse período, o Estado reverteu a perda de posição relativa no contexto nacional. Iniciou-se então um processo de adensamento e diversificação da sua estrutura industrial, de consolidação de novos setores industriais e de ampliação da inserção nacional e internacional da economia mineira.

Inconfidência Mineira:

O movimento que inspirou a bandeira de Minas Gerais, símbolo maior do estado, surgiu com a intenção de romper as relações entre a colônia e a metrópole.  O movimento reuniu proprietários rurais, intelectuais, clérigos e militares, numa conspiração que pretendia eliminar a dominação portuguesa e criar um país livre no Brasil, em 1789.

O ideal Iluminista que se difundia na Europa ao longo do século XVIII e a Independência das 13 colônias inglesas na América do Norte que, apoiadas nas ideias iluministas não só romperam

com a metrópole, mas criaram uma nação soberana, republicana e federativa, influenciaram diretamente os colonos mineiros, que passaram a ansiar por liberdade.

A Inconfidência Mineira na verdade não passou de uma conspiração, onde os principais protagonistas eram elementos da elite colonial - homens ligados à exploração aurífera, à produção agrícola ou a criação de animais - sendo que vários deles estudaram na Europa e se opunham às determinações do pacto colonial, enrijecidas no século XVIII.

Além destes, encontramos ainda alguns indivíduos de uma camada intermediária, como o próprio Tiradentes, filho de um pequeno proprietário que, após dedicar-se a várias atividades, seguiu a carreira militar, sendo, portanto, um dos poucos indivíduos sem posses que participaram do movimento.

Um dos mineradores contatados foi o coronel Joaquim Silvério dos Reis que, a princípio aderiu ao movimento, pois como a maioria da elite, era um devedor de impostos. No entanto, com medo de ser envolvido diretamente, resolveu delatar a conspiração.

Em 15 de março de 1789 encontrou-se com o governador, Visconde de Barbacena e formalizou por escrito a denúncia de conspiração. Com o apoio das autoridades portuguesas instaladas no Rio de Janeiro, iniciou-se uma sequência de prisões, sendo Tiradentes um dos primeiros a ser feito prisioneiro na capital, onde se encontrava em busca de apoio ao movimento e alguns dias depois iniciava-se a prisão dos envolvidos na região das Gerais e uma grande devassa para apurar os delitos.

A devassa promoveu a acusação de 34 pessoas, que tiveram suas sentenças definidas em 19 de abril de 1792, com onze dos acusados condenados a morte: Tiradentes, Francisco de Paula Freire de Andrade, José Álvares Maciel, Luís Vaz de Toledo Piza, Alvarenga Peixoto, Salvador do Amaral Gurgel, Domingos Barbosa, Francisco Oliveira Lopes, José Resende da Costa (pai), José Resende da Costa (filho) e Domingos de Abreu Vieira.

Desses, apenas Tiradentes foi executado, os demais tiveram a pena comutada para degredo perpétuo por D. Maria I. O Alferes foi executado em 21 de abril de 1792 no Rio de Janeiro, esquartejado, sendo as partes de seu corpo foram expostas em Minas como advertência a novas tentativas de rebelião.

O período de maior crescimento de cidades, em toda a História do Brasil, corresponde à mineração aurífera em Minas Gerais, no início do século XVIII. Antes, era difícil a criação de uma rede urbana, pois havia restrito comércio colonial, uma pequena vida cultural e grandes dificuldades de comunicação e transporte entre as pessoas.   

Por volta do ano de 1703, foi construída uma estrada chamada Caminho Novo. Esta ligava a região das minas ao Rio de Janeiro, facilitando o transporte do ouro extraído. Assim, a Coroa Portuguesa tentava evitar que o ouro fosse contrabandeado e transportado por outros caminhos, sem o pagamento dos altos tributos, que incidiam sobre toda extração.

O Caminho Novo passava pela Zona da Mata Mineira e, desta forma, permitiu maior circulação de pessoas pela região, que, anteriormente, era formada de mata fechada, habitada por poucos índios das tribos Coroados e Puris.

Às suas margens surgiram diversos postos oficiais de registro e fiscalização de ouro, que era transportado em lombos de mulas, dando origem às cidades de Barbacena e Matias Barbosa. Outros pequenos povoados foram surgindo em função de hospedarias e armazéns, ao longo

do caminho, como o Santo Antônio do Paraibuna, que daria origem, posteriormente, à cidade de Juiz de Fora.

Nesta época, o Império passa a distribuir terras na região, para pessoas de origem nobre, denominada sesmarias, facilitando o povoamento e a formação de fazendas que, mais tarde, se especializariam na produção de café. Em 1853, a Vila de Santo Antônio do Paraibuna é elevada à categoria de cidade e, em 1865, ganha o nome de cidade do Juiz de Fora.

Origem do nome Juiz de Fora:

Este nome tão característico - Juiz de Fora - gera muitas dúvidas quanto a sua origem. Na verdade, o Juiz de Fora era um magistrado, do tempo colonial, nomeado pela Coroa Portuguesa, para atuar onde não havia Juiz de Direito.

Alguns estudos indicam que um Juiz de Fora esteve de passagem na região e hospedou-se por algum tempo numa fazenda e que, mais tarde, próximo a ela, surgiria o povoado de Santo Antônio do Paraibuna.

Expansão Cafeeira:

A grande expansão cafeeira não foi privilégio do Vale do Rio Paraíba, na Província do Rio de Janeiro. Ela também se expande para regiões próximas, como a Zona da Mata em Minas Gerais, em torno de cidades como Leopoldina, Cataguases, Rio Preto e, principalmente, Santo Antônio do Paraibuna.  

Nesta região, a produção cafeeira atingiu também um vasto território, composto de várias fazendas. Nelas trabalhavam um grande número de escravos, uma média de 100 por fazenda. A produção de café utilizava poucas técnicas e, quando os solos se desgastavam, novas matas eram derrubadas e a produção se expandia.

A cafeicultura que floresceu ao redor do Santo Antônio do Paraibuna transformou a Vila no principal núcleo urbano da região. Nela, a produção das fazendas se concentrava para ser transportada e comercializada na Corte, na cidade do Rio de Janeiro. Além de se constituir em local onde se encontravam os variados gêneros de subsistência, possuía, também, funções sociais e culturais, como ponto de encontro das famílias para lazer e diversão.

Estrada União e Indústria:

Neste período, ainda na década de 1850, iniciou-se a construção da Estrada União e Indústria, por iniciativa de Mariano Procópio Ferreira Lage. Esta estrada foi construída com objetivos de encurtar a viagem entre a Corte e a Província de Minas, destinando-se ao transporte do café. Neste momento, Juiz de Fora recebeu a primeira leva de imigrantes alemães.

A produção de café na Zona da Mata cresceu muito e Minas Gerais se tornou uma grande província cafeeira. Em 1875, a cidade de Juiz de Fora era a mais próspera entre outras localidades, possuindo a maior quantidade de escravos, sendo seguida por Leopoldina, Mar de Espanha e São Paulo do Muriaé.

Este período de prosperidade não demorou muito a declinar e, já na segunda década do século XX, a cultura do café estava desgastada na Província. Só que esta crise não afeta muito o dinamismo da cidade de Juiz de Fora, que contava já com outras atividades, como a indústria.

Escravidão:

Em Minas Gerais, a maior utilização dos escravos foi durante o período minerador. O trabalho exigia uma grande quantidade de mão-de-obra, pois, para um senhor receber uma pequena porção de terra para extração aurífera, deveria comprovar ter, no mínimo, 12 escravos. O martírio dos escravos durou até o final deste período, quando a extração se concentrava nas galerias subterrâneas, controlados pelas companhias inglesas.

A escravidão na Zona da Mata mineira só se instalou definitivamente através da expansão cafeeira. Em 1855, na Vila de Santo Antônio do Paraibuna, havia um total de 4 mil escravos para 2.400 homens livres e, em 1872, havia 18.775 escravos para 11.604 livres.

Imprensa:

A imprensa de Juiz de Fora era muito ativa. O primeiro impresso, com o nome "O Imparcial", data de 1870. O mais importante do período, "O Pharol", foi publicado entre 1872 e 1939. Este acompanhou diversos momentos históricos e sempre contribuiu para a formação da opinião pública, retratando a atividade cultural da cidade. O dinamismo da imprensa juizforana era tão intenso que, no século XIX, contou com 55 jornais.

Imigração alemã:

O governo do Império, a partir de 1850, passou a incentivar a vinda de imigrantes para o Brasil. Seus principais objetivos eram o povoamento de regiões vazias, a valorização das terras que seriam ocupadas pelos imigrantes e a produção de alimentos que pudessem abastecer as lavouras de café.

Em Juiz de Fora, esta política teve reflexos através das iniciativas de Mariano Procópio Ferreira Lage. Este conseguiu empréstimos para a introdução de colonos alemães na cidade. Seu objetivo inicial era conseguir mão-de-obra especializada para a construção da estrada União e Indústria. Contratou, em 1853, vários técnicos, engenheiros, arquitetos e, após 3 anos, 20 artífices como ferreiros, pintores, latoeiros.

O objetivo era criar um núcleo colonial de alemães na cidade, conseguindo apoio para contratar 2 mil colonos. Assim, em 1857, chegaram 1.162 imigrantes alemães, correspondendo a 20% da população total da cidade.

Foram instalados em uma vasta área, correspondendo hoje aos bairros de São Pedro, Borboleta e parte do Fábrica. Foram distribuídos em lotes de terras, carregados de produzir gêneros alimentícios. A colônia não conseguiu se manter por muito tempo.

A ausência de mercado para os produtos plantados se associava à falta de incentivos. Muitas eram as dificuldades com relação à língua, costumes, religião e início das primeiras roças. Assim, muitos colonos foram abandonando suas terras e se fixando na cidade, somando-se àqueles trabalhadores braçais, operários, ligados à Companhia União e Indústria.

Os alemães foram aos poucos se integrando às atividades urbanas, se tornaram carroceiros, sapateiros, marceneiros, operários, pedreiros etc. Deram origem a várias fábricas de cerveja, num total de oito. Os alemães, junto a outras pessoas da cidade, criaram costumes, fundições e malharias contribuindo, assim, para o crescimento industrial da cidade.

Breve histórico da cultura em Juiz de Fora:

Mais europeia que colonial, Juiz de Fora, cidade do século XIX, em estreita vinculação com o dinamismo do Rio de Janeiro, não participou da cultura colonial mineira. Seu desenvolvimento

industrial, pautado pela modernização capitalista, trouxe para a cidade, além de apitos das fábricas e da luz elétrica, o desejo de civilizar-se nos moldes dos centros europeus. Seus teatros, cinemas e intensa atividade literária refletiam a vontade de criar uma nova imagem para a cidade, fugindo à tradição escravista.

Os estudos até agora realizados sobre a vida cultural de Juiz de Fora revelam a existência de várias fases ao longo dos dois últimos séculos. Inicialmente, percebe-se uma cidade mais aberta. A distância dos centros barrocos, somada à prosperidade econômica, atraiu interesses mais variados. Aqui residiam católicos, protestantes, espíritas, maçons, liberais, republicanos, monarquistas... Embora houvesse conflitos entre eles, a cidade se mostrava receptiva ao debate de ideias.

Arquitetura eclética - O estilo eclético das construções permite a integração de várias manifestações arquitetônicas do passado, responsáveis por encontrarmos, na cidade, construções que lembrem castelos medievais, igrejas que imitam o gótico europeu ou a fachada de um templo grego. No final da primeira década do século XX, observa-se também construções em estilo Art Noveau, muito fácil de reconhecer graças ao uso de uma rica decoração nas fachadas das casas, onde predominam as linhas curvas, imitando fitas, flores..., demonstrando a habilidade dos trabalhadores daquele tempo e a riqueza dos moradores.

A Igreja - Na década de 20, aquele ambiente de acirrado debate de ideias se interrompe. Em 1925, a presença da Igreja Católica se tornou mais ostensiva com a criação da Diocese de Juiz de Fora. Para Pedro Nava, por exemplo, a cidade ficou mais severa, mais controladora da maneira de pensar das pessoas.

Nesta época, então, uma elite católica buscava a afirmação de sua identidade. Em Juiz de Fora , organizou-se um movimento de jovens católicos, ligado ao Centro D. Vital do Rio de Janeiro. Esse movimento, mais tarde, daria origem à Faculdade de Filosofia e Letras de Juiz de Fora. Criada nos anos 40, a Faculdade foi responsável por um fecundo debate entre os intelectuais da cidade. Embora presa a uma visão conservadora, não se importando muito com as questões sociais, nela, os filhos de classe média e elite encontraram um ambiente aberto às ideias artísticas.

Estilos Art Deco e Moderno - Nesse período, a "cara" da cidade se revestia de pó de pedra, ou seja, as construções, principalmente do centro comercial, eram influenciadas por um outro estilo arquitetônico: O Art Deco. Buscando uma maior racionalidade, esse estilo reduziu a decoração das fachadas a formas mais retas, mais geométricas. Nas fachadas, ao invés da pintura, se usou muito revestimento de pó de pedra, em tons cinza ou ferrugem.

Mas a grande mudança em nossa arquitetura se deu a partir do centenário da cidade. Começaram a surgir, na década de 50, algumas construções que seguiam concepções modernas, com o emprego de muito vidro, coluna, linha reta: a funcionalidade do prédio para as pessoas que iriam utilizá-lo, era mais importante que a decoração de fachadas.

Exemplos deste processo são as obras do arquiteto Niemeyer (projetista do prédio na montagem ao lado, o "Clube Juiz de Fora") e os pintores Di Cavalcanti e Portinari (autor do painel ao fundo da montagem, "As Quatro Estações"). Esses nomes deixaram sua marca na cidade, incentivando os artistas locais a utilizarem uma linguagem moderna.

Dos anos 60 em diante... - No final dos anos 60, mais modificações: o crescimento populacional, urbanização descontrolada, economia baseada na prestação de serviços, o acirramento das questões sociais e o intenso debate político, característico da época. A criação da Universidade Federal de Juiz de Fora, no governo do Presidente Juscelino Kubitscheck de Oliveira, trouxe à cidade uma contribuição fundamental: empregou e atraiu milhares de estudantes, incentivando um maior consumo de bens e de serviços. 

O antigo conservadorismo católico, que desde meados da década de 20, dominava a cidade, se desfez. Maior circulação de ideias, possibilitando, inclusive, a resistência cultural por parte do movimento estudantil na década de 70. Nesse momento vários grupos de teatro surgiram, música e poemas multiplicaram-se nos mimeógrafos. O Cineclube e a Galeria de Arte Celina permitiram aos jovens o conhecimento de uma arte que falava mais diretamente da liberdade e do "caos" da vida urbana.

Com o aumento da população, a especulação imobiliária, que sempre esteve presente no crescimento da cidade, motivou uma arquitetura "descuidada". Em nome do baixo custo de produção, edificaram-se verdadeiros "caixotes". Os prédios de importância histórica, foram em grande parte destruídos em nome de um progresso questionável, uma vez que a maioria da população dele não participa.

Nos últimos anos, observamos uma preocupação maior com o patrimônio histórico da cidade. Vários prédios importantes foram tombados graças ao envolvimento afetivo da população em defesa do seu passado. Esse cuidado com a nossa memória não está restrito às obras arquitetônicas. Está também presente na preservação de outros vestígios do passado, como os documentos escritos, as fotografias, objetos...

Desde que se formaram os vários povoados agrícolas da Região das Matas do Leste, o governo do Rio de Janeiro, cuja jurisdição estendia-se até o centro da Região das Minas, fez doações de sesmarias a seus funcionários e agregados imediatos. Na região em que hoje se situa Juiz de Fora, o governo ... doou uma sesmaria a José Antônio, secretário do governo. Esse sesmeiro jamais veio localizar sua sesmaria e dela, portanto, não tomou posse efetiva. Mas, como juridicamente lhe pertencia, vendeu-a a Bustamante e Sá, aposentado da carreira jurídica no cargo de Juiz de Fora.

A história de Contagem apresenta versões diversificadas sobre sua origem. Uma dessas versões, fala da existência de uma família com o sobrenome “Abóboras” que teria construído a igreja em torno da qual o município viria a surgir. Essa versão, e outras similares, não contam documentação suficiente para ser comprovadas. Assim, a versão mais aceita refere-se aos chamados registros, criados pela Coroa Portuguesa.

Em 1701, a Coroa portuguesa mandou instalar um posto fiscal às margens do Ribeirão das Abóboras, nas terras da sesmaria do capitão João de Souza Souto Maior, com o objetivo de fazer a contagem do gado que vinha da região do Rio São Francisco em direção à região das minas (Ouro Preto e Mariana).

Como acontecia em todos os pontos que ofereciam boas oportunidades de lucro, a partir de 1716, no entorno do posto de registro, uma grande diversidade de pessoas foi dando vida à população: senhores de escravos; proprietários de datas minerais à procura de braços e do gado para alimentação; patrulheiros; funcionários do Registro; delatores do transvio; religiosos, taberneiros, desocupados e vadios.

E nas redondezas, ainda se assentavam pessoas que encontravam faixas de terras devolutas. Ali se comercializava vários tipos de gêneros, como gado, cavalos e potros; barras de ouro; ouro em pó para ser trocado por dinheiro ou com os guias, para casa de fundição de Sabará.

Entretanto, esse comércio era precário. Consta que o volume de ouro em pó estocado no Registro das Abóboras era pequeno em relação aos volumes estocados em outros postos fiscais da Capitania, na Comarca de Sabará.

Assim, o povoado que surgiu em torno do entreposto não se expandiu como núcleo urbano, atrofiando-se com o fechamento do posto, ocorrido por volta do ano de 1759. O local do posto, que ficou conhecido como Casa do Registro, é atualmente a Casa da Cultura.

Mas, nas proximidades daquele posto, em terras de domínio público, desenvolveu-se outro povoado em torno de uma capelinha erguida em devoção ao Santo protetor dos viajantes, São Gonçalo do Amarante, ou Sam Gonçalo, em 1725.

A construção de capelas e igrejas dedicadas a São Gonçalo era comum na época. Esse santo goza de grande prestígio entre a população portuguesa e a devoção a ele acompanhou o processo de colonização. De fato, na Capitania das Minas Gerais existia um grande número de povoações com o nome de São Gonçalo. São exemplos: São Gonçalo do Rio das Pedras, São Gonçalo da Ponte, São Gonçalo do Amarante, São Gonçalo do Brejo das Almas, São Gonçalo do Rio Abaixo, São Gonçalo do rio Peixe, São Gonçalo do Rio Preto, entre outras.

Por serem tão numerosas, tornava-se necessário explicar qual seria qual, por um atributo do lugar. Por isso, Sam Gonçallo do Ribeirão das Abóboras, pelo fato de o povoado estar próximo a esse ribeirão e, como nas imediações havia ainda o registro fiscal, falava-se também Sam Gonçallo da Contage. Finalmente, para não ser confundido com outros registros ou contages da Capitania, vingou o nome Arraial de São Gonçalo da Contagem das Abóboras, ou apenas Contage das Abóboras.

Este período caracteriza-se pelo arruamento tortuoso, grandes lotes com casas no alinhamento e profundos quintais arborizados com mangueiras e jabuticabeiras, por vezes fazendo divisa, ao fundo, com cursos de água; legando-nos um pequeno número de edificações que resistiram ao tempo e à especulação imobiliária, formando o que hoje se chama de sítio histórico.

Esse arraial formou o núcleo original da formação de Contagem e corresponde à região da Sede Municipal. Daquela São Gonçallo, permaneceram parte da primitiva arborização, algumas edificações e objetos de arte sacra.

A autonomia político-administrativa:

A cidade foi emancipada em 1911. Mas a primeira eleição para a Prefeitura só ocorreu em 1949

Durante duzentos anos, de 1701 a 1901, Contagem esteve ligada a Sabará. Alguns fatos pavimentaram a caminhada de nossa cidade à condição de município.

Já em 1811, Contagem passou a ser um Distrito de Ordenança. As ordenanças faziam parte da estrutura do exército português como tropa de auxílio ao exército regular. A nomeação de Contagem como Distrito de Ordenança significava que aqui havia uma dessas tropas, comandada por um capitão, responsável tanto pela ordem pública quanto pela economia do

lugar. A criação desses distritos era uma política da Família Real, instalada no Brasil a partir de 1808, como forma de aumentar a arrecadação.

Devido ao aumento da população sob a jurisdição de Sabará, e à necessidade de maior eficiência na fiscalização para evitar o extravio de recursos, em 24 de março de 1810, o município de Sabará enviou uma carta ao Príncipe Regente sugerindo a criação de novos Distritos de Ordenança no perímetro.

Essa carta foi respaldada por ofício do Governador da Capitania de Minas, D. Francisco de Assis Mascarenhas e o pedido foi atendido. A patente de capitão foi expedida para Joaquim da Rocha Machado.

Outro fato importante foi a elevação do arraial à categoria de paróquia, separando-se da paróquia do Curral Del-Rei por força da Lei Provincial 671, de 29 de abril de 1854. O primeiro pároco foi o padre Antônio de Sousa Camargos.

A partir de 1901, Contagem passou a integrar o recém criado município de Santa Quitéria (hoje Esmeraldas), composto também pelos distritos de Capela Nova (Betim) e Várzea do Pantanal (Ibirité). Essa decisão, registrada pela Lei 02 de 1891, teve, aparentemente, alguma conotação política.

Finalmente, a cidade foi emancipada de Santa Quitéria e elevada à condição de vila. A emancipação foi sancionada pela lei 566, de 30 de agosto de 1911, aprovada graças à ação decisiva do então senador Bernardo Monteiro. Faziam parte do novo município, chamado Vila de Contagem, os distritos de Várzea de Pântano (Ibirité), Campanha, Neves e Vera Cruz. A instalação formal do município, entretanto, só ocorreu em 1 de junho de 1912, data marcada por uma grande festa popular.

Em 1916 foi instalada a primeira Câmara de vereadores exclusiva de Contagem. Até essa data, havia uma câmara única para nossa cidade quanto para Santa Quitéria. Além disso, o presidente da Câmara também exercia as funções de chefe do Executivo Municipal da Vila de Contagem, pois o cargo de prefeito não existia.

O primeiro prefeito de Contagem, Antônio Benjamim Camargos, foi nomeado por Getúlio Vargas com a revolução de 1930, que mudou a organização do sistema municipal brasileiro. Já a primeira eleição direta para a Prefeitura de Contagem aconteceu apenas em 1949. Na ocasião, menos de 800 eleitores compareceram as urnas. Luís da Cunha, o prefeito eleito, obteve 461 votos, contra 307 de seu adversário.

Autonomia foi perdida em 1938 e apenas recuperada em 1947.

Em 1938, Contagem perdeu novamente sua autonomia política, tornando-se distrito de Betim. Este período da perda da autonomia é conhecido no nosso meio como cativeiro da Babilônia.

Novamente, não são conhecidos documentos históricos que expliquem de forma adequada esse episódio. As explicações existentes pertencem à história oral.

Segundo uma dessas explicações, o então governador de Minas, Benedicto Valadares, teria telegrafado ao prefeito de Contagem, coronel Augusto Teixeira de Camargos, dizendo que passaria pela estação do Bernardo Monteiro e por Betim, então distrito de Contagem, antes de seguir caminho para Pará de Minas, sua terra natal. O prefeito ignorou a ilustre visita e o governador foi recebido pelo chefe da estação. Em Betim, ao contrário, Benedicto Valadares foi recebido com festa e banda de música. O governador passou o final de semana em Pará de

Minas, mas não se esqueceu da ofensa. Na segunda-feira seguinte, através do programa noturno de rádio Hora do Brasil, anunciou a destituição de Contagem como município, rebaixando-o a condição de distrito de Betim, que foi elevada à condição de cidade naquele mesmo dia.

Outra versão para a perda da autonomia considera que o rebaixamento foi uma artimanha tendo em vista a desvalorização dos terrenos da região. Isso facilitaria a aquisição de terras pelas empresas interessadas na construção da futura Cidade Industrial, já em andamento.

Essa situação perdurou até 1948, quando Contagem recuperou sua autonomia amparada pela Lei 336, de 27 de dezembro. Para isso, foi importante a Constituição de 1947, que tendeu a reforçar o poder local. Pesou também a ação do deputado Lourenço Ferreira de Andrade, um defensor do restabelecimento de Contagem à condição de município.

A era da industrialização:

Em 1966, a Cidade Industrial já estava com sua capacidade praticamente esgotada

Contagem se industrializa:

Como resultado da crise financeira mundial de 1929, a economia mineira entrou a década de 1930 em frangalhos. Representantes dos setores produtivos e da tecnocracia estadual passaram, a advogar a tese de que o estado, rico em recursos naturais, precisava se industrializar para superar o atraso econômico.

Como resultado dessa nova orientação política, em 1941, o governador Israel Pinheiro inaugurou o sistema de distritos industriais que seria gradualmente construído em Minas Gerais ao longo das décadas seguintes.

A criação do Parque Industrial, mais tarde denominado Cidade Industrial, em Contagem, foi a primeira e principal medida resultante desta nova política. A região foi escolhida por ser vizinha da capital, por apresentar um relevo suave e ter boas condições de acesso às estradas que ligam Minas Gerais ao Rio de Janeiro (445 km) e a São Paulo (600 km).

Além disso, tratava-se, à época, de uma área pouco habitada, com vastas extensões de terrenos que poderiam ser adquiridos dos fazendeiros endividados. Finalmente, a escolha pouparia Belo Horizonte, considerada a “Cidade Jardim” do Estado.

A Cidade Industrial Juventino Dias, como foi chamada, foi instituída pelos Decretos-Lei 770, de 20 de março de 1941, e 778, de 19 de junho de 1941. Todavia, ela só passaria a existir de fato a partir da década de 1950.

A maior dificuldade para a instalação das empresas na região era a ausência de energia elétrica. O sistema elétrico mineiro era precário e dependia, basicamente, da iniciativa privada. A criação de uma empresa de energia elétrica capaz de dar suporte à implantação de um parque industrial em Minas era um dos grandes objetivos do Governo Milton Campos (1945 a 1950) que realizou todos os estudos e projetos necessários à criação da Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig.

A criação da Cemig ocorreu em 22 de maio de 1952 e sua missão era dotar o Estado da energia necessária para se desenvolver. A primeira grande indústria a se instalar em Contagem foi a Mannesmann, cujas obras se iniciaram em maio de 1952.

Em 1966, a Cidade Industrial já estava com sua capacidade praticamente esgotada. Em 1970, novamente por iniciativa do poder público, foi iniciada uma nova expansão industrial em Minas Gerais. Mais uma vez o local escolhido foi em Contagem. Por força da Lei Municipal nº 911 de 1970 foi implantado o Centro Industrial de Contagem – Cinco. O auge da produção industrial em Contagem ocorreu nas décadas de 1960 e 1970.

Contagem na luta pela democracia:

A greve dos metalúrgicos, em 1968, foi um marco na luta contra a ditadura. A primeira grande mobilização sindical do Brasil durante a ditadura milita instalada no país em 1964, aconteceu em Contagem.

Entre 1950 a 1964, o Brasil caminhava para a urbanização, com a mudança do pólo dinâmico da economia do campo para as cidades. Como fruto da expansão democrática propiciada pelos governos JK, Jânio Quadros e João Goulart, ocorre em todo o País um expressivo crescimento dos movimentos sociais reivindicativos.

É a época das grandes manifestações nacionalistas, como a do “O petróleo é nosso”. O movimento estudantil estava em plena atividade com a liderança da UNE, formam-se sindicatos, associações de classe e partidos políticos de orientação socialista. Em Minas, com a Cidade Industrial em processo de implantação e crescimento, surge um campo fértil para a eclosão desses movimentos trabalhistas.

A conquista:

Assim, no dia 1º de maio de 1968, com os operários ainda em greve, o general-presidente Costa e Silva autorizou o reajuste salarial pondo fim ao movimento.

Todavia, o regime militar tentou descaracterizar a vitória dos metalúrgicos de Contagem apresentando o reajuste como uma concessão do governo a todos os trabalhadores brasileiros. Entretanto, diz Roque Aparecido da Silva “o tiro saiu pela culatra, visto que os trabalhadores de todo o país perceberam que esse aumento tinha sido fruto da greve dos metalúrgicos mineiros”.

A greve dos metalúrgicos de Contagem foi a primeira grande manifestação das classes trabalhadoras brasileiras, sob o regime militar, contra o arrocho salarial e pela democracia.

A partir de 1976, a Arquidiocese de Belo Horizonte passou a realizar na Praça da Cemig, em Contagem, a Missa do Trabalhador, com a participação das pastorais sociais. Em 2007 completaram-se 31 anos da tradicional celebração, que leva centenas de fiéis à Praça da Cemig, para rezar e pedir melhores oportunidades de trabalho. Com o passar dos anos o evento passou a ter a participação de sindicalistas de diversas categorias profissionais, que junto com a missa realizam ato público em defesa de suas bandeiras de lutas.

Contagem atual

Moderna e progressista, Contagem está cada dia melhor

Nos últimos anos, o Brasil superou os grandes entraves ao crescimento sustentado da economia: a inflação foi controlada, o país equilibrou suas contas externas, tem grandes reservas em dólar e voltou a crescer com distribuição de renda a partir de 2004. Essa nova situação está propiciando à Prefeitura, em parceria com os governos Federal e Estadual, resolver problemas antigos da cidade, nas áreas de infraestrutura de trânsito e saneamento,

na manutenção dos espaços públicos, na habitação, e nas políticas sociais de educação, saúde e segurança pública. Além de dinamizar a economia e gerar mais empregos.

Hoje, Contagem é a 3ª mais rica de Minas Gerais e a 2ª na geração de empregos. Maior que muitas capitais, Contagem já é a 25a. Cidade mais rica do país.

A cidade é um fenômeno vivo, processual. Sua história foi construída por todos e todas que nela trabalham e vivem. Como resultado de todas as ações de todos os segmentos sociais nos quase 300 anos de fundação do município e nos 100 anos de emancipação política, completados em 2011, o povoado que começou pequeno, cresceu e se transformou em um dos mais importantes de Minas Gerais e do Brasil.

Mas apesar do lugar que ocupa a cidade não está pronta e os desafios são ainda enormes. Entre eles está a construção de um sistema de saúde melhor; a universalização da educação infantil, do ensino médio e da qualidade do ensino; a ampliação da infraestrutura para a continuidade do desenvolvimento local; as melhorias ambientais, através, por exemplo, do tratamento dos esgotos; a consolidação das finanças municipais. Desafios que devem ser enfrentados com planejamento, otimismo, esperança e celebração destes 100 anos de emancipação.

Belo Horizonte é a capital do Estado de Minas Gerais. É o terceiro principal centro urbano do país em termos econômicos, com uma população de 2.523.794

 habitantes(IBGE, 2017).  Em Minas Gerais, Belo Horizonte é a maior cidade em termos populacionais. Está localizada na região Sudeste, a 716 km de Brasília, 586 km de São Paulo, 444 km do Rio de Janeiro e a 850 metros acima do nível do mar. É servida por extensas malhas viárias e ferroviárias que a ligam aos principais centros urbanos e portuários do país.

O clima é ameno e agradável, com temperatura média de 21º C (graus centígrados).

Belo Horizonte é também porta de entrada para importantes cidades históricas de Minas Gerais, como Ouro Preto, Sabará, Congonhas e Tiradentes. Possui voos diretos para todas as capitais brasileiras a partir de seu Aeroporto Internacional Tancredo Neves, localizado no município de Confins.

Os primeiros habitantes do território onde hoje se ergue a cidade foram os índios Cataguases. Na segunda metade do século XVII, ali ocorreram as primeiras entradas desbravadoras de bandeirantes paulistas em busca de ouro. O intercâmbio comercial, entre a zona aurífera da bacia do Rio das Velhas e a agropastoril às margens do Rio Paraopeba, deu início ao povoamento local, intensificado pelo estacionamento constante de gado nas imediações da Serra Congonhas.

Em 1701, o bandeirante paulista João Leite da Silva Ortiz criou a Fazenda do Cercado, e em suas terras surgiu o Arraial de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral Del Rei.

Desde tempos coloniais cogitava-se a mudança da sede do governo, então localizada em Ouro Preto. Somente em 1883, essa decisão foi finalmente tomada. Pela Lei nº 3, adicional à Constituição do Estado, o obscuro arraial foi escolhido para sediar a nova capital do Estado de Minas Gerais. A beleza topográfica, a amenidade do clima e a riqueza do solo muito concorreram para esta escolha.

Em 1894, Aarão Reis, engenheiro Chefe da Comissão Construtora da Nova Capital, iniciava a construção da nova capital que, inaugurada em 12 de dezembro de 1897 pelo presidente

Chrispim Jacques Bias Fortes, com o nome de Cidade de Minas, passaria a chamar-se, quatro anos mais tarde, Belo Horizonte.

Conforme trecho do relatório escrito por Aarão Reis sobre a planta definitiva de Belo Horizonte, aprovada pelo Decreto n.º 817 de 15 de abril de 1895:

“Foi organizada a planta geral da futura cidade dispondo-se na parte central, no local do atual arraial, a área urbana, de 8.815.382 m2, dividida em quarteirões de 120 m x 120 m pelas ruas, largas e bem orientadas, que se cruzam em ângulos retos, e por algumas avenidas que as cortam em ângulos de 45º.

Às ruas fiz dar a largura de 20 metros, necessária para a conveniente arborização, a livre circulação dos veículos, o tráfego dos carros e trabalhos da colocação e reparações das canalizações subterrâneas. Às avenidas fixei a largura de 35 m, suficiente para dar-lhes a beleza e o conforto que deverão, de futuro, proporcionar à população (...)”

Belo Horizonte foi a primeira cidade brasileira moderna planejada. Elementos chaves do seu traçado incluem uma malha perpendicular de ruas, cortadas por avenidas em diagonal, quarteirões de dimensões regulares, visadas privilegiadas, e uma avenida em torno de seu perímetro, a Avenida do Contorno. Outro aspecto interessante do projeto original é a abundância de parques e praças, e um grande parque na sua área central.

O projeto urbanístico da nova capital, pautado pela ideologia positivista republicana, concebia a utopia de uma cidade ideal, ordenada, iluminada e saneada, como marco de uma nova era, contrapondo-se à antiga ordem imperial enraizada nas tradições políticas e culturais de Ouro Preto.

A construção da nova capital significava ainda o rompimento com todos os vestígios do passado colonial, provocando a destruição, de forma autoritária, do Arraial do Curral Del Rei, expulsando seus moradores para as zonas suburbana e rural, locais desordenados onde concentravam-se os pequenos agricultores e desocupados.

Portanto, o modelo imposto pelo planejamento urbano da cidade foi um modelo excludente, que segregaram as classes populares para os bairros da periferia, concentrando os funcionários do governo na área central. Ao lado da cidade oficial foi formada uma outra cidade - a cidade dos operários, das prostitutas e dos desclassificados - explicitando os conflitos vividos por seus habitantes, que não tinham possibilidade de desfrutar as promessas da civilização, do progresso e da modernidade.

2. DESENVOLVIMENTO/ INFRA – ESTRUTURA:

Na década de 20 a indústria ganhava impulso, inauguravam-se grandes obras, e surgiam novos bairros, a maioria sem planejamento.

Em 1929, numa região pacata e tranquila formada pelos cruzamentos da Avenida Augusto de Lima com as ruas Santa Catarina, Goitacazes e Curitiba, era inaugurado o Mercado Municipal de Belo Horizonte. Eram construídos também neste ano os estádios do Clube Atlético Mineiro, no Bairro de Lourdes e do América Futebol clube, próximo ao Parque Municipal, ambos demolidos.

Em 1932 era inaugurado na Praça Sete, o Cine-Teatro Brasil, indicativo de desenvolvimento no campo cultural. A casa de espetáculos, que funcionou de 1932 a 1999, convive atualmente

com operários contratados para as obras de recuperação da estrutura interna e da fachada e será transformada em um centro de cultura e acervo de longas metragens.

A história do Cine Brasil tem um papel importante na capital. Na época de sua inauguração, o cinema impressionava como um dos mais altos prédios da capital, com seus 11 andares, incluindo um mirante no terraço. Importante exemplar da arquitetura art déco da década de 30, o prédio inaugurou a era do concreto armado em Belo Horizonte, com soluções de engenharia.

Filmes, peças teatrais e bailes de carnaval foram marcantes na casa de espetáculos, por onde transitava um grande número e diversidade de pessoas, de diferentes classes sociais. O primeiro filme em cartaz, “Deliciosa”, levou grande público ao cinema, recordista em venda de bilhetes, na comparação com salas da América Latina. As promoções no valor do bilhete eram intensas, o que atraíam ainda mais novos espectadores.

Mas os últimos anos do funcionamento do espaço foram de baixa audiência, diante da migração do público para cinemas de centros de compras, considerados mais seguros e confortáveis.

O Cine Brasil foi tombado em 2000 pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG). Atualmente, o espaço é de propriedade da empresa Vallourec & Mannesmann que, após a restauração, deve transformá-lo em um centro de cultura e artes cênicas. O grande salão multiuso será transformado em um pequeno teatro, outros espaços serão reservados para gravação de CDs, escola de música, salas de debates, além de lojas voltadas para a arte e um espaço para um café-livraria.

A recuperação do prédio acontece desde 2006. O projeto inclui restauração da arquitetura, decoração, reocupação do espaço interno e pintura interna, assinada pelo italiano Ângelo Biggi. O custo total da obra está orçado em R$ 40 milhões, garantidos pela Lei de Incentivo à Cultura e através de recursos próprios. Devolvido à população em 2010, o Cine-Teatro Brasil prossegue com sua programação cultural, atualmente mesclando teatro e música.

Em 1933, a cidade recebia o Aeroporto da Pampulha, uma importante iniciativa para o desenvolvimento da aviação em Minas Gerais. Já em 1937, era entregue o Minas Tênis clube, na Rua da Bahia, em Lourdes, um marco para a história social e esportiva da capital. Sua piscina olímpica seria palco de grandes competições.

A década de 40 trazia o avanço da industrialização e o surgimento do Complexo Arquitetônico da Pampulha, inaugurado em 1943. Em 1945, era inaugurado o estádio do Cruzeiro Esporte Clube, no Barro Preto. Em 1947 o Edifício Acaiaca movimentava o Centro da capital, chamando a atenção da população, em face de sua modernidade e altura.

Em 1947, eram criadas novas linhas para os bondes elétricos, como o ramal Pampulha. A população vibrava com a novidade. O ano é considerado auge do fluxo de pessoas, com 73 milhões de passageiros, 75 bondes e 73 quilômetros de trilhos.

Na década de 50, o gênio pioneiro do jornalista Assis Chateaubriand, fundador dos Diários e Emissoras Associados, inaugurava, em 1955, a TV Itacolomi, primeira emissora de televisão da capital, que anos mais tarde, durante a ditadura militar, seria fechada. A TV Alterosa, do mesmo grupo, a substituiria, sendo até hoje uma emissora bastante identificada com as causas mineiras.

Na década de 60 muitas demolições foram feitas, transformando o perfil da cidade, que passava a contar com arranha-céus e asfalto. Em 1962, a reitoria da então Universidade de Minas Gerais era inaugurada pelo presidente João Goulart e o famoso pirulito, marco cívico comemorativo do centenário da independência, era retirado da Praça Sete para ser remontado na Praça Diogo de Vasconcelos, na Savassi.

O Pirulito, marco histórico por excelência da cidade, foi doado pelo povo de Betim e inaugurado em 7 de setembro de 1924 como uma homenagem ao primeiro centenário da Independência, comemorado em 1922. Desde então ele desempenha um importante papel na vida social e política dos cidadãos, servindo a diversos usos e apropriações como comemorações, manifestações políticas e outras.

A ideia da construção do monumento partiu do então presidente (atualmente o cargo é governador) de Minas Gerais Raul Soares. Naquela época, carroças e bondes predominavam no trânsito da cidade. Mas, mais tarde o Pirulito foi retirado para evitar problemas na circulação de veículos. Começou assim um período em que vagou quase como um cigano: em 1962, ele foi transferido para o Museu Histórico.

Em 1963, foi levado para a Praça da Savassi, onde permaneceu até 1980, quando voltou ao lugar de onde nunca deveria ter saído. Desenhado pelo arquiteto Antônio Rego e construído pelo engenheiro Antônio Gravatá, o monumento foi feito em granito, pesa 120 toneladas e tem uma altura de 13,57 metros.

Tombado em 1977 pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico de Minas Gerais, o Pirulito viu sua importância crescer e não é à toa que sempre foi escolhido para palco de inúmeras manifestações. Para chamar a atenção da população para o risco das doenças sexualmente transmissíveis, já houve dia em que ele amanheceu fantasiado de preservativo

Em 1963, o corte das árvores da Avenida Afonso Pena, por determinação do prefeito Jorge Carone Filho, desfigurava a paisagem tradicional do Centro.

No início de 1971 acontecia o desabamento do Pavilhão da Gameleira, provocando mortes e ferimentos graves em dezenas de trabalhadores, traumatizando o País.

Em 1976, Belo Horizonte e sua área metropolitana viram a instalação da fábrica de automóveis da FIAT em Betim.

Na década de 80 dava-se início ao metrô de superfície e a memória da cidade voltava a ser valorizada, inclusive com o retorno do pirulito para a Praça Sete. Surgiam novos espaços de lazer. Em 1980, O Papa João Paulo II visitava a cidade, levando milhares de pessoas à Praça Israel Pinheiro, no Bairro Mangabeiras. No local foi realizada uma missa campal, e o espaço, apesar de possuir denominação oficial, passou a ser conhecido popularmente como Praça do Papa.

Em 1984 era inaugurado o Aeroporto Internacional de Confins, no município de mesmo nome, inserindo a capital na rota aérea internacional.

A Praça da Liberdade, totalmente reformada em 1991, transformava-se em um dos principais pontos turísticos da cidade.

Em 2005 as obras do antigo Pavilhão da Gameleira foram retomadas e concluídas, surgindo no local, em 2006, o maior centro de exposições da América Latina, o EXPOMINAS. Esta grandiosa obra possibilitou à cidade abrigar o seu primeiro grande evento de porte internacional, a 47ª

Reunião Anual do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID, entre 29 de março e 5 de abril.

Atualmente Belo Horizonte procura vencer seus problemas valorizando a cidadania. É o principal centro de distribuição e processamento de uma região com importantes atividades de agricultura e mineração, bem como pólo industrial de aço e derivados, automóveis e produtos têxteis. Ouro, manganês e pedras preciosas de regiões próximas ao Estado são processados na cidade.

É também um grande centro cultural, com modernas universidades, museus, bibliotecas, espaços culturais, e uma das mais animadas vidas noturnas do país. Vem sendo também crescentemente reconhecida como centro de excelência em biotecnologia, informática e medicina, e sede de importantes eventos das mais diversas áreas.

Suas principais avenidas são as seguintes:

AVENIDA AFONSO PENA - coração econômico da cidade, cruza com a Avenida Amazonas na Praça Sete. Inicia-se na Praça da Rodoviária, e corta vários pontos da cidade, como o Parque Municipal, o Conservatório de Música da UFMG, e logo em frente, a região da Savassi, tendo ultrapassado os limites pré-planejados por Aarão Reis, terminando na Praça da Bandeira, onde prossegue com o nome de Avenida Agulhas Negras, até a Praça do Papa, construída pouco antes da visita de João Paulo II, aos pés da Serra da Curral;

AV. AMAZONAS - também uma das principais vias da cidade, a Amazonas corta a Avenida Afonso Pena na altura da Praça Sete, saindo da zona central (trecho no qual nela está localizado o Edifício JK, construído no período em que o mesmo governou a cidade), rumando para a região Oeste, onde cruza bairros como Barro Preto, Prado, Barroca, Alto Barroca, Nova Suíça, Gameleira, Nova Gameleira, dentre outros. Nela está localizado o maior Centro de Convenções da América Latina, o Expominas, os campus do Centro Federal de Tecnologia de Minas Gerais-CEFET-MG e a Transitolândia, parque educativo da Polícia Militar de Minas Gerais - PMMG. Termina na BR-381, próximo a Contagem;

AVENIDA DO CONTORNO - circunda a antiga Belo Horizonte, isto é, aquela planejada por Aarão Reis. Dentro do limite dado por essa avenida, o traçado das ruas é regular, havendo uma malha ortogonal (isto é, ruas comuns e algumas avenidas onde se localizam as principais atividades locais) e diagonal (feita pelo cruzamento das principais avenidas da região, como Afonso Pena, Amazonas, Álvares Cabral, Barbacena e Bias Fortes).

Circunda bairros como o Centro, Barro Preto, Santa Efigênia, Lourdes, Savassi, dentre outros, e avizinha-se externamente a outros como Carlos Prates, Lagoinha, Serra, Cidade Jardim, Prado e Gutierrez. Seu início e fim se dá nos arredores da Rodoviária (o lado detrás, pelo qual saem os ônibus);

AVENIDA ANTÔNIO CARLOS - é a principal artéria de trânsito da região da Pampulha, bem como de importância geral para a cidade. Começa no bairro Lagoinha e termina na Lagoa da Pampulha. Nela está localizado o campus da UFMG, principal universidade do Estado de Minas Gerais. Devido à saturação dos últimos anos, passa, desde 2005, por um processo de duplicação e revitalização dentro do projeto de construção da Linha Verde;

AVENIDA CRISTIANO MACHADO - principal corredor da região Norte de Belo Horizonte, sendo também importante para as regiões Nordeste, Pampulha e Venda Nova. É uma das vias mais largas de Belo Horizonte, tendo uma pista central reservada para ônibus e quatro pistas de ida

e volta. Nela se localiza um dos maiores shopping centers da cidade, o Minas Shopping, e também um dos seus hotéis mais luxuosos, o Ouro Minas. Começa no Túnel Lagoinha-Concórdia, único da cidade, e termina na MG-10 (que conecta a cidade ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, no município de Confins). A exemplo da Avenida Antônio Carlos, passa por um processo de alargamento e melhoria, dentro do projeto de construção da Linha Verde.

Outras avenidas importantes da capital:

-Av. Vilarinho, na região de Venda Nova;

-Av. Nossa Senhora do Carmo, na região Centro Sul;

-Av. Olegário Maciel, na região Centro Sul;

-Av. Silviano Brandão, na região Leste;

-Av. Álvares Cabral, na região Centro Sul;

-Av. Bandeirantes, na região Centro Sul;

-Av. Prudente de Morais, na região Centro Sul;

-Av. Raja Gabaglia, na região Centro Sul;

-Via Expressa Leste-Oeste;

-Anel Rodoviário, que vem sendo recuperado pela PBH;

-Av. Barão Homem de Melo, na região Oeste;

-Av. Silva Lobo, na região Oeste;

-Av. Tereza Cristina, na região Oeste;

-Av. dos Andradas, na região Centro Sul;

-Av. Pedro II, na região Noroeste;

-Av. Pedro I, na região da Pampulha;

-Av. Otacílio Negrão de Lima, na região da Pampulha;

-Av. Portugal, na região Norte;

-Av. Barbacena, na região Centro Sul;

-Av. General Olímpio Mourão Filho, na região da Pampulha.

3. DESENVOLVIMENTO E INFRA-ESTRUTURA

SOB A ÓTICA DO PLANO DIRETOR E DA LEI DE PARCELAMENTO, USO E OCUPAÇÃO DO SOLO URBANO:

Ainda é possível andar tranquilamente pelo bairro Santa Tereza, localizado na região Leste da capital, e dar bom-dia aos vizinhos. Os edifícios de 3 ou 4 andares convivem com várias casas, em ruas calmas e arborizadas. Do outro lado da cidade, no bairro Buritis, localizado na região Oeste, os moradores enfrentam, todos os dias, filas intermináveis à frente de semáforos. Este descompasso é um exemplo do impacto de duas leis municipais que completam em 2006, 10

anos de aplicação: as Leis n.º 7.165 e 7.166, de 27 de agosto de 1996, conhecidas como Plano Diretor e Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo Urbano de Belo Horizonte, respectivamente.

O Plano Diretor trouxe inovações ao planejamento urbano da jovem capital mineira, à época com menos de 100 anos, ao reunir, em um único conjunto, regras para novas construções, propostas de obras e diretrizes para o crescimento e desenvolvimento do município. Foi decisiva para incentivar a descentralização do hipercentro, ao diagnosticar um futuro inviável para o entorno da Praça Sete.

O artigo 10, inciso VI do referido diploma legal, considera diretriz urbana a elaboração de proposta para o crescimento do município, criando novos polos de desenvolvimento, com o objetivo de reduzir o tráfego, descongestionar a área central e o hipercentro.

De acordo com a PBH através de seu Anuário Estatístico lançado em 2003, a região Centro-Sul teve um crescimento populacional de 0,39% nos 5 primeiros anos do Plano Diretor, uma das menores taxas dentre as regionais, sendo que a maior expansão foi registrada na região da Pampulha, com 3,38%, seguida pela região Norte com 2,58% e pela região Venda Nova, com 2,36%.

Na região central houve diminuição de habitantes: em 1991, eram 18.602 residentes, enquanto em 2000, o número caiu para 14.399, uma redução de 2,8%. Neste sentido, um dos principais objetivos do Plano Diretor foi atingido, ou seja, retirar o excesso de polarização da região Centro- Sul.

No entanto, se as melhorias na região central podem ser consideradas vitoriosas, muitas outras propostas contidas no Plano Diretor, pouco avançaram. Grandes obras viárias prometidas em 1996 e reforçadas na revisão das referidas leis trazida em 2000 pela Lei Municipal nº 8.137, de 21 de dezembro, praticamente não evoluíram: a duplicação da Avenida Pedro II, fazendo a ligação com a Avenida Tancredo Neves e a conclusão do Complexo Viário da Lagoinha, ambos na região Noroeste, estão ainda em projetos, estudos e busca de financiamentos.

As intervenções nas avenidas Cristiano Machado e Antônio Carlos, regiões Nordeste, Noroeste e Pampulha, só conseguiram viabilidade financeira a partir de 2005 através do Projeto Linha Verde, em conjunto com o Governo do Estado. Cogitou-se até mesmo a duplicação do Viaduto da Floresta, possibilidade remota nos dias atuais.

A integração entre a política urbana da capital e a adotada pelos 33 municípios da região metropolitana, na busca conjunta do desenvolvimento regional, foi também uma das propostas com poucos resultados práticos. Entretanto, três diretrizes que sustentaram o Plano Diretor à época de sua elaboração permanecem atuais: o desenvolvimento de outras regiões da cidade, além do hipercentro, o licenciamento ambiental e de empreendimentos de grande porte e a promoção da inclusão social, fazendo com que a cidade passasse a ser mais regular e com ocupação mais justa.

Bons frutos do Plano Diretor e da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo foram a instituição do licenciamento ambiental e a delimitação de Áreas de Diretrizes Especiais – ADE’s, um zoneamento criado com o objetivo de dar tratamento especial a áreas com características históricas-culturais de ocupação diferenciadas. Até o momento, somente duas regulamentações dessas áreas saíram do papel: Santa Tereza e Pampulha. Ainda aguardam

definição as ADE’s Cidade Jardim, Belvedere, Trevo, Primeiro de Maio, Savassi e Lagoinha, dentre outras.

O que diferem essas áreas de outras são os critérios rigorosos no uso do solo. Regulamentada em 2005, a ADE Pampulha, por exemplo, exigiu em algumas áreas, lotes mínimos de 1.000 metros quadrados, com taxa mínima de permeabilidade de 70%. Já na ADE Santa Tereza, cuja regulamentação foi definida pela Lei 8.137/00, a taxa de permeabilização mínima foi fixada em 20% da área do lote, com altura máxima permitida para edificações de 15 metros. Em algumas partes da referida ADE, a altura permitida foi menor ainda, 9 metros.

Em outras áreas enquadradas como Zona de Adensamento Preferencial – ZAP, pode-se chegar a edifícios com mais de 20 metros de altura, e um coeficiente de aproveitamento do terreno maior. Isso significa dizer que um terreno de 1.000 metros quadrados, por exemplo, pode ter uma casa ou um prédio construído em até 1.000 metros quadrados.

Na ADE Santa Tereza, os coeficientes de construção e aproveitamento do terreno foram baixos para manter as características do bairro, de cidade do interior. Em outras áreas da cidade, pode-se verificar construções de até 50 metros, levando-se em consideração uma série de outros critérios, como a largura da rua, por exemplo.

Com relação ao bairro Buritis, a altura dos edifícios foi limitada através da Lei 8.137/00, mas a avaliação que o poder público fez a época da mudança do coeficiente de aproveitamento, foi pouco realista, já que ninguém esperava o fenômeno imobiliário em que a região se transformaria. Os coeficientes de construção foram muito permissivos, alguns chegaram a 3,5 vezes mais que a área do terreno.

O resultado foi uma região extremamente adensada, em um curto espaço de tempo, trazendo sérios problemas de saturação e infraestrutura.

Atualmente encontra-se em tramitação na Câmara Municipal o Projeto de Lei nº 655/05, que propõe uma redução no coeficiente de construção no Buritis, além do IPTU progressivo, que notificará aos munícipes que possuam lotes vagos para construírem ou darem uso ao terreno em um prazo máximo de 5 anos. Se não o fizerem, o imposto irá aumentar, ano a ano, até chegar a 15% do valor do terreno.

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